The authors exploit the assignment mechanism of the APOIAR Program, a generous initiative designed to support firms during the COVID-19 pandemic, to provide causal evidence on the impact of grants on firm performance in times of crisis. Using a regression discontinuity design and drawing on a combination of administrative datasets, they find that eligible firms experienced a short-term increase in profitability in 2021, although these effects did not persist into 2022. No significant differences were detected in revenue growth or cost reduction, indicating that the increase in profitability was due to the subsidy. Firms allocated part of the support to rental payments and office supplies, including modest investments in digitalization.
Author Archives: Ricardo Pauleta
Índice de Preços no Consumidor – INE

Em janeiro de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,5%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,5 pp. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,7%, inferior em 0,1 pp à registada no mês anterior.
O IPC registou uma variação mensal de -0,5%, o que compara com uma variação de 0,1% no mês anterior e de 0,0% em janeiro de 2024. A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,5%, (2,5% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,7%, diminuindo 0,4 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.
De acordo com a informação disponível relativa a janeiro de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,2 pp à da área do Euro (em dezembro, esta diferença situou-se em 0,7 pp.

(Gráfico: INE)
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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em dezembro de 2024, variações homólogas de 3,7%, 8,2% e 1,1%, respectivamente, o que compara com 3,8%, 9,9% e 0,6% registados no mês anterior.
No conjunto do ano de 2024, os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas registaram taxas de variação média anual de 4,6%, 10,9% e 1,1%, respetivamente (7,5%, 16,3% e 5,8% em 2023).

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em dezembro de 2024, valores de 125,1 pontos, 166,6 pontos e 117,3 pontos, respectivamente, o que compara com 127,0 pontos, 194,7 pontos e 122,0 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,6%, inferior em 3,5 pp (pontos percentuais) ao valor registado em novembro de 2024 (5,1%).
No conjunto do ano 2024, o índice de volume de negócios nos serviços aumentou 4,4%, após o crescimento de 9,9% registado em 2023.

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 147,4 pontos em dezembro de 2024, diminuindo 4,8 pontos em relação ao mês precedente (152,2 pontos em novembro).

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em dezembro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,4% e 13,3%, respetivamente. No mês de novembro de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,6% e 11,8%.
A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,7% no Índice de Emprego e de 10,5% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em dezembro de 2024, um valor de 111,1 pontos, diminuindo 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (111,4 pontos em novembro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 157,1 pontos em dezembro de 2024, aumentando 1,8 pontos em relação ao mês anterior (155,3 pontos em novembro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 4,7%, superior em 0,6 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (4,1%).
Esta aceleração foi resultado da evolução de ambos os segmentos da Construção de Edifícios e Engenharia Civil:
▪ A Construção de Edifícios aumentou 6,3%, taxa 0,8 pp superior à registada em novembro;
▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,0% no mês anterior, para 2,2% no mês em análise.
No conjunto do ano 2024, a Produção na Construção cresceu 3,1% (5,8% em 2023). O emprego e as remunerações apresentaram variações médias anuais de 2,7% e 10,5%, respetivamente (4,8% e 12,3% no ano anterior).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 116,1 pontos em dezembro de 2024, aumentando 4,0 pontos em relação ao mês precedente (112,1 pontos em novembro). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 112,6 pontos em novembro para 117,5 em dezembro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 111,3 pontos em novembro para 113,8 pontos em dezembro.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em dezembro de 2024, variações homólogas de -0,1% e 4,6%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,2 pontos percentuais (pp) face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,3% no mês de novembro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 2,7 pp em relação ao mês anterior (7,3% em novembro). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 7,3% em dezembro de 2024, aumentando 11,2 pp face à registada em novembro.
O emprego, as remunerações e as horas trabalhadas (dados brutos) registaram, em 2024, taxas de variação médias de 0,0%, 7,0% e 0,2% (1,4%, 9,0% e 1,0% no ano anterior).


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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -0,8%, diminuindo 1,3 pontos percentuais (pp) em relação ao observado no mês de novembro de 2024 (0,5% VH).
Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de -7,9% e -4,3%, após terem registado variações de 1,7% e 3,5% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 7,6% e 9,0%, após terem registado variações de -5,8% e -0,1% no mês precedente, pela mesma ordem.
As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2024, uma variação homóloga de -3,7%, diminuindo 9,5 p.p. em comparação com o mês anterior (5,8%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,4 pp em termos homólogos (1,0% em dezembro face aos -2,4% registados em novembro).
No conjunto do ano de 2024, o volume de negócios na indústria apresentou uma redução média de 0,9%, após a diminuição de 3,3% no ano anterior.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Os primeiros resultados anuais de 2024 apontam para aumentos nas exportações e importações, +2,5% e +1,9%, respetivamente (-1,4% e -4,0% em 2023, pela mesma ordem), tendo o défice da balança comercial registado um agravamento de 78 milhões de euros, para os 27 887 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 2,0% e 3,0%, respetivamente, em 2024 (+0,7% e +1,7% em 2023, pela mesma ordem). Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice da balança comercial atingiu 21 909 milhões de euros, agravando-se em 1 328 milhões face a 2023.
No 4º trimestre de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 4,0% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 5,4% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 659,1 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de dezembro de 2024, as exportações de bens diminuíram 2,5% e as importações aumentaram 4,0%, em termos nominais e face a igual período do ano anterior (-2,0% e 4,6%, pela mesma ordem, em novembro de 2024). Destacou-se a diminuição das exportações de Fornecimentos industriais (-13,1%) e o aumento das importações de Combustíveis e lubrificantes (21,3%), em comparação com dezembro de 2023.
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em dezembro de 2024, as exportações diminuíram 1,1% e as importações aumentaram 1,8% face a dezembro de 2023 (respetivamente -2,8% e 6,0% em novembro de 2024).

No 4º trimestre de 2024, a taxa de cobertura total foi de 71,3%, correspondendo a um decréscimo de 0,9 pp face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 67,0%, no Comércio Extracomunitário foi de 84,5% e na Zona Euro foi de 65,3%.

Em dezembro de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2909,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -773,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 828,0 milhões de euros.


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Índice de Custo de Construção de Habitação Nova – INE

Em dezembro de 2024, o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova no Continente registou uma variação homóloga de 4,3% (mais 0,9 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior).
Ambos os fatores de produção (Mão-de-Obra e Materiais) registaram variações homólogas positivas, com valores de 8,6% para a Mão-de-Obra (mais 0,7 pp em comparação com o mês de novembro) e de 0,9% para os Materiais (mais 1,1 pp que o valor registado no mês anterior).
Em 2024, o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova apresentou uma variação média de 3,3%, valor 0,6 pp inferior ao registado em 2023.


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