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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 16 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 13 de fevereiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 2,0% (VH), que compara com 1,6% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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European Framework for Strategic Dependencies: insights from Portugal between 2019 and 2024

A pandemia da COVID-19 teve efeitos profundos e duradouros na atividade económica a nível global, com impactos heterogéneos entre países e sectores. À medida que os países procuram recuperar, enfrentando uma série de desafios significativos e persistentes, cresce a perceção de que o regresso às condições pré-pandemia é um processo exigente.

Na realidade, as tensões geopolíticas estão a intensificar-se, empurrando o mundo para territórios desconhecidos e acrescentando camadas de complexidade aos esforços de recuperação em curso. Para decisores políticos e empresas, torna-se essencial manter a capacidade de adaptação e resiliência num contexto de dinâmicas globais em mutação, mas também permanecer vigilantes, reavaliando continuamente as suas alianças. Neste cenário em evolução, a monitorização das dependências comerciais assume-se como uma ferramenta crítica para identificar potenciais vulnerabilidades e desenvolver estratégias robustas que promovam uma maior autonomia estratégica.

Neste contexto, este estudo atualiza a análise realizada por Nogueira et al. (2022) e apresenta uma perspetiva temporal alargada sobre as dependências comerciais de Portugal, permitindo captar tendências evolutivas que aprofundam a compreensão sobre a forma como o país tem enfrentado sucessivas ondas de desafios complexos ao longo do tempo, num panorama geopolítico em transformação.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em janeiro de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,978%, registando uma diminuição de 0,113 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (4,091%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,113%, o que compara com 3,349% em dezembro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 992 euros, registando um aumento de 522 euros face ao mês anterior (68 470 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 401 euros em janeiro de 2025, menos 2 euros que em dezembro de 2024 e menos 3 euros que em janeiro de 2024. Deste valor, 225 euros (56%) correspondem a pagamento de juros e 176 euros (44%) a capital amortizado. Em janeiro de 2024, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em janeiro de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 600 euros, o que equivale a uma diminuição de 32 euros relação ao mês anterior (632 euros).

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Posição de Investimento Internacional – Banco de Portugal

A posição de investimento internacional (PII) de Portugal — isto é, o saldo entre os ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes e os passivos emitidos por residentes e detidos pelo resto do mundo — passou de 72,5% do PIB (-193,8 mil milhões de euros), no final de 2023, para -58,5% do PIB (-166,2 mil milhões de euros) no final de 2024. Esta evolução resultou do aumento dos ativos superior ao aumento dos passivos e, no caso da PII em percentagem do PIB, também do crescimento da economia nacional.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 934 milhões de euros (507 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 1 105 milhões de euros (-160 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 171 milhões de euros, aumentando 838 milhões de euros face ao mês anterior.

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Em 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 12 201 milhões de euros, que compara com 10 576 milhões de euros no período homólogo.

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Em 2024, o Investimento Direto registou um saldo de -5993 milhões de euros, diminuindo 631 milhões de euros face ao ano anterior. O Investimento Directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 6207 milhões de euros (5213 milhões de euros no ano anterior).

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de -51 milhões de euros, diminuindo 430 milhões de euros em relação ao mês anterior.

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Em 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 9 664 milhões de euros, que compara com 5 637 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 9,5% e de 5,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 0,8% para as exportações e de -0,3% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 96,6%. Ainda em dezembro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 3,1% e de 4,9%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 18,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,0%.

Em 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,5% e de 2,4%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 105,3%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,9% e de 1,4%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,1% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 6,8%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de -410 milhões de euros, diminuindo 946 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

A Balança Corrente registou um saldo de -863 milhões de euros, diminuindo 1208 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 262 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 453 milhões de euros.

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Em 2024, a economia portuguesa registou um excedente externo de 9,3 mil milhões de euros, o que corresponde a 3,3% do PIB, superando o excedente de 5,3 mil milhões de euros alcançado em 2023 (2,0% do PIB). O rácio de 2024 é o mais elevado da série, com início em 1953.

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Em dezembro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -296 milhões de euros, o que compara com -185 milhões de euros no mês precedente.

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Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

A presente publicação apresenta informação relativa a uma seleção de indicadores de despesa e recursos humanos em atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de atividades de Inovação realizadas por empresas, em Portugal. Na segunda parte, destacam-se as principais iniciativas de política pública aprovadas recentemente, que visam contribuir ativamente para o desenvolvimento da economia portuguesa em coerência com os objetivos, nacionais e europeus, da transição verde e digital.

Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva.

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

GEE Base de Dados de I&D 

GEE Base de Dados de Inovação

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 4 133 milhões de euros, o que compara com um valor de 561 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -8 milhões de euros (358 milhões de euros registados no mês anterior).

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No final de janeiro de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 302 421 milhões de euros, aumentando 3042 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,0%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 43 878 milhões de euros, diminuindo 35 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 12,3%.

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