
No mês de janeiro de 2026, 1,0000 Euro (EUR) equivaleu, em média, a 1,1919 Dólares americanos (USD).
As taxas de câmbio de algumas moedas (valor da média mensal) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:





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No mês de janeiro de 2026, 1,0000 Euro (EUR) equivaleu, em média, a 1,1919 Dólares americanos (USD).
As taxas de câmbio de algumas moedas (valor da média mensal) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:





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Segundo o Banco de Portugal, no final de 2025, a Dívida Pública, na ótica de Maastricht, totalizava 274,8 mil milhões de euros, mais 3,9 mil milhões de euros do que no final de 2024.
Esta variação refletiu, sobretudo, o aumento dos certificados de aforro (+5,4 mil milhões de euros) e dos títulos de dívida de longo prazo (+4,0 mil milhões de euros). Em sentido contrário, os empréstimos reduziram-se 3,5 mil milhões de euros. Esta diminuição foi justificada essencialmente pelos reembolsos de 2,5 mil milhões de euros ao Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF) e de 1,5 mil milhões de euros ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF). Adicionalmente, os certificados do Tesouro diminuíram 2,0 mil milhões de euros.

Considerando a estimativa do PIB para 2025, a dívida pública situava-se, no final do ano, em 89,7% do PIB, o que corresponde a uma redução de 3,9 pontos percentuais relativamente ao valor registado no final de 2024.

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Em dezembro de 2025, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 2,3%, o que corresponde a um aumento de 2,0 pontos percentuais (pp) relativamente à do mês anterior (0,3%).
Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de 0,3% e 19,0%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 2,5%.
Em 2025 o índice aumentou 0,5% (0,7% no ano anterior).

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -1,1% e 27,7%, respetivamente.

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De acordo com a estimativa do crescimento anual para 2025, o PIB aumentou 1,9% em Portugal, 1,5% na Zona Euro e 1,6% na UE.
De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 4º trimestre de 2025, a Área do Euro (21) registou uma variação trimestral do PIB de 0,3% (0,3% no 3º trimestre de 2025). A variação homóloga do PIB foi 1,3% (1,4% no 3º trimestre de 2025).
No que respeita à UE, a variação trimestral do PIB foi de 0,3% (0,4% no 3º trimestre de 2025). A variação homóloga do PIB foi de 1,4% (1,6% no 3º trimestre de 2025).
No 4º trimestre de 2025, Portugal registou uma variação do PIB de 0,8% em relação ao trimestre anterior (0,7% no trimestre anterior) e uma variação de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (2,3% no 1º trimestre de 2025).
Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, a Irlanda (6,7%) registou o maior aumento face ao trimestre homólogo, seguida de Espanha (2,6%) e Lituânia (2,5%). Não se registaram diminuições.

(Gráfico: Eurostat)
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No 3º trimestre de 2025, foram decretadas 519 insolvências de empresas em tribunais judiciais de 1ª instância, o que representa uma variação de 3,6% face ao trimestre homólogo.
Desde o início do ano, foram decretadas 1489 insolvências, o que corresponde a uma variação acumulada de -27,6% face ao mesmo período do ano passado.

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Em dezembro de 2025, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 5,6%, diminuindo 0,1 pontos percentuais (pp) em relação à percentagem registada no mês anterior (5,7%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,8 pp (6,4%).
Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em dezembro de 2025, situou-se em 10,0%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior (10,1%) e apresentou uma variação de -0,8 p.p. face ao verificado no período homólogo (10,8%).
Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em dezembro de 2025, se tenha situado em 6,2%, mantendo-se constante em relação ao mês anterior (6,2%) e em termos homólogos (6,2%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 5,9%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

Em dezembro de 2025, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 18,4%, diminuindo 0,5 pp em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 2,1 pp (20,5%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 4,7%, mantendo-se constante relativamente ao mês precedente.
Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 23,4%, em dezembro de 2025, diminuindo 0,2 pp face ao mês anterior e registando uma variação de -2,3 pp face ao verificado no período homólogo (25,7%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 9,0%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês de novembro de 2025 (9,1%)
Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em dezembro de 2025, nos 14,3%, diminuindo 0,1 pp em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,4%, permanecendo inalterado em relação a novembro de 2025. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 14,7%, diminuindo 0,2 pp em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,0%, menos 0,1 pp que o mês anterior.

