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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em fevereiro de 2026, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,4% na Zona Euro e 0,4% na UE, face ao mês anterior. Em janeiro de 2026, a produção industrial tinha registado variações de -0,8% na Zona Euro e de -0,9% na UE.

Portugal registou uma diminuição de 0,1% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 4,1% em janeiro de 2026.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2026, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (5,7%), Finlândia (3,3%) e Suécia (3,2%). As maiores diminuições foram observadas em Malta (-6,0%), Luxemburgo (-4,6%) e Grécia (-2,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -0,6% na Zona Euro e -0,1% na UE, em fevereiro de 2026. Portugal registou uma diminuição de 4,0%, após ter registado um aumento de 0,9% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2026, os maiores aumentos foram registados na Suécia (7,7%), Bélgica (7,4%) e Dinamarca (5,8%). As maiores diminuições foram observadas no Luxemburgo (-17,0%), Irlanda (-10,0%) e Bulgária (-8,0%).

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(Gráfico: Eurostat)

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World Economic Outlook – FMI

No World Economic Outlook (WEO) divulgado hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa de 1,9% para 2026 (revisão em baixa em 0,2 pontos percentuais (pp) face às previsões do WEO de outubro de 2025) e de 1,8% em 2027.

As previsões do FMI para a taxa de desemprego para Portugal são de 5,9% para 2026 e 2027 (revisto em baixa em 0,4 pp para 2026, face às previsões do WEO de outubro de 2025).

Relativamente ao saldo da Balança Corrente em percentagem do PIB, o FMI prevê um valor de 0,5% e 0,7% para 2026 e 2027, respetivamente (1,9% para 2026 nas previsões de outubro).

No que se refere à variação do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), o FMI prevê 3,1% para 2026 e 2,3% para 2027 (2,1% para 2026 nas previsões de outubro).

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(Tabela FMI)

O FMI prevê, ainda, um crescimento real do PIB mundial de 3,1% em 2026 (revisão em baixa em 0,2 pp face ao update de janeiro de 2026) e de 3,2% em 2027 (sem revisão face ao update de janeiro de 2026).

As economias desenvolvidas deverão ter um aumento do PIB de 1,8% em 2026 e um aumento de 1,7% em 2027.

Prevê para a Zona Euro um crescimento do PIB de 1,1% em 2026 (valor revisto em baixa em 0,2 pp face ao update de janeiro) e de 1,2% em 2027 (valor revisto em baixa em 0,2 pp face ao update de janeiro).

O crescimento do PIB previsto pelo FMI para os países emergentes é de 3,9% em 2026 e 4,2% em 2027.

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(Tabela: FMI)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em fevereiro de 2026, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,1% e 6,5%, respetivamente. No mês de janeiro de 2026, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,8% e 7,8%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,6% no Índice de Emprego e de 8,5% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em fevereiro de 2026, um valor de 114,1 pontos, aumentando 0,4 pontos relativamente ao mês precedente (113,7 pontos em janeiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 138,7 pontos em fevereiro de 2026, aumentando 2,2 pontos em relação ao mês anterior (136,5 pontos em janeiro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em fevereiro de 2026, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 0,4%, inferior em 1,0 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (1,4%).

A Construção de Edifícios contraiu 0,8%, taxa inferior em 1,2 pp à registada em janeiro, e a Engenharia Civil passou de um crescimento de 3,0% em janeiro, para 2,2% em fevereiro.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,0% (2,4% em janeiro de 2026).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 113,0 pontos em fevereiro de 2026, aumentando 0,2 pontos em relação ao mês precedente (112,8 pontos em janeiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 110,7 pontos em janeiro para 111,6 em fevereiro e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 115,9 pontos em janeiro para 115,2 pontos em fevereiro.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em fevereiro de 2026, variações homólogas de 1,6% e 8,0%, respectivamente, o que compara com 2,3% e 8,0% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em fevereiro de 2026, valores de 126,5 pontos e 157,4 pontos, o que compara com 127,1 pontos e 155,7 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em fevereiro de 2026, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 0,9%, inferior em 0,3 pp (pontos percentuais) ao valor registado em janeiro de 2026 (1,2%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 156,7 pontos em fevereiro de 2026, diminuindo 1,4 pontos em relação ao mês precedente (158,1 pontos em janeiro de 2026).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em março de 2026, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 2,7%, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior.

A aceleração do IPC é quase na totalidade explicada pelo aumento do preço dos combustíveis. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,0% (1,9% em fevereiro).

A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 5,7% (-2,2% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 6,4% (6,7% no mês anterior).

A variação mensal do IPC foi 2,0% (0,1% no mês precedente e 1,4% em março de 2025).

A variação média dos últimos doze meses foi 2,3% (valor idêntico no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,7% (2,1% no mês anterior). Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a março de 2026, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,2 pp à da área do Euro (em fevereiro, esta diferença tinha sido idêntica).

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(Gráfico: INE)

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em dezembro de 2025, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -153 972 milhões de euros (-50,2% do PIB), o que compara com -161 877 milhões em setembro de 2025 (-53,6% do PIB).

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O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 687.324 milhões de euros (227,4% do PIB), em setembro de 2025, para 688 180 milhões de euros (224,3% do PIB) em dezembro de 2025.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 446 567 milhões de euros (145,6% do PIB) em dezembro de 2025, o que compara com 455 712 milhões em setembro de 2025 (150,8% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 161.877 milhões de euros (53,6% do PIB), em setembro de 2025, para 153 972 milhões de euros (50,2% do PIB) em dezembro de 2025.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 66 952 milhões de euros (21,8% do PIB) em dezembro de 2025, o que compara com 78 667 milhões em setembro de 2025 (26,0% do PIB). 

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Em dezembro de 2025, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 93,4% do PIB (286 524 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 8,9 p.p. face a setembro de 2025 (102,3%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 96,5% em dezembro de 2025, o que compara com 95,8% em setembro de 2025. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em dezembro de 2025 aos 83,7%, o que compara com 85,2% em setembro de 2025.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 4º trimestre de 2025, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,4 pontos percentuais (pp) do que no trimestre anterior (2,3%).

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Verificou-se a redução da necessidade líquida de financiamento das Sociedades não Financeiras para 3,1% do PIB (3,5% do PIB no 3º trimestre de 2025). As Famílias reduziram a sua Capacidade de financiamento para 3,9% do PIB (4,0% do PIB no 3º trimestre de 2025). As Sociedades Financeiras diminuíram, em relação ao trimestre anterior, a sua capacidade financeira de 1,2% para 1,1% do PIB, respetivamente. As Administrações Públicas passaram de uma Capacidade de 0,6% para 0,8% do PIB.

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No 4º trimestre de 2025, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 13,8 % do PIB.

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No 4º trimestre de 2025, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 6,1% do PIB.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 5 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada na semana anterior. Em 2 de abril de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou -1,7% (VH), que compara com -3,1% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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