
Em setembro de 2025, o saldo da Posição de Investimento Internacional aumentou 12,6 mil milhões de euros em relação a junho de 2025, fixando-se em -159,0 mil milhões de euros.

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Em setembro de 2025, o saldo da Posição de Investimento Internacional aumentou 12,6 mil milhões de euros em relação a junho de 2025, fixando-se em -159,0 mil milhões de euros.

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Em outubro de 2025, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,0%, superior em 0,1 pontos percentuais (pp) ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,3% entre setembro e outubro de 2025.
Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,1%, diminuindo 0,1 pp face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,5% (VH) em outubro de 2025, diminuindo em 0,1 pp face ao valor de setembro. A variação mensal do índice situou-se em 0,2% e 0,2% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.
A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,3% para Portugal, de 2,2% para a Zona Euro e 2,5% para a UE27.

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Em setembro de 2025, a Balança Financeira registou um saldo de 652 milhões de euros, diminuindo 1 029 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a setembro de 2025, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 6 893 milhões de euros, que compara com 8 557 milhões de euros no período homólogo.

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.
Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.
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Em setembro de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,8% e de 7,1%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -0,7% para as exportações e de -0,1% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,9%. Ainda em setembro de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 4,5% e de 9,4%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -0,8%.
De janeiro a setembro de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 1,8% e de 4,2%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,9%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -0,6% e de 4,4%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,8% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,4%.




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Em setembro de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1 395 milhões de euros (1 496 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 378 milhões de euros (1 149 milhões de euros no mês anterior).
O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -1 018 milhões de euros, diminuindo 671 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a setembro de 2025, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 3 072 milhões de euros, que compara com 8 137 milhões de euros no período homólogo.

Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.
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Em setembro de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 054 milhões de euros, diminuindo 614 milhões de euros em relação ao mês anterior.
A Balança Corrente registou um excedente de 566 milhões de euros, diminuindo 1055 milhões de euros face ao mês anterior.
No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 441 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 488 milhões de euros.

Entre janeiro e setembro de 2025, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 6 731 milhões de euros, que compara com 8 236 milhões de euros no período homólogo.

Em setembro de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -429 milhões de euros, o que compara com -489 milhões de euros no mês precedente.

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Em outubro de 2025, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -10 108 milhões de euros, o que compara com um valor de 6 015 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 400 milhões de euros (573 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de outubro de 2025, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 318 218 milhões de euros, diminuindo 9025 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 6,1%.
O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 48 833 milhões de euros, aumentando 388 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 13,2%.


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Segundo as Previsões Económicas de Outono (Autumn European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9% em 2025, de 2,2% em 2026 (revisão em baixa em 0,1 pp para 2025, face às previsões de Primavera) e de 2,1% em 2027.
Quanto à inflação, a Comissão prevê que esta se situe nos 2,2% em 2025, 2,0% em 2026 e 2,0% em 2027 (2,1% e 2,0% para 2025 e 2026, respetivamente, nas previsões de Primavera).
A taxa de desemprego em Portugal deverá registar 6,3% em 2025, 6,2% em 2026 (as previsões de Primavera tinham sido de 6,4% e 6,3% para 2025 e 2026, respetivamente) e 6,1% em 2027.
A Comissão Europeia prevê que o saldo da Balança Corrente será 1,1% em 2025 e 1,0% em 2026 (1,2% em 2025 e 0,9% em 2026, nas previsões de Primavera), prevendo 0,6% para 2027.
Relativamente à situação orçamental, a Comissão Europeia prevê que o saldo orçamental seja de 0,0% do PIB em 2025, -0,3% em 2026 e -0,5% em 2027 (previsão de 0,1% para 2024 e -0,6% para 2025 nas previsões de Primavera).

(Tabela: Comissão Europeia)
A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro de 1,3% para 2025, de 1,2% para 2026 (revisão em alta em 0,4 pp para 2025 e em baixa em 0,2 pp para 2026, face às previsões de Primavera) e de 1,4% para 2027. Para a União Europeia, a Comissão prevê uma variação do PIB de 1,4% para 2025, de 1,4% para 2026 e de 1,5% para 2027 (1,1% e 1,5% para 2025 e para 2026, respetivamente, nas previsões de Primavera).

(Tabela: Comissão Europeia)
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O sector do alojamento turístico registou 10,5 milhões de hóspedes e 28,6 milhões de dormidas no 3º trimestre de 2025, correspondendo a variações homólogas (VH) de 2,2% e de 2,0%, respetivamente (4,3% e 4,2%, pela mesma ordem, no 2º trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 2,7 mil milhões de euros e os de aposento totalizaram 2,2 mil milhões de euros, o que traduz acréscimos homólogos de 7,4% e 6,9%, respetivamente (9,4% e 9,8% no trimestre anterior).
Os mercados externos foram dominantes (67,8% do total), embora com menor peso, o mais baixo desde o 3º trimestre de 2022, com 19,4 milhões de dormidas (0,3%, VH). As dormidas de residentes aumentaram 5,5% (VH) para 9,2 milhões.
No 3º trimestre, a dependência dos mercados externos, em termos de dormidas, foi maior na Grande Lisboa (83,2% do total), seguida da RA Madeira (79,5%) e da RA Açores (76,6%). Em contraste, foi no Alentejo e no Centro que se observou menor dependência dos mercados externos (30,7% e 36,1%, respetivamente).
O Algarve foi a região que concentrou mais dormidas no 3º trimestre de 2025 (29,8% do total), seguido da Grande Lisboa (20,6% do total) e do Norte (17,5%). Quer as dormidas de residentes quer as dos não residentes ocorreram, principalmente, no Algarve (27,8% e 30,7% do total, respetivamente).


(Gráficos: INE)
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Em outubro de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,180%, registando uma diminuição de 0,048 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,228%).
A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 2,850%, o que compara com 2,873% em setembro de 2025.
O valor médio do capital em dívida fixou-se em 74 180 euros, registando um aumento de 684 euros face ao mês anterior (73 496 euros).
Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 394 euros em outubro de 2025, mais 1 euro que em setembro de 2025 e menos 10 euros que em outubro de 2024. Deste valor, 194 euros (49,2%) correspondem a pagamento de juros e 200 euros (50,8%) a capital amortizado. Em outubro de 2024, a componente de juros representava 58,7% do valor médio da prestação.
Em outubro de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 667 euros, o que equivale a um aumento de 1 euros relação ao mês anterior (666 euros).



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