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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

No conjunto do ano 2025, o índice de volume de negócios no comércio aumentou 3,0%, 0,6 pontos percentuais (pp) inferior ao registado em 2024.

Em dezembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 1,4%, inferior em 0,5 pp à observada em novembro de 2025 (1,9%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de -7,2%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 2,7% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 3,1%, valores que comparam com 0,6%, -1,2% e 6,5% no mês anterior, respetivamente.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em janeiro de 2026, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 104,2 pontos, o que compara com o valor de 107,2 pontos verificado em dezembro de 2025.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores da Indústria (de -0,8 para -3,6 pontos), Serviços (de 8,0 para 3,4) e Comércio a Retalho (de 6,1 para 4,8), ao contrário do Construção (de 2,1 para 3,1). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -15,1 para -13,6.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 1,9 pontos na União Europeia (de 97,3 pontos em dezembro de 2025 para 99,2 pontos em janeiro de 2026), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 2,2 pontos (de 97,2 pontos em dezembro de 2025 para 99,4 pontos em janeiro de 2026).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em janeiro de 2026, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 3,2 para 2,7 (%, vcs).

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Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 7,3 para 1,4 e o do Comércio diminuiu de 5,8 para 4,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -0,7 para -3,8 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 1,2 para 3,2. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -13,7 (sre, ve) em janeiro de 2026 (-15,1 em dezembro de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 25 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade acima da observada na semana anterior. Em 22 de janeiro de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou 4,7% (VH), que compara com 2,9% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em dezembro de 2025, foi estimada em 5.316,9 mil pessoas, aumentando 0,3% face ao mês anterior (16,7 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 65,9%, tendo aumentado 0,2 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em baixa de 65,8% para 65,7%).

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A população desempregada, estimada em 314,8 mil pessoas, diminuiu 1,1 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-3,4 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 5,6%, tendo diminuído 0,1 pp em relação ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 18,4%, tendo diminuído 0,5 pp em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 4,7% e manteve-se em relação ao mês anterior.

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Em dezembro de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 65,7% (65,8% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,8% (5,8% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em dezembro de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 74,2 mil milhões de euros, aumentando 197 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 3,6% (4,3% no mês anterior e 0,5% em dezembro de 2024).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 144,8 mil milhões de euros, registando uma TVA de 9,6% (9,4% no mês anterior e 4,2% em dezembro de 2024).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 13,9% (13,6% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de 4,0% (4,3% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -2,0% (-1,4% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de -3,6% (-0,8% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 10,2%, aumentando 0,4 pp em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,3%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 9,0%, diminuindo 0,2 pp em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em dezembro de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,13% (1,17% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,02% para 1,95%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,71% (0,72% no mês precedente).

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Em dezembro de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,3%) e no Norte (30,6%).

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Em dezembro de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,4% (3,4% no mês anterior).

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio – INE

Em dezembro de 2025, os Índices de Emprego e de Remunerações no Comércio registaram taxas de variação homóloga (VH) de 0,0% e 4,2%, respetivamente. Estes valores comparam com 0,4% e 6,7% (VH), respetivamente, verificados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Perspectivas de Exportação de Bens – INE

As empresas exportadoras nacionais perspetivam um aumento nominal de 5,1% nas suas exportações de bens em 2026, acentuando a trajetória de crescimento observada nos dados do Comércio Internacional de Bens no período acumulado de janeiro a novembro de 2025, em que as exportações cresceram 0,6%.

Por Grandes Categorias Económicas, o maior acréscimo é esperado nas exportações de Máquinas, outros bens de capital (+12,2%) e de Produtos alimentares e bebidas (+8,1%).

Os resultados do Inquérito sobre Perspetivas de Exportação de Bens para 2026, realizado em novembro de 2025, devem ser interpretados como indicativos de tendências, uma vez que se baseiam nas perspetivas de crescimento reportadas pelas empresas no período de resposta. Estas perspetivas poderão refletir a incerteza associada à evolução do contexto económico internacional.

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(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 4º trimestre de 2025 aponta para diminuições nas exportações e importações de, respetivamente, 2,9% e 5,1%, em termos nominais e em relação ao período homólogo. Quando excluídas as transações TTE1, ou seja, as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (sem transferência de propriedade), estes decréscimos acentuam-se ligeiramente nas exportações (-3,6%) e atenuam-se nas importações (-4,1%).

Em comparação com o trimestre anterior, observa-se uma evolução negativa em ambos os fluxos: no 3º trimestre, as exportações registaram um decréscimo de 0,3% (o mesmo valor sem TTE) e as importações aumentaram 5,4% (+3,1% quando excluídas as TTE).

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(Gráfico: INE)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em 2025, o valor mediano de avaliação situou-se em 1 949 euros/m2, traduzindo um aumento de 17,3% relativamente ao ano anterior. Por natureza de alojamentos, no ano de 2025, o valor mediano de avaliação bancária aumentou 21,0% nos apartamentos e 11,5% nas moradias, para, respetivamente, 2 239 euros/m2 e 1 435 euros/m2 (1 851 euros/m2 e 1 287 euros/m2, em 2024).

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(Tabela: INE)

Em dezembro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 2 081 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,0% face ao mês anterior e a um aumento de 19,1% em termos homólogos. Refira-se que o número de avaliações bancárias considerado foi cerca de 34,5 mil, o que representa uma descida de 4,9% face ao mês anterior e uma descida de 7,2% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2 415 euros/m2, registando um aumento de 1,1% em relação ao mês anterior e um aumento 23,1% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 516 euros/m2, aumentando 1,1% face ao mês precedente e aumentando 14,7% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,4%); Centro (0,2%); Oeste e Vale do Tejo (0,5%); Grande Lisboa (1,7%); Península de Setúbal (1,1%); Alentejo (0,0%); Algarve (0,6%); Região Autónoma dos Açores (-0,1%) e Região Autónoma da Madeira (0,7%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (19,2%); Centro (13,8%); Oeste e Vale do Tejo (22,8%); Grande Lisboa (21,7%); Península de Setúbal (27,3%); Alentejo (16,8%); Algarve (18,8%); Região Autónoma dos Açores (16,0%) e Região Autónoma da Madeira (20,5%).   

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