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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Em dezembro de 2025, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, -0,7% e -2,7% (-1,5% e -7,2%, pela mesma ordem, em novembro de 2025). O défice da balança comercial de bens atingiu 2 871 milhões de euros, refletindo um desagravamento de 190 milhões de euros face a dezembro de 2024.

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(Gráfico: INE)

Os primeiros resultados anuais de 2025 apontam para aumentos em ambos os fluxos: +0,5% nas exportações, em abrandamento face ao ano anterior (+2,0%); +3,9% nas importações, em aceleração face a 2024 (+2,0%).

O défice da balança comercial registou um agravamento de 3 752 milhões de euros, atingindo os 32 100 milhões de euros em 2025. Os Combustíveis e lubrificantes, penalizaram o saldo da balança comercial em 2025, que se situou em -26 817 milhões de euros quando excluída esta categoria de bens, agravando-se em 4 457 milhões, face ao ano anterior, em resultado de aumentos mais acentuados nas exportações e importações: +2,5% e +6,6%, respetivamente (+1,5% e +3,1% em 2024, pela mesma ordem).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em dezembro de 2025, variações homólogas de -0,2% e 4,4%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,1 pp face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,3% no mês de novembro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,8 pp em relação ao mês anterior (5,2% em novembro).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 1 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade abaixo da observada na semana anterior, afetada pelo impacto das condições meteorológicas adversas. Em 29 de janeiro de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou 0,3% (VH), que compara com 4,7% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em dezembro de 2025, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,5% na Zona Euro (21) e 0,5% na UE27, face ao mês anterior. Em novembro de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,1% na Zona Euro e 0,2% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 3,1% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 2,4% em novembro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2025, os maiores aumentos foram registados no Luxemburgo (7,0%), na Eslováquia (3,1%) e na Croácia (1,8%). As maiores diminuições foram observadas em Portugal (-3,1%), Suécia (-1,9%) e Dinamarca (-1,6%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,4% na Zona Euro e 1,7% na UE27, em dezembro de 2025.

Portugal registou um aumento homóloga de 3,1%, após ter registado um aumento homólogo de 6,6% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2025, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Chipre (8,2%), Bulgária (7,7%) e Luxemburgo (6,2%). Foram observadas diminuições na Eslováquia (-5,1%), Roménia (-2,1%) e Estónia (-1,0%).

A variação média anual do volume do Comércio a Retalho para o ano de 2025, em comparação com 2024, foi de 2,3% tanto na Zona Euro como na UE.

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(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de dezembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 3,66%, aumentando 0,01 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 3,29% e 3,20% em novembro para 3,31% e 3,35% em dezembro, respetivamente.

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Em dezembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,02 pp, de 3,68% para 3,70%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 4,13% e 3,78%, respetivamente, após terem registado valores de 4,06% e 3,71% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 3,63%, o que compara com 3,64% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de dezembro de 2025, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 1,52%, aumentando 0,28 face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 2,14 pp.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 1,53% e 2,54% em dezembro de 2025, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,78 pp e 0,81 pp, respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Estatísticas do Emprego – INE

Em 2025, a média anual da população empregada foi de 5 275,3 mil pessoas e aumentou 3,2% (163,0 mil) em relação ao ano anterior. Já a população desempregada, estimada em 337,1 mil pessoas, diminuiu 4,0% (14,0 mil) em relação a 2024.

A taxa de desemprego foi de 6,0%, tendo diminuído em relação a 2024 (0,4 pp), correspondendo ao valor mais baixo desde 2011.

A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) situou-se em 19,5%, menos 2,1 pp do que no ano anterior, enquanto a proporção de desempregados de longa duração foi estimada em 36,8%, menos 0,1 pp do que em 2024.

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(Tabela: INE)

No 4º trimestre de 2025, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 5,8%, valor igual registado ao trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 326,3 mil indivíduos, registando uma diminuição de 0,1% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 5339,5 mil indivíduos, mais 0,1% do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Península de Setúbal com 8,0%, seguindo-se a região do Norte com 6,0% e o Alentejo com 5,9%.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em dezembro de 2025, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,01 pp (pontos percentuais), de 3,78% em novembro para 3,77%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,02 pp em comparação com o mês precedente, fixando-se em 3,7%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,02 pp, registando um valor de 3,84%. 

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Entre novembro e dezembro de 2025, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,07 pp e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,01 pp, fixando-se em 3,78% e 3,63%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação aumentaram 0,02 pp entre novembro e dezembro de 2025, fixando-se em 2,84%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo mantiveram-se, fixando-se em 8,63%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,01 pp entre novembro e dezembro de 2025, fixando-se em 3,43%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em dezembro de 2025, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e a Particulares foi de 6 832 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de -0,6% (menos 12,8 pontos percentuais, pp, face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou uma variação homóloga de -3,4% (menos 15,0 pp quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 2,2% (menos 10,5 pp face a novembro de 2025).

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Em 2025, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 69 222 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 13,4%.

O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou o valor de 29 922 milhões de euros, que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 12,1%, mais 3,24 mil milhões de euros do que em 2024. Este aumento resultou essencialmente do dinamismo dos novos contratos de empréstimos, que cresceram 3,70 mil milhões de euros, atingindo 26,6 mil milhões de euros. Pelo contrário, as renegociações diminuíram 0,46 mil milhões de euros, para 3,3 mil milhões de euros.

O valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 39 300 milhões de euros, o valor anual mais elevado desde o início da série, em 2003, e mais 4,9 mil milhões de euros do que em 2024, atingindo os 14,4% de variação homóloga acumulada.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de janeiro de 2026, foram matriculados 20 042 veículos, o que representa um aumento homólogo de 17,8%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 132,8% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 16,1% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 5,6%.

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Em janeiro de 2026, registaram-se 16 839 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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