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Índice de Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3º trimestre de 2025, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 4,7% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (4,7%) e pelo aumento dos outros custos salariais (4,7%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 3,4% e o sector privado registou um aumento de 5,4%, sendo que a Indústria registou um aumento de 6,1% (VH), a Construção registou um aumento de 5,1% (VH) e os Serviços um aumento de 5,4% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 3,3% (VH) na Zona Euro e aumentou 3,7% (VH) na UE.

Os Estados-membros que registaram o maior crescimento no 3º trimestre de 2025 foram a Bulgária (12,4%), Lituânia (9,7%), Croácia (9,1%) e Hungria (8,8%). Os aumentos mais baixos foram registados em França (1,3%), Eslovénia (1,6%), Espanha (2,0%), Áustria (2,1%) e Itália (2,4%), enquanto Malta registou uma diminuição de -1,4%.

Os custos laborais aumentaram, assim, na maioria dos países da União Europeia, no 3º trimestre de 2025.

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(Gráfico: Eurostat)

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em novembro de 2025, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,1%, superior em 0,1 pontos percentuais (pp) ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,8% entre outubro e novembro de 2025.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,1%, mantendo-se constante face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,4% (VH) em novembro de 2025, diminuindo em 0,1 pp face ao valor de outubro. A variação mensal do índice situou-se em -0,3% e -0,2% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,3% para Portugal, de 2,2% para a Zona Euro e 2,5% para a UE27.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em novembro de 2025, uma variação homóloga de -2,3%, o que se traduz numa diminuição de 17,3 pp (pontos percentuais) face ao mês precedente (15,0%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 55,5 pontos, o que compara com 70,6 pontos no mês anterior e 56,8 pontos em novembro de 2024.

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REPLAN: Encontro de Avaliação 2025

No passado dia 26 de novembro, o Auditório do IAPMEI acolheu o Encontro de Avaliação de Políticas Públicas – Edição 2025, promovido pela EMA – Equipa Multissetorial de Avaliação da REPLAN. O evento reuniu cerca de 180 participantes provenientes dos mais diversos setores, e teve como principal objetivo divulgar e pensar a Agenda Nacional de Avaliação (ANAV). Na página do encontro pode consultar o programa completo, as apresentações de cada painel, bem como as comunicações e os pósteres submetidos na call for papers dirigida a investigadores, técnicos, docentes e estudantes. Também estão disponíveis as fotografias captadas ao longo do dia e um vídeo resumo do evento.

Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e outubro de 2025, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 144,6 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 141,4 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 2,9% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 1,6% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 116,7 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 116,3 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 2,6% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 2,3% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action

Several countries established ambitious climate goals to tackle the climate emergency. To fulfill these goals, bold climate policies are needed, upholding the political commitments and effectively addressing climate change. Given that social resistance is seen as a deterrent for action, this research provides a contribution to policy makers wanting to boost support for climate policies. Relying on randomized control trials over different design options within the same climate instrument — including green taxes, subsidies and regulations –, we show the importance of design features, namely relating to funding options and the overall tax burden. We also show that individual perceptions on climate change and climate policies are significantly associated with support, providing scope for government action also in this front. Taken together, these factors can be enough to sustain a supporting majority for all policies considered.

Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action

Apresentação 111.º Seminário GEE/GPEARI – Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action.pdf

 

Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em outubro de 2025, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,8% na Zona Euro e 0,3% na UE, face ao mês anterior. Em setembro de 2025, a produção industrial tinha registado variações de 0,2% na Zona Euro e de 1,0% na UE.

Portugal registou um aumento de 0,4% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,0% em setembro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2025, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (4,0%), Luxemburgo (3,6%) e Croácia (3,1%). As maiores diminuições foram observadas na Suécia (-6,5%), Bélgica (-3,4%) e Dinamarca (-3,2%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 2,0% na Zona Euro e 1,9% na UE, em outubro de 2025. Portugal registou uma diminuição de 0,9%, após ter registado um aumento de 2,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2025, os maiores aumentos foram registados na Irlanda e na Letónia (ambas 8,7%), na Grécia (6,9%) e na Suécia (5,7%). As maiores diminuições foram observadas na Bulgária (-7,6%), Eslováquia (-3,7%) e Hungria (-2,6%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em outubro de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,2% e 7,8%, respetivamente. No mês de setembro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,6% e 8,8%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,5% no Índice de Emprego e de 9,6% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em outubro de 2025, um valor de 113,8 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (113,6 pontos em setembro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 139,2 pontos em outubro de 2025, aumentando 2,8 pontos em relação ao mês anterior (136,4 pontos em setembro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em outubro de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 2,9%, inferior em 0,3 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (3,2%).

Esta evolução resultou de comportamentos inversos nos dois segmentos:

▪ A Construção de Edifícios abrandou 0,8 p.p., para uma taxa de variação de 3,2%;

▪ A Engenharia Civil acelerou, passando de um crescimento de 1,8% em setembro, para 2,4% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,3 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,3% (2,6% em setembro de 2025).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 117,2 pontos em outubro de 2025, aumentando 3,5 pontos em relação ao mês precedente (113,8 pontos em setembro de 2025). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 114,1 pontos em setembro de 2025 para 116,6 em outubro de 2025 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 113,2 pontos em setembro de 2025 para 118,2 pontos em outubro de 2025.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em novembro de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, que compara com 2,3% no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,0%, diminuindo 0,1 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de -0,3%, o que compara com uma variação de 0,0% no mês anterior e de -0,2% em novembro de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,3% (2,4% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, aumentando 0,1 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a novembro de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro (diferença igual à registada em outubro).

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(Gráfico: INE)

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