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Em dezembro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4,3 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 3% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,6 milhões de dormidas (1,1%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,7 milhões de dormidas (6,0%, VH).
No conjunto do ano de 2025, a hotelaria registou 82,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,2%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 25,1 milhões de dormidas (5,4%, VHA) e os não residentes representam 57,0 milhões de dormidas (0,8%, VHA).
O Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor em 2025, representando 17,7% do total de dormidas de não residentes, apesar de uma diminuição de 1,5%. Seguiram-se os mercados alemão (11,3% do total), norte americano (9,6% do total), espanhol (9,1% do total) e francês (7,4% do total). Entre os principais mercados, o canadiano (+5,8%) e o norte-americano (+4,9%) destacaram-se com os maiores crescimentos, enquanto os mercados francês e espanhol registaram as maiores reduções (-7,0% e -5,2%, respetivamente).

Em dezembro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 335,9 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 6,6%.
Em termos regionais (NUTS II), em outubro de 2025, destacam-se as regiões do Oeste e Vale do Tejo (13,5%), do Algarve (12,2%) e do Centro (10,4%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.
No conjunto do ano de 2025, foram registados 7154,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,2%.


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Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 1,9% em janeiro de 2026, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior.
O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 1,8%, taxa inferior em 0,3 pp à do mês precedente. variação do índice relativo aos produtos energéticos foi -2,2% (-2,4% em dezembro de 2025) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 5,8% (6,1% no mês anterior).
Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,7% (0,1% em dezembro de 2025 e -0,5% em janeiro de 2025).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,3% (valor idêntico no mês anterior).
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,9% (2,4% no mês precedente).

(Gráfico: INE)
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No 4º trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 1,9%, após ter aumentado 2,3% no trimestre precedente.
O contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi menos acentuado, verificando-se uma desaceleração pronunciada das importações de bens e serviços e uma redução das exportações de bens e serviços. Note-se que estas evoluções foram determinadas pela componente de bens, refletindo, em larga medida, a diminuição das transações de produtos petrolíferos. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e do investimento.
Comparando com o 3º trimestre de 2025, o PIB aumentou 0,8% em volume, após um crescimento de 0,7% no trimestre anterior.
O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB passou a positivo, refletindo uma redução acentuada das importações de bens e serviços, devido, em grande medida, ao já referido comportamento das transações de produtos petrolíferos, enquanto o contributo da procura interna passou a negativo, verificando-se uma redução significativa do investimento e uma desaceleração do consumo privado.
No conjunto do ano 2025, o PIB registou um crescimento de 1,9% em volume, após o aumento de 2,1% em 2024.
A procura interna apresentou um contributo positivo para a variação anual em volume do PIB, superior ao observado no ano anterior, refletindo a aceleração do consumo privado e do investimento. O contributo da variação de existências passou a positivo enquanto a formação bruta de capital fixo registou um abrandamento. O contributo da procura externa líquida foi mais negativo em 2025, tendo as exportações de bens e serviços em volume desacelerado de forma mais pronunciada que as importações de bens e serviços.

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No conjunto do ano 2025, o índice de volume de negócios no comércio aumentou 3,0%, 0,6 pontos percentuais (pp) inferior ao registado em 2024.
Em dezembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 1,4%, inferior em 0,5 pp à observada em novembro de 2025 (1,9%).
Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de -7,2%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 2,7% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 3,1%, valores que comparam com 0,6%, -1,2% e 6,5% no mês anterior, respetivamente.


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