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Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em fevereiro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, inferior em 0,3 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal nula (variação idêntica no mês precedente e de 0,3% em fevereiro de 2023).

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 3,3% (3,8% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 4,2% (4,6% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a fevereiro de 2024, a taxa de variação homóloga do IHPC da área do Euro foi superior em 0,3 p.p. à do IHPC português (diferença igual à registada no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

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Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Foi publicada uma brochura que constitui uma introdução ao Relatório sobre as Megatendências 2050, a publicar no final deste ano, a qual apresenta de forma muito sintética, as 9 megatendências que deverão marcar o futuro de Portugal, com uma descrição geral e uma lista dos impactos potenciais mais relevantes no país.

Este relatório decorre da atividade da Equipa Multissetorial de Prospetiva da Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN), coordenada pelo Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública (PlanAPP) em colaboração com a Direção-Geral de Política de Defesa Nacional (DGPDN) e a Secretaria-Geral do Ambiente (SGA), na qual participa entre outros, o Gabinete de Estratégia e Estudos – GEE.

A lista foi desenvolvida por um grupo de trabalho formado dentro da Equipa, conduzindo análises e revisões de literatura, workshops colaborativos com a participação de diversos órgãos da Administração Pública e um painel de especialistas para organizar e sistematizar a informação, identificando megatendências e analisando os seus impactos em Portugal.

 

Megatendências 2050 – “O mundo em mudança: impactos em Portugal – uma breve introdução”

Índices de Valor, Volume e Preço 2023/2022

Apresentam-se neste trabalho indicadores de evolução em Valor, Volume e Preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias, por grupos e subgrupos de produtos, calculados para o período acumulado de Janeiro a Dezembro de 2023, a preços do período homólogo de 2022.

Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Combinada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos

Os índices de preço, do tipo Paasche, utilizados como deflatores dos índices de valor para o cálculo dos correspondentes índices de volume, foram calculados a partir de dados de base elementares constantes do Portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão definitiva para 2022 e preliminar para 2023, com última atualização em 9-2-2024.

Índices Valor Volume e Preço-Jan-Dez 2023_Em Análise-V2.pdf

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE  

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em janeiro de 2024, variações homólogas de 2,1%, 5,5% e 1,8%, respetivamente, o que compara com 2,5%, 5,9% e -3,1% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em janeiro de 2024, valores de 111,7 pontos, 133,8 pontos e 109,4 pontos, respetivamente, o que compara com 113,7 pontos, 160,1 pontos e 99,1 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em janeiro de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, superior em 5,8 p.p. ao valor registado em dezembro de 2023 (-4,0%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 125,4 pontos em janeiro de 2024, diminuindo 15,9 pontos em relação ao mês precedente (141,3 pontos em dezembro de 2023).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE  

No período de novembro de 2023 a janeiro de 2024, as exportações de bens registaram uma diminuição de 0,7% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 6,1% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 1516,8 milhões de euros no período analisado.

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Em termos de variações homólogas mensais, no mês de janeiro de 2024, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +0,4% e -4,5%, respetivamente (0,0% e -5,5%, pela mesma ordem, em dezembro de 2023).

No primeiro mês de 2024, destacam-se o acréscimo de Material de transporte (+13,9%) nas exportações e a diminuição dos Combustíveis e lubrificantes (-29,8%) nas importações, neste último caso, verificando-se decréscimos em volume (-19,0%) e em preço (-13,4%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em janeiro de 2024, as exportações aumentaram 1,0% e as importações decresceram 0,6% face a janeiro de 2023 (respetivamente 0,4% e -4,0% em dezembro de 2023).

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No período de novembro de 2023 a janeiro de 2024, a taxa de cobertura total foi de 76,3%, correspondendo a um acréscimo de 4,2 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 70,4%, no Comércio Extracomunitário foi de 94,7% e na Zona Euro foi de 68,9%.

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Em janeiro de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1661,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Fornecimentos Industriais com um valor de -422,4 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1182,7 milhões de euros.

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Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 2,2% em relação ao trimestre homólogo (1,9% no trimestre anterior) e uma variação de 0,8% em relação ao trimestre anterior (-0,2% no 3º trimestre de 2023).

