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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 10 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade abaixo da observada na semana anterior, que estava influenciada por efeitos base. Em 7 de maio de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou -0,1% (VH), que compara com 2,1% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em março de 2026, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,2% na Zona Euro e 0,8% na UE, face ao mês anterior. Em fevereiro de 2026, a produção industrial tinha registado variações de 0,2% na Zona Euro e de 0,2% na UE.

Portugal registou um aumento de 3,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,3% em fevereiro de 2026.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2026, os maiores aumentos ocorreram na Dinamarca (8,4%), Bulgária (5,8%) e Polónia (5,4%). As maiores diminuições foram observadas na Bélgica (-3,0%), Estónia (-2,6%) e Suécia (-1,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,1% na Zona Euro e -1,0% na UE, em março de 2026. Portugal registou um aumento de 3,0%, após ter registado uma diminuição de 3,6% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2026, os maiores aumentos foram registados na Dinamarca (16,8%), na Letónia (9,5%) e na Grécia (8,4%). As maiores diminuições foram observadas na Irlanda (-19,4%), no Luxemburgo (-5,7%) e em Malta (-3,6%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 1º trimestre de 2026, Portugal registou uma variação do PIB de 2,3% em relação ao trimestre homólogo (1,9% no trimestre anterior) e uma variação de 0,0% em relação ao trimestre anterior (0,9% no 4º trimestre de 2025).

A variação homóloga registou 0,8% na Zona Euro 21 (1,3% no 4º trimestre de 2025) e 1,0% na UE27 (1,4% no 4º trimestre de 2025). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,1% na Zona Euro (0,2% no 4º trimestre de 2025) e uma variação de 0,2% na UE27 (0,2% no 4º trimestre de 2025).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período homólogo no Chipre (3,0%), Bulgária (2,9%) e Espanha (2,7%). Registaram-se diminuições na Irlanda (-6,3%) e na Roménia (-1,5%).

Em relação ao período anterior, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Finlândia (0,9%), Hungria (0,8%) e Bulgária (0,7%). Registaram-se diminuições na Irlanda (-2,0%), Lituânia (-0,4%) e Roménia e Suécia (ambos com -0,2%).

Nos EUA, no 1º trimestre de 2026, o PIB aumentou 2,7% em termos homólogos (2,0% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,5% em comparação com o trimestre anterior (0,1% no 4º trimestre de 2025).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em março de 2026, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,7% e 10,1%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2026, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 7,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,5% no Índice de Emprego e de 9,2% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2026, um valor de 114,7 pontos, aumentando 0,6 pontos relativamente ao mês precedente (114,1 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 150,5 pontos em março de 2026, aumentando 10,2 pontos em relação ao mês anterior (140,3 pontos em fevereiro).

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https://www.ine.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=792790840&att_display=n&att_download=y

Índice de Produção na Construção – INE

Em março de 2026, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 2,9%, superior em 2,2 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (0,7%), em resultado da evolução semelhante em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 1,6%, taxa 2,2 pp superior à registada em fevereiro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,7% no mês anterior, para 4,9% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,5 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,7% (2,2% em fevereiro de 2026).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 114,6 pontos em março de 2026, aumentando 0,6 pontos em relação ao mês precedente (114,0 pontos em fevereiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 112,9 pontos em fevereiro para 112,8 em março e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 115,7 pontos em fevereiro para 117,6 pontos em março.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 1º trimestre de 2026, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 4,9% (7,6% no 4º trimestre de 2025). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 5,0% e os outros custos aumentaram 4,6%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 4,9%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 4,8%.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em abril de 2026, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,3%, que compara com 2,7% no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,2%, aumentando 0,2 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,3%, o que compara com uma variação de 2,0% no mês anterior e de 0,7% em abril de 2025.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,1% (2,1% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 3,3%, aumentando 0,6 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a abril de 2026, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,3 p.p. à da área do Euro (em março, esta diferença foi de 0,1 pp).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em março de 2026, variações homólogas de 1,3%, 6,8% e 2,0%, respectivamente, o que compara com 2,0%, 8,5% e -0,5% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2026, valores de 128,1, 163,6 e 126,1 pontos, o que compara com 127,2, 158,3 e 118,8 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A publicação da produção dos índices de horas trabalhadas, suspensa desde janeiro de 2025, foi retomada. Valores ajustados dos efeitos de sazonalidade e de calendário.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em março de 2026, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 4,9%, superior em 4,1 pp (pontos percentuais) ao valor registado em fevereiro de 2026 (0,8%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 160,7 pontos em março de 2026, aumentando 4,6 pontos em relação ao mês precedente (156,1 pontos em fevereiro de 2026).

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Nota: Valores ajustados dos efeitos de sazonalidade e de calendário.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em março de 2026, variações homólogas de 0,0% e 4,0%, respetivamente. O Índice de Emprego manteve-se face à variação homóloga registada no mês precedente (0,0% no mês de fevereiro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,7 pp em relação ao mês anterior (5,7% em fevereiro).

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Nota: A publicação da produção dos índices de horas trabalhadas, suspensa desde janeiro de 2025, é retomada.

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