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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No período de junho a agosto de 2024, as exportações de bens registaram um aumento de 6,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 3,7% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 239,2 milhões de euros no período analisado.

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Em termos de variações homólogas mensais, no mês de agosto de 2024, registaram-se variações homólogas nominais de -1,3% nas exportações e de 1,6% nas importações de bens (23,9% e 15,7%, pela mesma ordem, em julho de 2024).

No mês de agosto de 2024, destacaram-se, face ao período homólogo, a diminuição das exportações de Material de transporte (-10,6%) e os acréscimos das importações de Fornecimentos industriais (4,2%) e de Bens de consumo (6,5%).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2024, registou-se um decréscimo de 1,0% nas exportações e um acréscimo de 2,0% nas importações (+21,9% e +12,8%, respetivamente, em julho de 2024).

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No período de junho a agosto de 2024, a taxa de cobertura total foi de 74,8%, correspondendo a um acréscimo de 1,9 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 79,9% e na Zona Euro foi de 70,8%.

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Em agosto de 2024, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2641,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -684,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 488,4 milhões de euros.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em setembro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,8%, superior em 0,4 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,3%, o que compara com uma variação de -0,3% no mês anterior e de 1,1% em setembro de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,2% (2,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,6%, (2,7% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, aumentando 0,8 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a setembro de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,8 p.p. à da área do Euro (em agosto, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido inferior em 0,4 p.p. à da área do Euro).

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(Gráfico: INE)

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TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

O presente Tema Económico aborda as qualificações digitais em Portugal, destacando a sua evolução e importância estratégica no contexto da transformação digital da economia e da sociedade. A análise inicia-se com a contextualização das competências digitais, nomeadamente no âmbito da Inteligência Artificial (IA), e a sua relevância para a economia global. Em seguida, o panorama digital em Portugal é analisado através de indicadores de conectividade, de capital humano, de integração das tecnologias digitais e de serviços públicos digitais, comparando o desempenho do país com a média da União Europeia (UE).

A secção sobre qualificações digitais define e realça a importância destas competências, analisando os níveis de literacia digital da população portuguesa, em comparação com outros países da UE. São apresentados casos de sucesso, evidenciando-se iniciativas nacionais.

No âmbito das políticas públicas, são descritas as estratégias em vigor em Portugal para promover as competências digitais, além de uma análise das políticas da UE e globais. A discussão avança para os desafios futuros e recomendações, enfatizando a rápida evolução tecnológica, a necessidade de adaptação contínua, a formação contínua, a inclusão digital e as políticas públicas focadas no aumento do financiamento para a educação digital.

As conclusões refletem sobre a situação atual e as perspetivas futuras, sublinhando a importância estratégica das competências digitais para o desenvolvimento económico e social de Portugal, e a necessidade de um esforço colaborativo contínuo entre entidades públicas, instituições de ensino e empresas.

Este trabalho visa fornecer uma visão sobre as qualificações digitais em Portugal, destacando os progressos alcançados e os desafios que subsistem, propondo recomendações para assegurar que o país possa acompanhar a evolução tecnológica e maximizar os benefícios da transformação digital.

 

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

O presente Tema Económico aborda as qualificações digitais em Portugal, destacando a sua evolução e importância estratégica no contexto da transformação digital da economia e da sociedade. A análise inicia-se com a contextualização das competências digitais, nomeadamente no âmbito da Inteligência Artificial (IA), e a sua relevância para a economia global. Em seguida, o panorama digital em Portugal é analisado através de indicadores de conectividade, de capital humano, de integração das tecnologias digitais e de serviços públicos digitais, comparando o desempenho do país com a média da União Europeia (UE).

A secção sobre qualificações digitais define e realça a importância destas competências, analisando os níveis de literacia digital da população portuguesa, em comparação com outros países da UE. São apresentados casos de sucesso, evidenciando-se iniciativas nacionais.

No âmbito das políticas públicas, são descritas as estratégias em vigor em Portugal para promover as competências digitais, além de uma análise das políticas da UE e globais. A discussão avança para os desafios futuros e recomendações, enfatizando a rápida evolução tecnológica, a necessidade de adaptação contínua, a formação contínua, a inclusão digital e as políticas públicas focadas no aumento do financiamento para a educação digital.

