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DGE
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Caracterização do Ecossistema Industrial do Digital em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Eletrónica em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

O contexto atual, a União Europeia (UE) tem vindo a alertar para a necessidade de uma Autonomia Estratégica com base na relevância económica, tecnológica e potencial contribuindo para a dupla transição (verde e digital), reforçando a resiliência da economia da própria UE. Assim, ampliar o papel do Digital enquanto fator crítico para a melhoria da resiliência pessoal, social e económica, e, ao mesmo tempo, a promoção de uma sociedade, contribuirá para a competitividade do Ecossistema Industrial do Digital.

A importância deste ecossistema industrial ficou bem patente no momento de fazer face às limitações decorrentes das medidas de contenção da pandemia, com a sua importância em termos das competências digitais nas várias vertentes da vida dos cidadãos – relacionamento interpessoal, educacional, profissional, exercício da cidadania, acesso a serviços públicos e privados.

 

Ecossistema Industrial do Digital em Portugal

European funds and firm performance: Evidence from a natural experiment

Expanding regional eligibility in the access to grants can have important consequences for the performance of firms. The authors examine a quasi-natural experiment that consisted of a redrawing of administrative areas intended to increase accessibility to European Union (EU) funds using a rich administrative dataset that covers the universe of Portuguese private firms between 2003 and 2010. Their results uncover a positive causal impact of increased eligibility on firms’ sales. In contrast, employment and labour productivity do not seem to be significantly impacted by the reform. The effects are heterogeneous: while sales of firms in the services and non-tradable sectors are positively impacted, sales of firms in more competitive sectors are not affected.

European Funds and Firm Performance: Evidence from a Natural Experiment

Apresentação 92.º Seminário GEE/GPEARI – European Funds and Firm Performance: Evidence from a Natural Experiment.pdf

Vendas de Cimento – Banco de Portugal  

O Índice de Vendas de Cimento registou, em fevereiro de 2024, uma variação homóloga de 4,0%, o que se traduz numa diminuição de 19,6 p.p. face ao mês precedente (23,6%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 51,8 pontos, o que compara com 57,1 pontos no mês anterior e 49,8 pontos em fevereiro de 2023.

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Rendimento e Condições de Vida – INE  

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento é constituído por um conjunto de dados recolhidos anualmente e por um sistema que conjuga módulos que recolhem informação complementar pré-definida com periodicidade regular e módulos ad hoc sobre novas necessidades de informação.

Os resultados apresentados incluem dados da componente anual, bem como da informação relativa a 2023 sobre “Dificuldades habitacionais” e do módulo ad hoc sobre “Eficiência energética dos edifícios e dos alojamentos”.

De acordo com o INE, os resultados obtidos confirmam a degradação das condições de habitação em 2023, com a proporção de pessoas a viver em alojamentos em que o número de divisões habitáveis era insuficiente para o número e o perfil demográfico dos membros do agregado a aumentar para 12,9%, mais 3,5 p.p. do que no ano anterior (9,4%), e a proporção dos residentes em condições severas de privação habitacional a aumentar para 6,0%, mais 2,1 p.p. do que em 2020 (3,9%).

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(Gráfico: INE)

Em contrapartida, registou-se uma ligeira melhoria no rácio entre as despesas em habitação e o rendimento disponível das famílias, após dedução das transferências sociais relativas à habitação, registando-se em 2023 uma carga mediana das despesas em habitação de 9,7%, inferior ao resultado de 10,2% registado no ano anterior (menos 0,5 p.p.), e uma taxa de sobrecarga das despesas em habitação de 4,9%, pouco abaixo do valor no ano anterior (5,0%).

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(Gráfico: INE)

Relativamente ao conforto térmico da habitação, os dados recolhidos indicam que 20,8% da população vivia em 2023 em agregados em que não existia capacidade financeira para manter o alojamento confortavelmente quente, mais 3,3 p.p. do que em 2022. Portugal era em 2022 um dos 5 países da UE-27 em que esta incapacidade era mais elevada, com 17,5%, quase o dobro da média europeia de 9,3%.

A situação em termos de conforto térmico é ainda mais acentuada, se atendermos a que, à proporção dos que se encontravam em situação térmica precária por motivos financeiros, acrescem 21,6% que referem viver numa situação em que o alojamento não é suficientemente quente no inverno por outros motivos, e que 38,3% vivem em alojamentos que não são adequadamente frescos no verão.

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(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE  

Em janeiro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3,5 milhões de dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de -0,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,3 milhões de dormidas (1,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,1 milhões de dormidas (-2,6%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Oeste e Vale do Tejo (18,7%), Norte (3,7%) e Centro (3,3%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

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(Tabela: INE)

Em janeiro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 230,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 9,4%.

Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Oeste e Vale do Tejo (33,3%), Centro (14,4%) e Algarve (12,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

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(Tabela: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 10 de março de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 7 de março de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 8,5% (VH), que compara com 7,2% (VH) em 28 de fevereiro.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat  

Em janeiro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -3,2% na Zona Euro e de -2,1% na UE, face ao mês anterior. Em dezembro de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 1,6% na Zona Euro e na UE.

Portugal registou um aumento de 1,4% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 1,1% em dezembro de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Polónia (13,3%), Eslovénia (10,6%) e Lituânia (7,2%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-29,0%), Malta (-9,4%) e Estónia (-6,6%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -6,7% na Zona Euro e -5,7% na UE, em janeiro de 2024.

Portugal registou uma diminuição de 1,5%, após ter registado uma diminuição de 4,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2024, as maiores subidas foram registadas na Eslovénia (12,2%), Grécia (10,5%) e Dinamarca (5,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-34,1%), Estónia (-8,6%) e Bulgária (-7,6%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em janeiro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,5% e 11,3%, respetivamente. No mês de dezembro de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,4% e 10,1%.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em janeiro de 2024, um valor de 108,9 pontos, aumentando 1,3 pontos relativamente ao mês precedente (107,6 pontos em dezembro de 2023). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 117,0 pontos em janeiro de 2024, diminuindo 21,6 pontos em relação ao mês anterior (138,6 pontos em dezembro de 2023).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em janeiro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 4,8%, inferior em 0,6 p.p. ao valor verificado no mês anterior (5,4%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (2,5 p.p.) que apresentou, em janeiro de 2024, uma variação homóloga de 6,5% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Construção e Edifícios apresentou uma variação homóloga de 3,7% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 2,2 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 5,4% (5,8% em dezembro de 2023).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,5 pontos em janeiro de 2024, aumentando 1,5 pontos em relação ao mês precedente (110,0 pontos em dezembro de 2023). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 109,0 pontos em dezembro de 2023 para 109,8 em janeiro de 2024 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 111,6 pontos em dezembro de 2023 para 114,1 pontos em janeiro de 2024.

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