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Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito – Banco de Portugal

A avaliação da oferta e da procura refere-se ao terceiro trimestre de 2024, por comparação com o trimestre anterior. As expectativas referem-se ao quarto trimestre de 2024.

Oferta:

  • Critérios de concessão de crédito: praticamente sem alterações no segmento das empresas e dos particulares para aquisição de habitação e para consumo e outros fins.
  • Termos e condições do crédito: ligeira diminuição na taxa de juro praticada e no spread aplicado nos empréstimos de risco médio concedidos a PME. Condições ligeiramente mais restritivas no que respeita à maturidade nos empréstimos para aquisição de habitação. Termos e condições praticamente sem alterações nos empréstimos ao consumo e outros fins.

– Fatores: no crédito a empresas, a concorrência de outras instituições bancárias contribuiu ligeiramente para a diminuição da taxa de juro e do spread.

  • Proporção de pedidos de empréstimo rejeitados: sem alterações nos empréstimos a empresas e ligeiro aumento nos empréstimos a particulares em ambos os segmentos de crédito.
  • Expetativas: critérios de concessão praticamente inalterados, tanto no crédito a empresas como no crédito a particulares.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

A oferta de crédito corresponde aos critérios de concessão reportados pelos bancos (calculado com base num inquérito aos cinco principais bancos portugueses). O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem critérios menos (mais) restritivos. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em outubro de 2024, o Índice de difusão para a oferta de crédito foi de 0.

Procura:

  • Procura de empréstimos por parte de empresas: praticamente sem alterações, transversal a empresas de diferentes dimensões e a diferentes prazos do empréstimo.

– Fatores: o recurso à geração interna de fundos como fonte de financiamento alternativa contribuiu ligeiramente para diminuir a procura de empréstimos por empresas.

  • Procura de empréstimos por parte de particulares: ligeiro aumento no segmento da habitação e praticamente sem alterações no segmento do consumo e outros fins.

– Fatores: o regime regulamentar e fiscal do mercado da habitação e, em menor grau, a confiança dos consumidores contribuíram ligeiramente para o aumento da procura de empréstimos para aquisição de habitação.

  • Expetativas: aumento da procura de empréstimos por empresas, sobretudo por PME e por empréstimos de longo prazo. Nos particulares, ligeiro aumento da procura no segmento da habitação e praticamente sem alterações no segmento do consumo e outros fins.

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(Gráficos: Banco de Portugal)

O índice de difusão varia entre -100 e 100. Valores inferiores (superiores) a zero traduzem uma redução (um aumento) da procura. O valor zero corresponde a praticamente sem alteração. Os dados para o último trimestre correspondem a expetativas dos bancos inquiridos.

Em outubro de 2024, o Índice de difusão para a procura de crédito foi de 0.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em agosto de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,7% e 9,8%, respetivamente. No mês de julho de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,3% e 9,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 3,2% no Índice de Emprego e de 10,5% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em agosto de 2024, um valor de 110,9 pontos, diminuindo 0,1 pontos relativamente ao mês precedente (111,1 pontos em julho). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 130,3 pontos em agosto de 2024, diminuindo 16 pontos em relação ao mês anterior (146,2 pontos em julho).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, superior em 0,5 p.p. ao valor verificado no mês anterior (1,8%).

A Construção de Edifícios aumentou 2,7%, taxa 0,5 p.p. superior à registada em julho e a Engenharia Civil passou de um crescimento de 1,2% no mês anterior, para 1,8% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,5% (3,8% em julho de 2024).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 110,9 pontos em agosto de 2024, diminuindo 0,2 pontos em relação ao mês precedente (111,1 pontos em julho). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 110,3 pontos em julho para 111,0 em agosto e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 112,3 pontos em julho para 110,7 pontos em agosto.

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Atividade Turística – INE

Em agosto de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 10,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 3,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,9 milhões de dormidas (3,4%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 3,6 milhões de dormidas (4,6%, VH).

De janeiro a agosto de 2024, a hotelaria registou 55,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 16,5 milhões de dormidas (1,5%, VHA) e os não residentes representam 38,7 milhões de dormidas (5,2%, VHA).

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Em agosto de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 948,1 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 7,8%.   

Em termos regionais (NUTS II), em agosto de 2024, destacam-se as regiões do RA Açores (23,4%), do Alentejo (12,6%) e do Norte (10,3%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a agosto de 2024, foram registados 4531,0 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 10,5%.     

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Indicadores económico-financeiros das empresas não financeiras privadas – Banco de Portugal

Em 2023, o volume de negócios das empresas aumentou 2,4% em relação a 2022. Este aumento foi mais contido do que o observado no ano anterior (24,0%), que tinha refletido a recuperação da economia no período pós-pandemia e o aumento dos preços praticados pelas empresas, impulsionado pela subida dos preços da energia e de outras matérias-primas internacionais.

Apesar do aumento mais contido em 2023, o EBITDA das empresas (resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos) aumentou 12,2%, em decurso da redução dos custos com mercadorias vendidas e matérias consumidas (-3,8%), embora os gastos com pessoal tenham subido (+11,5%). O aumento do EBITDA foi transversal a todos os sectores de atividade. O sector da eletricidade, gás e água foi o que registou a maior redução nas vendas, mas, em contrapartida, foi o que teve o crescimento mais expressivo no EBITDA (+44,6%).

A rendibilidade do ativo (rácio entre o EBITDA e o total do ativo) aumentou para 9,5% em 2023 (8,8% em 2022).