As conclusões refletem sobre a situação atual e as perspetivas futuras, sublinhando a importância estratégica das competências digitais para o desenvolvimento económico e social de Portugal, e a necessidade de um esforço colaborativo contínuo entre entidades públicas, instituições de ensino e empresas.

Este trabalho visa fornecer uma visão sobre as qualificações digitais em Portugal, destacando os progressos alcançados e os desafios que subsistem, propondo recomendações para assegurar que o país possa acompanhar a evolução tecnológica e maximizar os benefícios da transformação digital.

 

TE 125 – Qualificações Digitais em Portugal

Conferência “Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e do Vestuário”

Realiza-se a 21 de outubro, no Auditório do CITEVE, em Vila Nova de Famalicão, a conferência “Estudos Setoriais 2030 – 1.ª Edição – Indústria Têxtil e do Vestuário”, cujas inscrições já estão abertas.

Nesta conferência, com intervenção de abertura pelo Secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, serão apresentados os resultados da 1.ª Edição dos Estudos Setoriais 2030, dedicada à Indústria Têxtil e do Vestuário, desenvolvida pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE).

Com os objetivos de diagnóstico, de roteiro das principais medidas de política aplicáveis ao setor e de identificação dos seus desafios e oportunidades, os Estudos Setoriais 2030 têm por base a análise estatística, mas também estratégica, de posicionamento e de fatores determinantes da competitividade, apoiada pela consulta direta a diferentes stakeholders e pelo desenvolvimento de Estudos de Caso.

A conferência conta ainda com diversos oradores diretamente ligados à Indústria Têxtil e do Vestuário em Portugal.

Para mais informações, veja aqui o programa detalhado da conferência, que decorrerá entre as 9:30 e as 12:30 do dia 21 de outubro.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição prévia, limitada à capacidade da sala.

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em agosto de 2024, variações homólogas de -0,2% e 6,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,1% no mês de julho de 2024), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 1,0 p.p. em relação ao mês anterior (7,1% em julho de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de -2,0% em agosto de 2024, diminuindo 7,3 p.p. face à registada em julho de 2024.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -1,0%, aumentando 0,9 p.p. em relação ao observado no mês de julho de 2024 (-1,9% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 0,4% e -1,2%, após terem registado variações de -0,4% e 1,0% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 2,8% e -5,5%, após terem registado variações de -9,6% e -1,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em agosto de 2024, uma variação homóloga de 0,4%, aumentando 1,7 p.p. em comparação com o mês anterior (-1,3%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 0,3 p.p. em termos homólogos (-1,9% em agosto de 2024 face aos -2,2% registados em julho de 2024).

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Boletim Económico – Banco de Portugal

O Boletim Económico (BE) de outubro do Banco de Portugal (BdP) prevê um aumento do PIB de 1,6% para 2024, tendo sido revisto em baixa face à previsão de 2,0% nas projecções de junho de 2024. Revê em baixa a previsão do crescimento do PIB para 2025 em 0,2 p.p. (de 2,3% na previsão do BE de junho para 2,1% na previsão do BE de hoje) e mantém a previsão para 2026 em 2,2%.

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2024 são de 2,6%, sendo revistas em alta em 0,1 p.p. face às projecções de junho.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2024 é revisto em baixa de 4,4% para 4,2%.

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(Tabela: Banco de Portugal)

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em julho de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,2% na Zona Euro (ZE20) e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em junho de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e 0,1% na UE27.

Portugal registou um aumento de 1,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,5% em junho de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos foram registados no Luxemburgo (5,3%), Chipre (2,2%) e Roménia (1,6%). As maiores diminuições ocorreram na Dinamarca (-1,5%), Eslováquia (-1,1%), Bulgária e Croácia (ambas -0,7%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 0,8% na Zona Euro e aumentou 1,0% na UE27, em julho de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 5,4%, após ter registado um aumento homólogo de 2,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (17,3%), Roménia (8,9%), Croácia e Chipre (ambos 5,7%). As maiores diminuições foram observadas na Estónia (-2,7%), Bélgica (-1,7%), Dinamarca e Irlanda (ambas -1,6%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 29 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 26 de setembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 4,6% (VH), que compara com 5,2% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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