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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em abril de 2026, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 4,3%, inferior em 1,4 pontos percentuais (pp) à observada em março de 2026 (5,7%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 12,2%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 1,5% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 4,9%, valores que comparam com 9,2%, 4,4% e 6,0% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em abril de 2026, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) nula, o que corresponde a uma diminuição de 4,1 pontos percentuais (pp) relativamente à do mês anterior (4,1%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de 3,6% e -17,2%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 4,9%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 1,6%, aumentando 0,2 pp em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de 2,8% e -18,4%, respetivamente.

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Atividade Turística – INE

Em abril de 2026, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,2 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 0,6% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,2 milhões de dormidas (1,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,0 milhões de dormidas (-1,0%, VH).

De janeiro a abril de 2026, a hotelaria registou 20,7 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (1,0%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 6,3 milhões de dormidas (0,3%, VHA) e os não residentes representam 14,4 milhões de dormidas (1,3%, VHA).

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Em abril de 2026, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 600,7 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 5,2%.
Em termos regionais (NUTS II), em abril de 2026, destacam-se as regiões do Alentejo (10,6%), do RA Madeira (8,6%) e do Norte (7,2%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a abril de 2026, foram registados 1607,0 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 5,3%.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em abril de 2026, foi estimada em 5.344,7 mil pessoas, aumentando 0,4% face ao mês anterior (23,0 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 66,2%, tendo aumentado 0,2 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em alta de 65,7% para 66,0%).

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A população desempregada, estimada em 322,0 mil pessoas, diminuiu 1,0 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-3,3 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 5,7%, tendo diminuído 0,1 pp em relação ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 17,9%, tendo diminuído 1,1 pp em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 4,8% e manteve-se em relação ao mês anterior.

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Em abril de 2026, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 66,0% (65,7% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,7% (6,0% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) ter-se-á mantido em 3,3% em maio de 2026. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, idêntica à do mês anterior. A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 13,2% (11,7% em abril) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados desacelerou para 5,7% (7,5% no mês anterior).

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Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,3% (1,4% em abril e 0,3% em maio de 2025).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,5% (2,4% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,1% (3,3% no mês precedente).

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

Segundo o INE, no 1º trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 2,3%, taxa superior em 0,4 pontos percentuais (pp) à observada no trimestre precedente.

O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB aumentou, passando de 3,1 pp no 4º trimestre para 4,1 pp, refletindo a aceleração do Investimento e do Consumo Privado. Por sua vez, o contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB acentuou-se no 1º trimestre (de -1,1 pp para -1,9 pp), tendo a aceleração das Importações de Bens e Serviços mais que compensado a recuperação das Exportações de Bens e Serviços.
As Exportações aumentaram 1,7% (VH) em volume e as Importações aumentaram 5,5% (VH). O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 0,8 pontos percentuais (pp) e o das Importações foi -2,6 pp no 1º trimestre de 2026 (-0,2 pp e -0,9 pp no 4º trimestre de 2025, respetivamente).

Comparando com o 4º trimestre de 2025, o PIB apresentou uma variação nula em volume, após ter aumentado 0,9% no trimestre anterior.
O contributo da procura externa líquida para a taxa de variação em cadeia do PIB passou de +1,0 pp para -1.6 pp, verificando-se um aumento das Importações de Bens e Serviços mais significativo que as Exportações de Bens e Serviços. Por outro lado, o contributo da procura interna foi de +1,7 pp (contributo de -0,1 pp no trimestre anterior), em resultado do aumento expressivo do Investimento.

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No 1º trimestre de 2026, o défice externo de bens e serviços fixou-se em 0,1% do PIB, o que compara com 1,3% no trimestre anterior e 0,6% no trimestre homólogo.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 0,5%, enquanto o Emprego aumentou 1,8% em relação ao trimestre homólogo.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em maio de 2026, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 101,6 pontos, o que compara com o valor de 100,4 pontos verificado em abril de 2026.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 7,1 para 9,1), Construção (de 3,7 para 4,5) e Comércio a Retalho (de 5,0 para 5,7). ao contrário da Indústria (de -4,1 para -4,5 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -28,8 para -26,3.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,3 pontos na União Europeia (de 93,4 pontos em abril de 2026 para 93,7 pontos em maio de 2026), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,3 pontos (de 93,2 pontos em abril de 2026 para 93,5 pontos em maio de 2026).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 24 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada na semana anterior. Em 21 de maio de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou 0,6% (VH), que compara com 0,4% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Investimento Direto Estrangeiro – Banco de Portugal

No 1º trimestre de 2026, as transações de IDE totalizaram 2,1 mil milhões de euros (-1,6 mil milhões no período homólogo). O investimento realizado no capital de entidades portuguesas ascendeu a 2,2 mil milhões de euros, dos quais 0,8 mil milhões de euros corresponderam a investimento imobiliário.

Numa perspetiva de contraparte imediata, os países europeus foram os principais investidores em Portugal neste período (1,6 mil milhões de euros). Destacaram-se a Espanha (0,7 mil milhões de euros), a Itália (0,3 mil milhões de euros) e o Luxemburgo (0,2 mil milhões de euros).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

No 1º trimestre de 2026, as transações de IPE totalizaram 0,1 mil milhões de euros (1,1 mil milhões de euros no período homólogo). Este valor é explicado sobretudo pelo investimento realizado no capital de entidades não residentes, que ascendeu a 0,1 mil milhões de euros.

Numa perspetiva de contraparte imediata, destacou-se o investimento realizado em países europeus (0,1 mil milhões de euros), em particular, em Espanha (0,2 mil milhões de euros).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

No final do 1º trimestre de 2026, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 218,0 mil milhões de euros, enquanto o investimento direto de Portugal no exterior (IPE) totalizava 79,2 mil milhões de euros. Estes montantes representavam, respetivamente, 70% e 25% do PIB português.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em maio de 2026, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,7 para 2,8 (%, vcs).

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Entre abril e maio de 2026, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 7,7 para 8,7 e o do Comércio diminuiu de 3,9 para 3,4. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -4,5 para -4,4 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 4,2 para 5,1. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -26,4 (sre, ve), em maio de 2026 (-29,4 em abril de 2026).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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