Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:21.081

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em outubro de 2025, variações homólogas de 2,7% e 8,8%, respectivamente, o que compara com 3,2% e 9,1% registados no mês anterior.

58

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em outubro de 2025, valores de 131,2 pontos e 158,1 pontos, o que compara com 132,8 pontos e 156,4 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

59

Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

Download PDF

Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em outubro de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 4,1%, superior em 1,4 pp (pontos percentuais) ao valor registado em setembro de 2025 (2,7%).

56

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 155,9 pontos em outubro de 2025, aumentando 1,0 ponto em relação ao mês precedente (154,8 pontos em setembro).

57

Download PDF

Empresas em Portugal – resultados definitivos – INE

Em 2024, as empresas em Portugal registaram um crescimento nominal de 6,8% no valor acrescentado bruto (VAB), traduzindo uma desaceleração significativa face a 2023 (-7,2 pp).

Por sector de atividade, os maiores aumentos do VAB ocorreram na Construção e atividades imobiliárias (+13,1%), no Alojamento e restauração (+10,9%), nos Outros serviços (+10,8%) e na Informação e comunicação (+10,4%). Em conjunto, estes sectores contribuíram com 4,7 pp para o crescimento total do VAB em 2024.

Os restantes sectores apresentaram variações inferiores a 10%, destacando-se a Indústria e energia que registou o crescimento mais baixo (+0,4%), evidenciando uma evolução mais moderada neste período.

55

(Tabela: INE)

Download PDF

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 7 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade abaixo da observada na semana anterior. Em 4 de dezembro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 2,8% (VH), que compara com 5,6% (VH) na semana anterior.

60

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Download PDF

Rendimento e Condições de Vida – INE

Os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento realizado em 2025 sobre rendimentos do ano anterior indicam que 15,4% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2024, menos 1,2 pontos percentuais (pp) do que em 2023. A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2024, à proporção de habitantes com rendimentos monetários anuais líquidos por adulto equivalente inferiores a 8 679 euros (723 euros por mês).

Entre 2023 e 2024, a diminuição da pobreza foi extensível a todos os grupos etários, mas de forma mais acentuada para a população idosa (menos 3,3 pp).

O risco de pobreza diminuiu quer para a população empregada, de 9,2% em 2023 para 8,6% em 2024, quer para a população desempregada, de 44,3% em 2023 para 42,6% em 2024.

As transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social, contribuíram para a redução do risco de pobreza em 5,4 pp (de 20,8% para 15,4%), sendo este contributo superior ao registado no ano anterior (4,8 pp).

Em 2025 (rendimentos de 2024), 1 995 milhares de pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social. Consequentemente, a taxa de pobreza ou exclusão social atingiu 18,6%, refletindo uma diminuição em relação a 2024 (19,7%), em consistência com o verificado em dois dos três indicadores de base – pobreza e privação material e social.

A desigualdade diminuiu em 2024: o Coeficiente de Gini registou um valor de 30,9% (31,9% no ano anterior) e o rácio S80/S20 diminuiu de 5,2 em 2023 para 4,9 em 2024.

52

(Gráfico: INE)

53

(Gráfico: INE)

De acordo com os resultados mais recentes para a União Europeia (UE-27), a taxa de risco de pobreza em Portugal (16,6%) situava-se 0,4 pp acima da média europeia (16,2%) em 20231, sendo inferior à observada noutros países do Sul como, por exemplo, a Espanha, a Grécia e a Itália.

54

(Gráfico: INE)

Download PDF

Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em outubro de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 1,0%, aumentando 0,2 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de setembro de 2025 (0,8% VH).

Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 4,5% e 5,8%, após terem registado variações de -0,1% e 2,9% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -3,7% e -6,4%, após terem registado variações de -1,6% e 1,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em outubro de 2025, uma variação homóloga de -3,2%, diminuindo 3,2 pp em comparação com o mês anterior (0,0%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 2,3 pp em termos homólogos (3,6% em outubro face aos 1,3% registados em setembro).

49

Download PDF

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em outubro de 2025, variações homólogas de -0,4% e 3,8%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,4 pp face à variação homóloga registada no mês precedente (0,0% no mês de setembro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,2 pp em relação ao mês anterior (5,0% em setembro de 2025).

50

51

Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

Download PDF

Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Em outubro de 2025:

Em outubro de 2025, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, -5,2% e -3,0% (14,0% e 9,8%, pela mesma ordem, em setembro de 2025).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações diminuíram 3,0% (depois de 15,2%, em setembro), refletindo sobretudo a redução das transações de produtos desta categoria (-42,5%), e as importações aumentaram 1,8% (7,2%, em setembro de 2025).

O défice da balança comercial de bens atingiu 2 805 milhões de euros, refletindo um agravamento de 77 milhões de euros face a outubro de 2024.

Em outubro de 2025, os índices de valor unitário (preços) continuaram a registar variações negativas: -1,4% nas exportações e -1,8% nas importações (-1,3% e -2,2%, respetivamente, em setembro de 2025; -0,9% e -4,4% em outubro de 2024, pela mesma ordem).

