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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em setembro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -2,0% na Zona Euro e -2,0% na UE, face ao mês anterior. Em agosto de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 1,5% na Zona Euro e de 1,2% na UE. Portugal registou um aumento de 2,7% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de -0,1% em agosto de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Croácia (5,8%), Portugal (2,7%) e Eslovénia (1,6%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-10,7%), Dinamarca (-5,0%) e Países Baixos (-2,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,8% na Zona Euro e -2,4% na EU, em setembro de 2024. Portugal registou um aumento de 2,5%, após ter registado uma diminuição de 1,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2024, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (7,8%), Bélgica (6,0%) e Lituânia (3,5%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-7,3%), Luxemburgo (-6,3%) e Hungria (-5,3%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação (Estimativa Rápida) – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 3º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (1,6% no trimestre anterior) e uma variação de 0,2% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 2º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,9% na Zona Euro (0,6% no 2º trimestre de 2024) e 1,0% na UE27 (0,8% no 2º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,4% (0,2% no 2º trimestre de 2024) na Zona Euro e uma variação de 0,3% (0,3% no 2º trimestre de 2024) na UE27.

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Irlanda (2,0%), na Lituânia (1,1%), e no Chipre (1,0%). Observaram-se descidas na Hungria (-0,7%), Letónia (-0,4%), Polónia (-0,2%) e Suécia (-0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB no Chipre (3,8%), Espanha (3,4%) e Lituânia (2,3%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Letónia (-1,4%), Estónia e Finlândia (ambos -0,7%).

Nos EUA, no 3º trimestre de 2024, o PIB aumentou 2,7% em termos homólogos (3,0% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (0,7% no 2º trimestre de 2024).

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(Gráficos: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 10 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 7 de novembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 3,6% (VH), que compara com 6,2% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

De acordo com o INE, no 3º trimestre de 2024, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 6,1%, em relação ao mesmo período de 2023, para 1.528 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 6,4% e a remuneração base subiu 6,3%, atingindo, respetivamente, 1.294 e 1.216 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, os aumentos das remunerações médias por trabalhador foram 3,8%, 4,2% e 4,1%, respetivamente.

Estes resultados dizem respeito a cerca 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 2,5% do que no mesmo período de 2023.

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(Gráfico: INE)

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Atividade Turística – INE

Em setembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 8,4 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 2,4% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,1 milhões de dormidas (3,5%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,3 milhões de dormidas (-0,3%, VH).

De janeiro a setembro de 2024, a hotelaria registou 63,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (3,9%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 18,8 milhões de dormidas (1,3%, VHA) e os não residentes representam 44,7 milhões de dormidas (5,0%, VHA).

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Em setembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 796,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 12,0%.

Em termos regionais (NUTS II), em setembro de 2024, destacam-se as regiões do RA Açores (21,3%), do RA Madeira (15,1%) e do Grande Lisboa (14,1%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a setembro de 2024, foram registados 5326,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 10,7%.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 3º trimestre de 2024, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 8,4% (7,4% no 2º trimestre de 2024). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 8,4% e os outros custos aumentaram 8,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 8,2%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 8,7%.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em outubro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,2 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,6% (2,8% no mês anterior).

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de 1,3% no mês anterior e de -0,2% em outubro de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,2% (2,2% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,5%, (2,6% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, igual ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta ex

cluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a outubro de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,6 p.p. à da área do Euro (em setembro, esta diferença situou-se em 0,9 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em setembro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,7% e 8,6%, respetivamente. No mês de agosto de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,6% e 9,8%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 3,0% no Índice de Emprego e de 10,2% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em setembro de 2024, um valor de 111,0 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (110,8 pontos em agosto). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 124,6 pontos em setembro de 2024, diminuindo 5,6 pontos em relação ao mês anterior (130,2 pontos em agosto).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em setembro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, superior em 0,3 p.p. ao valor verificado no mês anterior (2,0%), traduzindo trajetórias semelhantes em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,7%, taxa 0,2 p.p. superior à registada em agosto;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 1,3% no mês anterior, para 1,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,1 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,3% (3,4% em agosto de 2024).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,4 pontos em setembro de 2024, aumentando 1,1 pontos em relação ao mês precedente (110,3 pontos em agosto de 2024). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 110,6 pontos em agosto para 110,7 em setembro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 109,9 pontos em agosto para 112,3 pontos em setembro.

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