Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:21.369

Inflação – IHPC – Eurostat

Em setembro de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,6%, superior em 0,8 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 1,6% entre agosto e setembro de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 1,7%, diminuindo 0,5 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,1% (VH) em setembro de 2024, diminuindo em 0,3 p.p. face ao valor de agosto. A variação mensal do índice situou-se em -0,1% na Zona Euro e na UE27.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,6% para Portugal, de 2,5% para a Zona Euro e 2,8% para a UE27.

88

Download PDF

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 13 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada nas semanas anteriores. Em 10 de outubro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 3,7% (VH), que compara com 5,4% (VH) na semana anterior.

87

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Download PDF

Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em setembro de 2024, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 0,9%, menos 1,1 p.p. face ao registado no mês anterior (2,0%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -3,4%, menos 4,9 p.p. face à variação verificada no mês de agosto de 2024 (1,5%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 3,3% e 1,4%, respetivamente, o que compara com as variações de 3,4% e 1,7%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de -0,2% (0,0% no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 0,4% em termos homólogos (1,0% no mês anterior) e de -0,7% em termos mensais (0,0% em setembro de 2023).

85

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 119,6 pontos em setembro, menos 1,2 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 1,1 pontos para 117,9 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 3,8 pontos para 115,0 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento diminuiu 0,3 pontos face ao mês anterior para 109,6 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 0,2 pontos, passando de 129,1 pontos em agosto para 128,9 em setembro.

86

Download PDF

Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,1% em setembro de 2024, que compara com 1,6% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em agosto de 2024, registou o valor de 1,4% (VH), superior em 1,1 p.p. em relação ao mês anterior (0,3%, VH).

82

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -16,5 (sre/ve), que compara com o valor de -14,9 (sre/ve) registado no mês anterior.

83

Ainda em setembro de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 0,4% (VH) e para os serviços foi de 4,5% (VH). Estes valores comparam com 0,6% (VH) e 3,6% (VH) registados no mês de agosto de 2024, respetivamente.

84

Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

Download PDF

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em setembro de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 261 milhões de euros, o que compara com um valor de -43 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 1 301 milhões de euros (81 milhões de euros registados no mês anterior).

79

No final de setembro de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 301 276 milhões de euros, aumentando 2888 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,6%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 42 520 milhões de euros, aumentando 1396 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,9%.

80

81

Download PDF

TE 126 – Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa

A União Europeia (UE), nos últimos anos, tem enfrentado desafios súbitos com fortes implicações sociais e económicas. A UE reconhece a necessidade de acelerar a sua transição ecológica e digital para promover a sua competitividade a longo-prazo e tornar-se líder em setores-chave. Para este efeito necessita de investimento significativo, público e privado, em setores estratégicos, mantendo condições de concorrência equitativas no mercado único e a coesão.
A criação da Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa (STEP – Strategic Technologies for Europe Platform) vem reforçar e mobilizar os instrumentos existentes na UE, visando contribuir para maior celeridade e eficácia do desempenho dos apoios financeiros dirigidos a tecnologias consideradas prioritárias. No âmbito da STEP, é criado o Selo de Soberania, atribuível aos projetos que comprovem contribuir para os objetivos da STEP, dando-lhes visibilidade e atratividade de investimento. Também é criado o Portal de Soberania, que dará visibilidade às atividades da STEP e funcionará como fonte de informação privilegiada para os investidores que pretendam apostar nas tecnologias digitais, ecológicas e biotecnologias consideradas críticas. Os objetivos da STEP focam-se no apoio à viabilização das prioridades tecnológicas identificadas nos diversos documentos da estratégia de política industrial da EU.
Numa análise de compatibilidade entre a Estratégia de Especialização Inteligentes 2030 para Portugal (ENEI 2030) e as áreas tecnológicas críticas da STEP, observa-se um alinhamento positivo entre as prioridades estabelecidas em ambas as iniciativas de política pública.

