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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em novembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 1,7%, inferior em 2,4 pontos percentuais (pp) à observada em outubro (4,1%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 1,1%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de -1,8% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 6,4%, valores que comparam com 4,1%, 3,9% e 4,3% no mês anterior, respetivamente.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio – INE

Em novembro de 2025, os Índices de Emprego e de Remunerações no Comércio registaram taxas de variação homóloga (VH) de -0,8% e 5,8%, respetivamente. Estes valores comparam com 0,0% e 3,7% (VH), respetivamente, verificados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 21 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade acima da observada na semana anterior. Em 18 de dezembro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou -0,4% (VH), que compara com -3,7% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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REPLAN: Metas Estratégicas e Catálogo 2024

O projeto “Metas Estratégicas dos Instrumentos de Planeamento” é um recurso desenvolvido, de forma colaborativa, pela Equipa Multissetorial de Monitorização (EMM) da REPLAN – Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública.

Objetivos

  • Disponibilizar recursos que permitam consultar os compromissos e objetivos estratégicos assumidos, bem como acompanhar o seu progresso;
  • Consolidar o conceito de meta estratégica como medida de concretização de objetivos de médio ou longo prazo, mensurável, quantificada e delimitada no tempo, associada a indicadores de resultado que permitam contribuir para a avaliação do impacto das políticas públicas;
  • Assegurar uma consistência metodológica e de utilidade prática para o apoio ao planeamento, à monitorização, à avaliação de políticas públicas e ao processo de decisão política;
  • Reforçar a coerência e a transparência do sistema de planeamento nacional.

Duração
O projeto teve início em 2024 e desenvolve-se de forma contínua. Está prevista a revisão anual da Lista das Metas Estratégicas dos Instrumentos de Planeamento, em articulação com a atualização da Lista de Instrumentos de Planeamento, bem como do Painel de Monitorização das Metas Estratégicas.

A Lista das Metas Estratégicas dos Instrumentos de Planeamento reúne, de forma sistemática e exaustiva, os compromissos estratégicos identificados nos Instrumentos de Planeamento, conforme o Glossário do Ciclo de Políticas Públicas e a Lista de Instrumentos de Planeamento, ambos aprovados na REPLAN. Esta Lista será divulgada anualmente, na sequência da publicação da Lista de Instrumentos de Planeamento.

O Catálogo de Produtos de Monitorização de Instrumentos de Planeamento é um recurso produzido pela Equipa Multissetorial de Monitorização (EMM) da REPLAN e tem como objetivo sistematizar toda a informação disponível relativa ao acompanhamento e monitorização dos Instrumentos de Planeamento.

Na presente área encontram-se todos os produtos que foram divulgados e publicados, tais como relatórios de acompanhamento ou de execução, ferramentas de monitorização como dashboards, entre outros, previstos nos Instrumentos de Planeamento, de acordo com Lista de Instrumentos de Planeamento – 2024 (REPLAN). A atualização deste catálogo é anual, e esta primeira edição refere-se à LIP 2024.

Os Instrumentos de Planeamento estão associados à(s) Área(s) Governativa(s) responsáveis pelos mesmos, de acordo com a Lei Orgânica do XXIV Governo Constitucional (Decreto-Lei n.º 32/2024, de 10 de maio).

 

 

 

Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 17,7% no 3º trimestre de 2025, mais 0,5 pontos percentuais (pp) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 19,1% e o das habitações novas foi de 14,1%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 4,1% (4,7% no 2º trimestre de 2025), tendo os alojamentos existentes registado uma taxa de variação de 4,5% e os alojamentos novos apresentado um aumento de 2,9%.

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No 3º trimestre de 2025, foram transacionadas 42 481 habitações, o que representa um aumento de 3,8% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 10,5 mil milhões de euros, mais 16,0% do que no 3º trimestre de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 3º trimestre de 2025, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 2,2% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 2,0% no ano acabado no trimestre anterior.

Registou-se a diminuição da capacidade de financiamento das Famílias para 4,2% (menos 0,2 pontos percentuais (pp) do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,2 pp no ano acabado no 3º trimestre de 2025, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 0,4% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um desagravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 3º trimestre de 2025 de 0,6 pp do PIB para -4,0%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma estabilização da capacidade líquida de financiamento, passando de 1,6% do PIB no 2º trimestre de 2025 para 1,6% do PIB no 3º trimestre de 2025.

Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das Administrações Públicas no 3º trimestre de 2025 atingiu 2 952 milhões de euros, correspondendo a 3,8% do PIB, o que compara com 4,9% no período homólogo. Face ao mesmo período do ano anterior, verificou-se um aumento de 7,7% da receita total e de 10,8% da despesa total.

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O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 296 729 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 1,7%. Esta variação deveu-se ao aumento de 1,2% dos rendimentos primários recebidos com o exterior, enquanto os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de -1,0%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,7%, superior à do PIB em 0,1 pp, fixando-se em 301 441 milhões de euros.

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No 3º trimestre de 2025, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,1 pp para 20,9% do PIB e a Poupança Bruta registou uma descida de 0 pp para 21,7% do PIB, o que levou ao aumento da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 2,2% do PIB.

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No 3º trimestre de 2025, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram 5,6% e 1,5% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com 6,0% e 1,7% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em outubro de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 857,7 mil milhões de euros, dos quais 378,3 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 479,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 309,3 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 170,1 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 8,7 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 10,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 0,2 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,2 mil milhões de euros.

Relativamente a outubro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 40,6 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 21,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 19,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 6,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 12,7 mil milhões de euros.

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Em outubro de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,5%, idêntica à do mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 7,8% para 8,1%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados. As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em novembro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 2.060 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,7% face ao mês anterior e a um aumento de 18,4% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2.389 euros/m2, registando um aumento de 1,9% em relação ao mês anterior e um aumento 22,9% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1.500 euros/m2, aumentando 1,9% face ao mês precedente e aumentando 13,6% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,6%); Centro (1,5%); Oeste e Vale do Tejo (0,8%); Grande Lisboa (2,0%); Península de Setúbal (1,5%); Alentejo (2,4%); Algarve (0,7%); Região Autónoma dos Açores (3,8%) e Região Autónoma da Madeira (3,6%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (17,7%); Centro (14,5%); Oeste e Vale do Tejo (23,6%); Grande Lisboa (20,8%); Península de Setúbal (26,9%); Alentejo (16,9%); Algarve (17,2%); Região Autónoma dos Açores (15,5%) e Região Autónoma da Madeira (17,3%).

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de novembro de 2025, inscreveram-se nos Centros de Emprego 52 675 pessoas, o que representa uma variação mensal de -2,5% e uma variação homóloga de -4,0%. Durante este mês, foram efectuadas 6 830 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 16,2% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 25,6%.

No final do mês de novembro de 2025, estavam inscritos nos Centros de Emprego 299 452 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 0,6% (1 730 pessoas) e a uma variação homóloga de -7,2% (-23 096 pessoas).

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Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-17,5%), os Açores (-12,6%) e Lisboa e Vale do Tejo (-9,4%).

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em outubro de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1 640 milhões de euros (1 395 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 934 milhões de euros (378 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -706 milhões de euros, aumentando 311 milhões de euros face ao mês anterior.

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De janeiro a outubro de 2025, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 4 712 milhões de euros, que compara com 11 040 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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