45

46

47

(Gráficos: INE)

No trimestre terminado em outubro de 2025:

No trimestre terminado em outubro de 2025, as exportações aumentaram 2,2% face ao período homólogo ( -0,5% no 3º trimestre de 2025). Excluindo as TTE, observou-se um decréscimo de 1,8% (-0,6%, no 3º trimestre de 2025). Estas variações resultaram, sobretudo, do comportamento dos Fornecimentos industriais, que aumentaram 10,4%, impulsionados, principalmente, pelas exportações de Medicamentos para a Alemanha, maioritariamente associadas a transações de trabalho por encomenda (sem transferência de propriedade).

No trimestre terminado em outubro de 2025, as importações aumentaram 3,1% em relação ao período homólogo (5,5% no 3º trimestre).

De janeiro a outubro de 2025:

Em termos acumulados no ano, até outubro, as exportações aumentaram 1,0%, em termos homólogos (2,9% no mesmo período de 2024) e as importações aumentaram 5,5% (1,2% no mesmo período de 2024).

48

(Gráfico: INE)

Download PDF

Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 3º trimestre de 2025, Portugal registou uma variação do PIB de 2,4% em relação ao trimestre homólogo (1,8% no trimestre anterior) e uma variação de 0,8% em relação ao trimestre anterior (0,7% no 2º trimestre de 2025).

A variação homóloga registou 1,4% na Zona Euro (1,6% no 2º trimestre de 2025) e 1,6% na UE27 (1,7% no 2º trimestre de 2025). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% na Zona Euro (0,1% no 2º trimestre de 2025) e uma variação de 0,4% na UE27 (0,3% no 2º trimestre de 2024).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período homólogo na Irlanda (10,9%), Dinamarca (3,9%) e Polónia (3,8%). Foi observada uma diminuição na Finlândia (-0,6%).

Face ao período anterior, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Dinamarca (2,3%), Luxemburgo e Suécia (ambos 1,1%). Foram observadas diminuições na Irlanda e na Finlândia (ambas -0,3%) e na Roménia (-0,2%).

42

43

44

(Gráficos: Eurostat)

Download PDF

Estudos sobre Estatísticas das Empresas – Custos de Contexto das Empresas – INE

O INE divulgou os resultados da 4.ª edição do Inquérito aos Custos de Contexto (IaCC), com referência a 2024. No âmbito deste inquérito, entendem-se como custos de contexto, os efeitos negativos decorrentes de regras, procedimentos, ações e/ou omissões que prejudicam a atividade das empresas e que não são imputáveis ao investidor, ao negócio ou à organização.

O IaCC incidiu sobre nove domínios, identificados como potenciais áreas de obstáculo à atividade das empresas não financeiras: início de atividade, licenciamentos, indústrias de rede, financiamento, sistema judicial, sistema fiscal, carga administrativa, barreiras à internacionalização e recursos humanos.

O indicador global de custos de contexto das empresas, que agrega os nove domínios, registou um valor de 3,14 em 2024, numa escala contínua de 1 a 5 (3,09 em 2021, 3,05 em 2017 e 3,04 em 2014). A Indústria apresentou o valor mais elevado neste indicador (3,27), enquanto o sector dos Transportes e armazenagem, Informação e comunicação registou o maior aumento face a 2021 (+0,20). O indicador foi também mais elevado nas empresas de pequena e média dimensão, bem como nas empresas com sede na Região Autónoma dos Açores que atingiram 3,22 e 3,24, respetivamente (+0,07 e +0,16, face a 2021).

Em 2024, entre os vários domínios avaliados, o sistema judicial manteve-se como o domínio com o indicador mais elevado (3,66), com 53,7% das empresas a considerarem a duração dos processos judiciais um obstáculo elevado ou muito elevado. No sistema fiscal, a carga fiscal continuou a ser o aspeto mais referido pelas empresas como entrave à sua atividade. No domínio dos licenciamentos, a obtenção de licenças e certificações ambientais foi identificada como o principal obstáculo pelas empresas do sector da Indústria.

O domínio dos recursos humanos foi o que registou o maior aumento no indicador face a 2021, atingindo 3,24 (+0,14), agravamento associado às dificuldades na contratação de trabalhadores, no acesso a técnicos qualificados e na acreditação de competências, cujos indicadores aumentaram 0,18, 0,15 e 0,15, respetivamente. Estes fatores foram percecionados como obstáculos elevados ou muito elevados por 46,8%, 50,6% e 32,2% das empresas, respetivamente.

As indústrias de rede registaram uma melhoria no indicador face a 2021 (-0,04), refletindo a evolução positiva na maioria dos serviços incluídos neste domínio, com destaque para os combustíveis líquidos (-0,17). Os serviços de eletricidade e de transporte de mercadorias terrestres foram os únicos a apresentar valores do indicador iguais ou superiores a 3, com 3,12 e 3,00, respetivamente.

A prestação e entrega de informação empresarial e fiscal foi a obrigação que representou o maior peso no custo médio anual associado ao cumprimento das obrigações de informação, sendo 61,2% desse custo suportado diretamente pelas empresas e o restante através de subcontratação de terceiros (outsourcing). Seguiram-se os custos com auditorias, fiscalizações e inspeções e os associados à colocação de rótulos informativos e prestação de informação a consumidores e outras entidades, que representaram 21,5% e 11,0% do total, correspondendo a aumentos de 1,9 pp e 3,5 pp, respetivamente, face a 2021.

40

41

(Gráficos: INE)

Download PDF