A rendibilidade dos capitais próprios (rácio entre o resultado líquido e o capital próprio) manteve-se em 10,5%. Apesar do aumento verificado no resultado líquido, os capitais próprios cresceram de forma mais acentuada. Refira-se que o Orçamento do Estado de 2023 contemplou um novo regime de incentivo à capitalização das empresas (ICE).

Por sector de atividade, os setores da eletricidade, gás e água e as outras atividades foram os que registaram os maiores aumentos da rendibilidade dos capitais próprios [+3,3 pontos percentuais (pp) e +0,3 pp, respetivamente]. Pelo contrário, os sectores do comércio e dos transportes e armazenagem foram os que apresentaram as maiores quedas (-1,5 pp e -2,2 pp, respetivamente), devido à redução no resultado líquido (-3,1% e -3,6%).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Em 2023, as empresas reforçaram os capitais próprios, tendo a autonomia financeira (rácio do capital próprio no total do ativo) aumentado para 42,8% (40,0% em 2022). Este incremento foi observado em todos os sectores de atividade, com destaque para o sector das indústrias e da eletricidade, gás e água (+4 pp e +6,2 pp, respetivamente).

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Num contexto de subida das taxas de juro, iniciado em 2022, o custo dos financiamentos obtidos pelas empresas subiu 1,5 pp: passou de 3,0%, em 2022, para 4,5% em 2023. O aumento do custo dos financiamentos do primeiro quartil de empresas situou-se, no máximo, em 0,8 pp (aumento de 1,1% para 1,9%). Por outro lado, 25% das empresas registaram um custo dos financiamentos igual ou superior a 6,8% em 2023 (aumento de, pelo menos, 2,3 pp, relativamente a 2022).

Por conseguinte, a cobertura dos gastos de financiamento — que mede o número de vezes que o EBITDA gerado cobre os gastos de financiamento — reduziu-se de 10,1 vezes, em 2022, para 7,7 vezes em 2023. O aumento do custo dos financiamentos e a redução da cobertura dos gastos de financiamento pelo EBITDA foram transversais a todos os sectores, com exceção do sector da eletricidade, gás e água.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Em 2023, 13,9% das empresas não conseguiram gerar EBITDA suficiente para cobrir os seus gastos de financiamento, o que representa um aumento de 0,4 pp relativamente a 2022. Este aumento foi observado na generalidade dos sectores, exceto no comércio, no qual a percentagem não se alterou (14,4%).

Em 2023, 31,9% das empresas tiveram EBITDA negativo, o que representa um aumento de 0,3 pp em comparação com o ano anterior.

A percentagem de empresas com resultados líquidos negativos foi de 37,8%, mais 0,6 pp do que em 2022. Este aumento foi transversal à generalidade dos sectores, com exceção do sector da eletricidade, gás e água (-0,4 pp) e do comércio (-0,2 pp).

A percentagem de empresas com capital próprio negativo — aquelas cujo passivo supera o ativo — também aumentou, passando de 26,3%, em 2022, para 26,4% em 2023.

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 6 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 3 de outubro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 5,2% (VH), que compara com 4,6% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em junho de 2024, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -180 470 milhões de euros (-65,6% do PIB), o que compara com -182 206 milhões em março de 2024 (-67,2% do PIB).

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O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 606.281 milhões de euros (223,5% do PIB) em março de 2024 para 616 331 milhões de euros (224,1% do PIB) em junho de 2024.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 409 170 milhões de euros (148,8% do PIB) em junho de 2024, o que compara com 405 284 milhões em março de 2024 (149,4% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 207.380 milhões de euros (76,4% do PIB) em março de 2024 para 207 285 milhões de euros (75,4% do PIB) em junho de 2024.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em -133 464 milhões de euros (48,5% do PIB) em junho de 2024, o que compara com -136 508 milhões em março de 2024 (50,3% do PIB). 

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Em junho de 2024, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 104,8% do PIB (288 221 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de um aumento de 0,4 p.p. face a março de 2024 (104,4%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 97,3% em junho de 2024, o que compara com 99,1% em março de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em junho de 2024 aos 90,7%, o que compara com 89,8% em março de 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 2º trimestre de 2024, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (2,5%).

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As Famílias aumentaram a sua capacidade de financiamento para 3,4% do PIB (2,8% do PIB no 1º trimestre de 2024).

As Sociedades Financeiras diminuiram, em relação ao trimestre anterior, a sua capacidade financeira de 2,4% para 2,0% do PIB.

As Sociedades não Financeiras aumentaram a sua necessidade líquida de financiamento de 3,3% para 3,6% do PIB.

As Administrações Públicas aumentaram a sua capacidade líquida de financiamento de 0,6% para 1,2% do PIB.

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No 2º trimestre de 2024, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,0% do PIB.

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No 2º trimestre de 2024, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 3,6 % do PIB.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em agosto de 2024, variações homólogas de 3,9%, 9,7% e -1,0%, respectivamente, o que compara com 4,5%, 10,1% e 0,5% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2024, valores de 127,5 pontos, 146,0 pontos e 119,1 pontos, respectivamente, o que compara com 128,3 pontos, 160,8 pontos e 125,5 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em agosto de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 5,6%, superior em 1,8 p.p. ao valor registado em julho de 2024 (3,8%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 149,4 pontos em agosto de 2024, aumentando 1,8 pontos em relação ao mês precedente (147,6 pontos em julho).

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