A variação homóloga registou 0,1% na Zona Euro (0,1% no 3º trimestre de 2023) e 0,2% na UE27 (0,1% no 3º trimestre de 2023). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,0% na Zona Euro (-0,1% no 3º trimestre de 2023) e uma variação de 0,0% na UE27 (0,0% no 3º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior em Dinamarca (2,4%), Croácia (1,3%) e pela Eslovénia (1,1%). As maiores quedas foram observadas na Irlanda (-3,4%), Estónia e Finlândia (ambas -0,7%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB em Malta e Croácia (ambos 4,3%), Dinamarca (3,1%) e Eslovénia (2,6%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Irlanda (-9,1%), Estónia (-2,5%) e Finlândia (-1,8%).

Nos EUA, no 4º trimestre de 2023, o PIB aumentou 3,1% em termos homólogos (2,9% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,8% em comparação com o trimestre anterior (1,2% no 3º trimestre de 2023).

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(Gráficos: Eurostat)

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em janeiro de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 5 658 milhões de euros, o que compara com um valor de -721 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -352 milhões de euros (-308 milhões de euros registados no mês anterior).

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No final de janeiro de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 279 163 milhões de euros, aumentando 4 003 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 1,7%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 38 785 milhões de euros, diminuindo 389 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 9,6%.

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Rendimento e Condições de Vida Transmissão intergeracional de vantagens e desvantagens sociais – INE

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento é atualmente constituído por um conjunto de dados que são recolhidos anualmente e por um sistema que conjuga módulos que recolhem informação complementar pré-definida com periodicidade regular e módulos ad hoc sobre novas necessidades de informação.

Os resultados apresentados incluem dados da componente anual, bem como da informação relativa a 2023 sobre “Transmissão intergeracional de vantagens e desvantagens sociais”, relativo à população dos 25 aos 59 anos, o que permite o desenvolvimento de uma análise da relação entre características sociodemográficas parentais e as condições de pobreza no presente. A informação recolhida tem como referência o contexto parental dos inquiridos quando estes tinham cerca 14 anos de idade.

A população com idade dos 25 aos 59 anos representava 45,8% do total da população no início de 2023 (4,8 milhões de pessoas). Destas, 14,9% estavam em risco de pobreza em 2022, valor inferior ao obtido para a população em geral (17,0%).

Os riscos de pobreza em 2022 eram de 17,3% e 17,2%, respetivamente, para aqueles em que o pai, ou a mãe, não tinha completado mais do que o atual ensino básico, pouco acima da média nacional (17,0%), mas substancialmente mais baixos para aqueles em que, aos 14 anos, um dos progenitores tinha concluído o ensino secundário, pós-secundário não universitário ou superior (6,8% quando era o pai; 8,6% quando era a mãe).

Para aqueles que residiam, aos 14 anos, num agregado cujo pai era português, o risco de pobreza em 2022 era 13,7%, que compara com 25,1% nas situações em que o pai era estrangeiro. Verifica-se um padrão semelhante em relação aos resultados para a nacionalidade da mãe: 13,8% quando portuguesa e 25,5% quando estrangeira.

73,6% da população inquirida valorizou a situação financeira do agregado em que vivia aos 14 anos como moderadamente boa, boa ou muito boa. Apesar disso, 12,2% encontrava-se em situação de pobreza em 2022, ainda que numa dimensão bastante inferior à incidência da pobreza (21,2%) observada quando a situação financeira aos 14 anos era avaliada como moderadamente má, má ou muito má.

Mais de 95% dos inquiridos tinham, aos 14 anos, as necessidades educativas e alimentares básicas satisfeitas, mas apenas 46,8% tinham possibilidade de ter uma semana de férias, por ano, fora de casa.

O risco de pobreza é maior para aqueles que, aos 14 anos, viviam apenas com um dos progenitores.

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(Gráficos: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em janeiro de 2024, variações homólogas de 0,2% e 5,9%, respetivamente. O Índice de Emprego registou o mesmo valor face à variação homóloga registada no mês precedente (0,2% no mês de dezembro de 2023), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,6 p.p. em relação ao mês anterior (5,3% em dezembro de 2023). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 0,1% em janeiro de 2024, aumentando 4,1 p.p. face à registada em dezembro de 2023.

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