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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 4º trimestre de 2025, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 6,9%. No trimestre anterior, tinha aumentado 4,8%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 7,0% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT resultou também da conjugação do acréscimo de 4,9% no custo médio por trabalhador e do decréscimo de 1,7% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo do custo médio por trabalhador foi transversal a todas as atividades económicas, tendo os aumentos sido maiores na Construção (6,4%) e menores na Administração Pública (4,8%). Com exceção da Indústria, que apresentou um acréscimo maior do que o registado no trimestre anterior, e da Construção, cujo valor se manteve inalterado, a Administração Pública e os Serviços registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentaram 0,7% na Administração Pública e 0,6% na Construção e diminuíram 4,2% nos Serviços e 0,8% na Indústria. Em resultado destas variações, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo o maior acréscimo sido observado nos Serviços (9,7%).

Em 2025, o ICT aumentou 5,5%, a que corresponderam acréscimos de 5,5% nos custos salariais e nos outros custos. O custo médio por trabalhador aumentou 5,5% e o número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentou 0,2%.

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(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE

No 4º trimestre de 2025, o sector do alojamento turístico registou 17,1 milhões de dormidas, correspondendo a uma variação homóloga (VH) de 1,9% (1,9% no 3.º trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 1,4 mil milhões de euros, traduzindo um acréscimo de 5,5%, VH, (7,4% no trimestre anterior).

Os mercados externos mantiveram-se dominantes (69,2% do total), embora com menor peso relativo face ao período homólogo, ao registarem 11,8 milhões de dormidas (0,9%, VH). Este foi o 5º trimestre consecutivo em que se observou uma redução do peso dos mercados externos, em termos homólogos. Por sua vez, as dormidas de residentes aumentaram 4,2% (VH) para 5,3 milhões.

No 4º trimestre, a dependência dos mercados externos, medida pela proporção de dormidas de não residentes, foi mais elevada na RA Madeira (84,0% do total), seguida do Algarve (82,1%) e da Grande Lisboa (79,0%). Em contraste, o Centro e o Alentejo apresentaram menor dependência dos mercados externos (28,0% e 35,6%, respetivamente).

A Grande Lisboa foi a região com mais dormidas no 4º trimestre de 2025 (26,8% do total), seguida do Algarve (21,0% do total) e do Norte (18,9%). As dormidas de residentes concentraram-se, sobretudo, no Norte (24,3% do total), enquanto as dos não residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (30,6% do total).

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(Gráficos: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 8 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 5 de fevereiro de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou 1,3% (VH), que compara com 2,4% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em dezembro de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,4% e 8,0%, respetivamente. No mês de novembro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,6% e 8,1%.

No conjunto do ano 2025, o Emprego e as Remunerações apresentaram variações médias anuais de 2,5% e 8,8%, respetivamente (2,4% e 10,8% no ano anterior).

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em dezembro de 2025, um valor de 113,0 pontos, diminuindo 0,6 pontos relativamente ao mês precedente (113,6 pontos em novembro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 169,0 pontos em dezembro de 2025, aumentando 0,3 pontos em relação ao mês anterior (168,7 pontos em novembro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em dezembro de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, inferior em 1,1 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (2,9%), refletindo abrandamento da atividade em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 1,3%, taxa 1,6 p.p. inferior à registada em novembro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,7% no mês anterior, para 2,6%.

No conjunto do ano de 2025, a produção na construção cresceu 2,2%, valor igual ao registado em 2024. Os segmentos da Construção de Edifícios e Engenharia Civil registaram crescimentos médios anuais de 2,7% e 1,5%, respetivamente (ambos com 2,2% no ano anterior).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 114,0 pontos em dezembro de 2025, diminuindo 0,5 pontos em relação ao mês precedente (114,5 pontos em novembro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 114,1 pontos em novembro para 112,4 em dezembro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 115,1 pontos em novembro para 116,4 pontos em dezembro.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em dezembro de 2025, variações homólogas de 2,3% e 7,9%, respectivamente, o que compara com 2,9% e 9,3% registados no mês anterior.

No conjunto do ano de 2025, os Índices de Emprego e de Remunerações registaram taxas de variação média anual de 3,4% e 9,5%, respetivamente (4,8% e 11,0% em 2024).

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Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em dezembro de 2025, valores de 128,5 pontos e 181,3 pontos, o que compara com 130,9 pontos e 213,2 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em dezembro de 2025, uma variação homóloga de -7,0%, o que se traduz numa diminuição de 4,7 pp (pontos percentuais) face ao mês precedente (-2,3%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 53,2 pontos, o que compara com 55,5 pontos no mês anterior e 57,2 pontos em dezembro de 2024.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em dezembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 3,4%, superior em 1,8 pp (pontos percentuais) ao valor registado em novembro de 2025 (1,6%).

No conjunto do ano 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços aumentou 3,7%, após o crescimento de 4,8% registado em 2024.

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 155,0 pontos em dezembro de 2025, diminuindo 0,1 pontos em relação ao mês precedente (155,1 pontos em novembro de 2025).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em janeiro de 2026, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 1,9%, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior.

O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 1,8% (2,1% em dezembro de 2025). A variação do índice relativo aos produtos energéticos foi -2,2% (-2,4% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 5,8% (6,1% em dezembro de 2025).

A variação mensal do IPC foi -0,7% (0,1% no mês precedente e -0,5% em janeiro de 2025).

A variação média dos últimos doze meses foi 2,3% (valor idêntico no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 1,9% (2,4% no mês anterior), taxa superior em 0,2 pp ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em dezembro de 2025, esta diferença tinha-se fixado em 0,4 pp).

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(Gráfico: INE)

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em dezembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 2,0%, aumentando 3,3 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de novembro de 2025 (-1,3% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 4,1% e 3,3%, após terem registado variações de 1,5% e -1,2% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 2,4% e -3,1%, após terem registado variações de 3,9% e -9,0% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2025, uma variação homóloga de 2,3%, aumentando 9,7 pp em comparação com o mês anterior (-7,4%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 0,5 pp em termos homólogos (1,9% em dezembro de 2025 face aos 2,4% registados em novembro).

No conjunto do ano de 2025, o volume de negócios na indústria teve um crescimento de 0,3%, que compara com a redução de 1,2% em 2024.

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