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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em novembro de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,7% e 8,2%, respetivamente. No mês de outubro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,4% e 7,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,6% no Índice de Emprego e de 9,1% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em novembro de 2025, um valor de 113,7 pontos, diminuindo 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (113,9 pontos em outubro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 168,8 pontos em novembro de 2025, aumentando 30,0 pontos em relação ao mês anterior (138,8 pontos em outubro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em novembro de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 3,0%, inferior em 0,2 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (3,1%), refletindo diferentes evoluções dos dois segmentos:

– A Construção de Edifícios aumentou 3,2%, taxa 0,3 pp inferior à registada em outubro;

– A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,7% no mês anterior, para 2,8% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,1 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,5% (2,4% em outubro de 2025).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 114,9 pontos em novembro de 2025, diminuindo 3,0 pontos em relação ao mês precedente (117,9 pontos em outubro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 117,2 pontos em outubro para 114,7 em novembro, e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 119,2 pontos em outubro para 115,3 pontos em novembro.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação média anual de 2,3%, taxa inferior em 0,1 pp (pontos percentuais) à registada no conjunto do ano 2024.

Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média situou-se em 2,2% (2,5% no ano anterior). A taxa de variação homóloga do IPC total evidenciou uma tendência de estabilização ao longo do ano de 2025, observando-se valores muito próximos para a variação média nos dois semestres do ano: 2,4% no primeiro semestre e 2,2% no segundo.

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(Gráfico: INE)

Em dezembro de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, que compara com 2,2% no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, aumentando 0,1 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de -0,3% no mês anterior e de 0,1% em dezembro de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,3% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,4% (2,5% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação média de 2,2% em 2025 (2,7% no ano anterior).

Em dezembro de 2025, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,4%, aumentando 0,3 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a dezembro de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,4 pp à da área do Euro (em novembro, a variação do IHPC português tinha sido idêntica à da área do Euro).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em novembro de 2025, variações homólogas de 0,8% e 8,4%, respectivamente, o que compara com 3,1% e 9,3% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em novembro de 2025, valores de 128,2 pontos e 211,5 pontos, o que compara com 131,7 pontos e 158,8 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em novembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,7%, inferior em 2,6 pp (pontos percentuais) ao valor registado em outubro de 2025 (4,3%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 155,4 pontos em novembro de 2025, diminuindo 0,7 pontos em relação ao mês precedente (156,1 pontos em outubro de 2025).

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em novembro de 2025, variações homólogas de -0,8% e 4,5%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,6 pp face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,2% no mês de outubro de 2025), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,2 pp em relação ao mês anterior (4,3% em outubro de 2025).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em novembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -1,1%, diminuindo 2,2 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de outubro de 2025 (1,1% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,7% e -0,7%, após terem registado variações de 4,4% e 5,9% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 3,9% e -9,1%, após terem registado variações de -3,2% e -6,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em novembro de 2025, uma variação homóloga de -7,0%, diminuindo 3,5 pp em comparação com o mês anterior (-3,5%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 1,3 pp em termos homólogos (2,5% em novembro face aos 3,8% registados em outubro).

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2025, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -158 977 milhões de euros (-52,7% do PIB), o que compara com -171 621 milhões em junho de 2025 (-57,8% do PIB).

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O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 673.496 milhões de euros (226,7% do PIB), em junho de 2025, para 685 287 milhões de euros (227,2% do PIB) em setembro de 2025.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 455 448 milhões de euros (151,0% do PIB) em setembro de 2025, o que compara com 450 418 milhões em junho de 2025 (151,6% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 171.621 milhões de euros (57,8% do PIB), em junho de 2025, para 158 977 milhões de euros (52,7% do PIB) em setembro de 2025.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 78 756 milhões de euros (26,1% do PIB) em setembro de 2025, o que compara com 92 311 milhões em junho de 2025 (31,1% do PIB). 

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Em setembro de 2025, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 102,3% do PIB (308 676 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 0,7 pp face a junho de 2025 (101,6%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 94,3% em setembro de 2025, o que compara com 95,0% em junho de 2025. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em setembro de 2025 aos 84,8%, o que compara com 85,9% em junho de 2025.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 3º trimestre de 2025, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa fixou-se em 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,1 pontos percentuais (pp) do que no trimestre anterior (2,4%).

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Para esta evolução contribuiu a redução da necessidade líquida de financiamento das Sociedades não Financeiras, para 3,4% do PIB, mais 0,5 pp. As Famílias reduziram a sua Capacidade de financiamento para 4,2% do PIB (4,4% do PIB no 2º trimestre de 2025) As Sociedades Financeiras registaram o mesmo valor de 1,3% do PIB. As Administrações Públicas passaram de uma Capacidade de 0,7% para 0,4% do PIB.

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No 3º trimestre de 2025, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 17,6% do PIB.

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No 3º trimestre de 2025, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 6,5% do PIB.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em novembro de 2025, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,1% na Zona Euro 21 e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em outubro de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,3% na Zona Euro e 0,2% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,2% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,1% em outubro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2025, os maiores aumentos foram registados no Luxemburgo (5,8%), Portugal (2,2%) e Dinamarca (1,9%). As maiores diminuições foram observadas na Croácia (-2,2%), Bélgica (-1,6%) e Eslováquia (-1,5%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 2,3% na Zona Euro 21 e na UE27, em novembro de 2025.

Portugal registou um aumento homóloga de 6,5%, após ter registado um aumento homólogo de 4,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2025, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados em Chipre (8,5%), Portugal (6,5%) e Dinamarca (6,2%). Foram observadas diminuições na Roménia (-4,6%), Eslováquia (-2,8%), Áustria (-2,2%) e Luxemburgo (-0,1%).

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(Gráfico: Eurostat)

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