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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de novembro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 54 887 pessoas, o que representa uma variação mensal de -5,3% e uma variação homóloga de -6,8%. Durante este mês, foram efectuadas 5 436 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 3,2% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -28,4%.

No final do mês de novembro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 322 548 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 3,2% (10 038 pessoas) e a uma variação homóloga de 3,3% (10 238 pessoas).

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Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-10,1%), Açores (-4,3%) e o Algarve (-3,0%). Os maiores aumentos foram em Lisboa e Vale do Tejo (6,5%) e Alentejo (5,8%).

Comparativamente ao mês anterior, as descidas no desemprego registaram-se na região do Centro (-0,5%) e da Madeira (-0,1%). Os maiores aumentos foram no Algarve (55,7%) e no Alentejo (9,2%).

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 813,0 mil milhões de euros, dos quais 357,6 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 455,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 297,2 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 158,1 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 0,2 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 1,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução /aumento do endividamento das Empresas em 0,6 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,5 mil milhões de euros.

Relativamente a outubro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 2,8 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,2 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,9 mil milhões de euros.

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Em outubro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,8%, menos 0,9 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,5% para 2,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em novembro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 740 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,1% face ao mês anterior e a um aumento de 13,7% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 944 euros/m2, registando um aumento de 1,3% em relação ao mês anterior e um aumento 14,6% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 320 euros/m2, aumentando 0,2% face ao mês precedente e aumentando 10,1% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,6%); Centro (1,9%); Oeste e Vale do Tejo (0,2%); Grande Lisboa (1,4%); Península de Setúbal (1,3%); Alentejo (-0,3%); Algarve (-0,4%); Região Autónoma dos Açores (2,2%) e Região Autónoma da Madeira (1,5%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (14,6%); Centro (10,8%); Oeste e Vale do Tejo (11,6%); Grande Lisboa (13,0%); Península de Setúbal (12,6%); Alentejo (3,7%); Algarve (12,0%); Região Autónoma dos Açores (10,1%) e Região Autónoma da Madeira (19,2%).   

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em novembro de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,186%, registando uma diminuição de 0,091 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,277%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,423%, o que compara com 3,533% em outubro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 129 euros, registando um aumento de 437 euros face ao mês anterior (67 692 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 403 euros em novembro de 2024, menos 1 euro que em outubro de 2024 e mais 7 euros que em novembro de 2023. Deste valor, 234 euros (58%) correspondem a pagamento de juros e 169 euros (42%) a capital amortizado. Em novembro de 2023, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em novembro de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 632 euros, o que equivale a uma diminuição de 2 euros relação ao mês anterior (634 euros).

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Pilar de Competitividade: Ambiente de Negócios

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área do Ambiente de Negócios, divulgamos os seguintes trabalhos da autoria de Gonçalo Novo:

  • Edição de 2024 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública; e
  • 3.ª edição da Base de Dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios

A Ficha de Competitividade sobre Ambiente de Negócios pretende diagnosticar o progresso nacional em matéria do ambiente de negócios e comparar o desempenho face a outros países. Em complemento, pode contribuir para a monitorização dos progressos alcançados e apoiar a avaliação de políticas públicas nesta área.

Ficha de Competitividade – Ambiente de Negócios 2024

Base de Dados de informação sobre Ambiente de Negócios

A Base de Dados em formato “excel” inclui dados sobre a posição da economia portuguesa nos rankings internacionais selecionados, bem como num conjunto de inquéritos e indicadores.

Indicadores – Ambiente de Negócios 2024

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 15 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada nas semanas anteriores. Em 12 de dezembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 7,1% (VH), que compara com -1,2% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 3091 milhões de euros (919 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 975 milhões de euros (1036 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -2116 milhões de euros, diminuindo 2233 milhões de euros face ao mês anterior.

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De janeiro a outubro de 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 12178 milhões de euros, que compara com 5330 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de 1195 milhões de euros, aumentando 310 milhões de euros em relação ao mês anterior.

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De janeiro a outubro de 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 9377 milhões de euros, que compara com 5581 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 11,9% e de 9,2%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 7,9% para as exportações e de 1,2% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 102,3%. Ainda em outubro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 16,9% e de 10,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,2% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,3%.

De janeiro a outubro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,6% e de 2,0%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 106,5%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 2,8% e de 1,1%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 7,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 6,1%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em outubro de 2024, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1171 milhões de euros, diminuindo 107 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 598 milhões de euros, diminuindo 564 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 457 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 574 milhões de euros.

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Entre janeiro e outubro de 2024, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 9351 milhões de euros, que compara com 5055 milhões de euros no período homólogo.

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Em outubro de 2024, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -8 milhões de euros, o que compara com -632 milhões de euros no mês precedente.

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