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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em janeiro de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -0,3%, menos 1,9 pp (pontos percentuais) face ao registado no mês anterior (1,6%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 4,2%, menos 2,8 pp face à variação verificada no mês de dezembro de 2024 (7,0%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -3,0% e -0,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 0,1% e 0,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,3% (1,4 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -1,6% em termos homólogos (-0,4% no mês anterior) e de -0,8% em termos mensais (0,4% em janeiro de 2024).

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O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 117,7 pontos em janeiro de 2025, menos 1,8 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,1 pontos para 115,6 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 3,7 pontos para 115,2 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior para 111,0 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 2,4 pontos, passando de 127,0 pontos em dezembro para 124,6 em janeiro.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e dezembro de 2024, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 176,9 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 57,4 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 0,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu -2,9% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 150,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 34,4 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 1,1% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,2% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em janeiro de 2025, uma variação homóloga de -11,0%, o que se traduz numa diminuição de 36,2 p.p. face ao mês precedente (25,2%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 50,8 pontos, o que compara com 57,2 pontos no mês anterior e 57,1 pontos em janeiro de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Estimativa – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (1,6% no trimestre anterior) e uma variação de 0,2% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 3º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,9% na Zona Euro (0,9% no 3º trimestre de 2024) e 1,1% na UE27 (1,0% no 3º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,1% (0,4% no 3º trimestre de 2024) na Zona Euro e uma variação de 0,2% (0,4% no 3º trimestre de 2024) na UE27.

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior em Portugal (1,5%), na Polónia (1,3%) e na Lituânia (0,9%). As descidas foram observadas na Irlanda (-1,3%), Alemanha (-0,2%) e França (-0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Polónia (3,7%), Lituânia (3,6%) e Espanha (3,5%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as diminuições na Alemanha e Áustria (ambos -0,2%) e Estónia (-0,1%).

Nos EUA, no 4º trimestre de 2024, o PIB aumentou 2,5% em termos homólogos (2,7% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,6% em comparação com o trimestre anterior (0,8% no 3º trimestre de 2024).

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(Gráficos: Eurostat)

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,9%, para 1777 euros, no 4º trimestre de 2024, em relação ao mesmo período de 2023. A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,5% e 6,1%, situando-se em 1301 euros e 1218 euros, respetivamente.

Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 3,2% e as suas componentes regular e base aumentaram 3,8% e 3,4%.

Estes resultados abrangem 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 2,5% do que no mesmo período de 2023.

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(Gráficos: INE)

Em 2024, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2023, para 1602 euros (6,3%), a componente regular para 1294 euros (6,4%) e a componente base para 1213 euros (6,2%). Em termos reais, na comparação anual, os três tipos de remuneração aumentaram: 3,8%, 3,9% e 3,7%, respetivamente.

Remuneração bruta é a remuneração ilíquida, em dinheiro ou em géneros, paga aos trabalhadores pelas horas de trabalho efetuadas ou pelo trabalho realizado no período normal e no extraordinário, incluindo o pagamento de horas remuneradas mas não efetuadas (férias, feriados e outras ausências pagas), e os subsídios de caráter regular, tais como subsídios de alimentação, função, alojamento ou transportes, diuturnidades ou prémios de antiguidade, produtividade, assiduidade e isenção de horário, ou trabalhos penosos, perigosos, sujos, por turnos e noturnos.

Remuneração bruta mensal regular é a remuneração ilíquida mensal que corresponde ao somatório da remuneração de base com outras componentes remuneratórias regulares, nomeadamente subsídios de alimentação, diuturnidades ou prémios de antiguidade, prémios, bónus e outras prestações regulares de carácter mensal e exclui, entre outras componentes salariais, os subsídios de férias e de Natal, pelo que tem um comportamento menos sazonal. Em 2024, correspondia a 80,8% da remuneração bruta mensal total.

Remuneração de base é o montante ilíquido (antes da dedução de quaisquer descontos) em dinheiro e/ou géneros, pago com caráter regular e garantido ao trabalhador no período de referência e correspondente ao período normal de trabalho. Em 2024, correspondia a 75,7% da remuneração bruta mensal total.

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Atividade Turística – INE

Em dezembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 2,9% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,6 milhões de dormidas (4,4%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,6 milhões de dormidas (0,6%, VH).

Em 2024, a hotelaria registou 80,3 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,0%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 23,9 milhões de dormidas (2,4%, VHA) e os não residentes representam 56,4 milhões de dormidas (4,8%, VHA).

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Em dezembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 313,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 9,2%. Em termos regionais (NUTS II), em dezembro de 2024, destacam-se as regiões do RA Madeira (22,6%), do Alentejo (10,9%) e do Península de Setúbal (9,6%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

Em 2024, foram registados 6669,2 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 10,9%.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em dezembro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,1% na Zona Euro e -0,8% na UE, face ao mês anterior. Em novembro de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 0,4% na Zona Euro e de 0,2% na UE. Portugal registou uma diminuição de 4,4% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 3,6% em novembro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (8,2%), Luxemburgo (6,7%) e Croácia (6,3%). As maiores diminuições foram registadas na Bélgica (-6,8%), Portugal (-4,4%) e Áustria (-3,3%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,0% na Zona Euro e -1,7% na UE, em dezembro de 2024. Portugal registou uma diminuição de 5,6%, após ter registado uma diminuição de 2,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2024, as maiores subidas foram registadas em Malta (14,4%), Irlanda (10,1%) e Lituânia (7,6%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Áustria (-9,5%), Itália (-7,1%) e Hungria (-6,4%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 9 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 6 de fevereiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 1,6% (VH), que compara com 3,3% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 4º trimestre de 2024, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 9,6% (8,7% no 3º trimestre de 2024). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 9,6% e os outros custos aumentaram 9,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 9,6%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 9,6%.

No conjunto do ano de 2024, o ICT aumentou 8,2%, devido a acréscimos de 8,2% nos custos salariais e de 8,1% nos outros custos do trabalho. No ano anterior, o ICT tinha registado um aumento de 5,4% (a que corresponderam acréscimos de 5,1% e de 6,6% dos custos salariais e dos outros custos, respetivamente). Em 2024, o ICT registou um acréscimo anual de 8,1% nas atividades das secções B a N e um acréscimo de 8,3% nas atividades das secções O a S.

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(Gráfico: INE)

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