 

TE 126 – Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa

TE 126 – Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa

A União Europeia (UE), nos últimos anos, tem enfrentado desafios súbitos com fortes implicações sociais e económicas. A UE reconhece a necessidade de acelerar a sua transição ecológica e digital para promover a sua competitividade a longo-prazo e tornar-se líder em setores-chave. Para este efeito necessita de investimento significativo, público e privado, em setores estratégicos, mantendo condições de concorrência equitativas no mercado único e a coesão.
A criação da Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa (STEP – Strategic Technologies for Europe Platform) vem reforçar e mobilizar os instrumentos existentes na UE, visando contribuir para maior celeridade e eficácia do desempenho dos apoios financeiros dirigidos a tecnologias consideradas prioritárias. No âmbito da STEP, é criado o Selo de Soberania, atribuível aos projetos que comprovem contribuir para os objetivos da STEP, dando-lhes visibilidade e atratividade de investimento. Também é criado o Portal de Soberania, que dará visibilidade às atividades da STEP e funcionará como fonte de informação privilegiada para os investidores que pretendam apostar nas tecnologias digitais, ecológicas e biotecnologias consideradas críticas. Os objetivos da STEP focam-se no apoio à viabilização das prioridades tecnológicas identificadas nos diversos documentos da estratégia de política industrial da EU.
Numa análise de compatibilidade entre a Estratégia de Especialização Inteligentes 2030 para Portugal (ENEI 2030) e as áreas tecnológicas críticas da STEP, observa-se um alinhamento positivo entre as prioridades estabelecidas em ambas as iniciativas de política pública.

 

TE 126 – Plataforma de Tecnologias Estratégicas para a Europa

PMR 2023: Análise das restrições regulatórias no setor do Retalho e dos Encargos Administrativos sobre as Empresas

O Product Market Regulation (PMR) da OCDE afigura-se um dos mais relevantes índices compósitos que permitem avaliar, quantitativamente, o grau de restritividade da arquitetura legal dos países no âmbito do mercado de produtos e serviços. A literatura vem realçando que um ambiente regulatório pouco restritivo nos mercados de bens e serviços impulsiona o dinamismo empresarial, a criação de empregos e a produtividade. No seguimento da edição de 2023 do PMR, esta análise pretende destacar dois dos seus indicadores com particular relevância o Ministério da Economia: o indicador do setor do Retalho e o indicador associado aos Requisitos Administrativos para as Sociedades de Responsabilidade Limitada e Empresários em Nome Individual, os quais permitem captar a restritividade regulatória no processo de constituição de empresas.
Analisando o setor do Retalho, Portugal apresenta um dos enquadramentos mais restritivos entre os países da OCDE, sobretudo em termos de requisitos para a abertura de estabelecimentos e regulamentação de vendas, barreiras regulatórias que podem dificultar a entrada de novas empresas no setor.
Quanto aos Requisitos Administrativos para as Sociedades de Responsabilidade Limitada e Empresários em Nome Individual, transversal a todos os setores, Portugal destaca-se negativamente pela complexidade do processo de criação de empresas, particularmente no que respeita à constituição de empresas em nome individual. Do exercício comparativo constata-se um diferencial que distancia o quadro regulatório português daqueles menos onerosos, existindo espaço para a prossecução de reformas coincidentes com as melhores práticas ao nível da promoção da eficiência dos mercados.

 

PMR 2023: Análise das restrições regulatórias no setor do Retalho e dos Encargos Administrativos sobre as Empresas

Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em agosto de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 1,8% na Zona Euro e 1,3% na UE, face ao mês anterior. Em julho de 2024, a produção industrial tinha registado variações de -0,5% na Zona Euro e de -0,3% na UE. Portugal registou um aumento de 0,2% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,8% em julho de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (4,5%), na Alemanha e na Lituânia (ambos 3,3%), bem como em Malta (2,7%). As maiores diminuições foram registadas no Luxemburgo (-9,2%), Croácia (-4,6%) e Dinamarca (-4,5%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de 0,1% na Zona Euro e 0,2% na EU, em agosto de 2024. Portugal registou uma diminuição de 1,9%, após ter registado uma diminuição de 3,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2024, as maiores subidas foram registadas na Irlanda (15,8%), Dinamarca (10,7%) e Eslovénia (7,2%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas no Luxemburgo (-11,7%), Estónia (-6,0%) e Hungria (-4,2%).

77

78

(Gráficos: Eurostat)

Download PDF

Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em setembro de 2024, uma variação homóloga de -0,7%, o que se traduz num aumento de 2,7 p.p. face ao mês precedente (-3,4%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 56,0 pontos, o que compara com 50,9 pontos no mês anterior e 56,4 pontos em setembro de 2023.

76

Download PDF