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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em fevereiro de 2026, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,7 para 2,8 (%, vcs).

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Entre janeiro e fevereiro de 2026, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 1,4 para 6,3 e o do Comércio diminuiu de 4,2 para 3,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -3,8 para -1,9 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de 3,2 para 2,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -17,0 (sre, ve), em fevereiro de 2026 (-13,7 em janeiro de 2026).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de janeiro de 2026, inscreveram-se nos Centros de Emprego 53 398 pessoas, o que representa uma variação mensal de 28,2% e uma variação homóloga de -13,2%. Durante este mês, foram efectuadas 6 883 colocações, o que corresponde a um aumento de 48,7% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -11,4%.

No final do mês de janeiro de 2026, estavam inscritos nos Centros de Emprego 310 708 pessoas, o que corresponde a uma variação mensal de 3,8% (11 285 pessoas) e a uma variação homóloga de -11,1% (-38 630 pessoas).

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Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-13,9%), os Açores (-13,1%) e o Norte (-12,4%).

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em janeiro de 2026, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 2 105 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,2% face ao mês anterior e a um aumento de 18,7% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2 447 euros/m2, registando um aumento de 1,3% em relação ao mês anterior e um aumento 22,8% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 527 euros/m2, aumentando 0,7% face ao mês precedente e aumentando 15,2% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,3%); Centro (0,8%); Oeste e Vale do Tejo (2,1%); Grande Lisboa (2,0%); Península de Setúbal (1,6%); Alentejo (1,9%); Algarve (1,9%); Região Autónoma dos Açores (2,0%) e Região Autónoma da Madeira (1,7%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (18,2%); Centro (12,7%); Oeste e Vale do Tejo (23,5%); Grande Lisboa (22,8%); Península de Setúbal (27,1%); Alentejo (17,0%); Algarve (20,2%); Região Autónoma dos Açores (20,0%) e Região Autónoma da Madeira (22,5%).   

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The role of international reserves in sovereign debt restructuring under fiscal adjustment

Economias emergentes com níveis elevados de endividamento tendem, frequentemente, a manter também montantes significativos de reservas internacionais. Este comportamento é, à primeira vista, intrigante, dado que os governos se financiam no exterior pagando um prémio de risco (refletido numa taxa de juro mais elevada) para compensar os credores pelo risco de incumprimento. Embora uma redução da dívida externa em montante equivalente ao das reservas internacionais diminuísse o serviço da dívida, estas reservas podem oferecer benefícios adicionais de seguro em episódios de crise associados a incumprimento. Além disso, as reservas podem ser utilizadas para melhorar a posição dos credores com maior recuperação em caso de incumprimento. Esta perceção implica uma redução do prémio de risco em períodos em que não ocorre incumprimento. Um modelo típico de incumprimento de dívida soberana, ampliado para incorporar políticas fiscais distorcionárias e reestruturação da dívida, consegue reproduzir quantitativamente os padrões empíricos observados para a dívida externa e a posição de reservas internacionais.

The role of international reserves in sovereign debt restructuring under fiscal adjustment

Apresentação 113.º Seminário DGE/GPEARI – The role of international reserves in sovereign debt restructuring under fiscal adjustment.pdf

Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em dezembro de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 851,3 mil milhões de euros, dos quais 371,0 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 480,3 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 307,4 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 172,9 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 8,1 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 8,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 0,6 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,2 mil milhões de euros.

Em 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 28,9 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 11,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 17,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 3,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 13,7 mil milhões de euros.

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Em dezembro de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,5%, menos 0,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 8,7% para 8,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em janeiro de 2026, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 5 487 milhões de euros, o que compara com um valor de -2 152 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -411 milhões de euros (385 milhões de euros registados no mês anterior).

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No final de janeiro de 2026, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 321 486 milhões de euros, aumentando 6 288 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 6,2%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 47 779 milhões de euros, diminuindo 368 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,0%.

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 3,0% em janeiro de 2026, que compara com 3,1% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em dezembro de 2025, registou o valor de 2,4% (VH – variação homóloga), inferior em 0,9 pontos percentuais em relação ao mês anterior (3,3%, VH).

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No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -12,9 (sre/ve), que compara com o valor de -12,7 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em janeiro de 2026, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,0% (VH) e para os serviços foi de 3,2% (VH). Estes valores comparam com 1,0% (VH) e 3,9% (VH) registados no mês de dezembro de 2025, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em janeiro de 2026, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,111%, registando uma diminuição de 0,019 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (3,130%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 2,847%, o que compara com 2,850% em dezembro de 2025.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 75 994 euros, registando um aumento de 724 euros face ao mês anterior (75 270 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 399 euros em janeiro de 2026, mais 2 euros que em dezembro de 2025 e igual a janeiro de 2025. Deste valor, 195 euros (48,9%) correspondem a pagamento de juros e 204 euros (51,1%) a capital amortizado. Em janeiro de 2025, a componente de juros representava 56,4% do valor médio da prestação.

Em janeiro de 2026, o valor médio da prestação nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 676 euros, o que equivale a um aumento de 1 euros relação ao mês anterior (675 euros).

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em janeiro de 2026, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -2,1%, mais 1,2 pontos percentuais (pp) face ao registado no mês anterior (-3,3%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -8,4%, menos 0,1 pp face à variação verificada no mês de dezembro de 2025 (-8,3%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -1,0% e -1,6%, respetivamente, o que compara com as variações de -2,8% e -3,3%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 1,8% (1,6 % no mês anterior).

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O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 115,5 pontos em janeiro de 2026, menos 0,1 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 0,8 pontos para 113,6 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 3,5 pontos para 105,5 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,3 pontos face ao mês anterior para 113,1 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 0,6 pontos, passando de 123,5 pontos em dezembro de 2025 para 124,1 em janeiro de 2026.

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