Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:21.369

Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em novembro de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,2 mil milhões de euros, aumentando 263 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 1,3%, a maior taxa de variação anual desde setembro de 2022 (0,8% no mês anterior). O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 132,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,6% (3,2% no mês anterior).

4

5

As microempresas e as grandes empresas mantiveram taxas de variação anual positivas (8,5%, e 1,5% respetivamente), enquanto as pequenas e médias empresas continuaram a registar taxas negativas (-1,6% e -4,3%, respetivamente).

6

A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 2,8%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,1%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 4,6%, aumentando 0,5 p.p. em relação ao mês anterior.

7

De acordo com a mesma fonte, em novembro de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,27% (1,27% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,09% para 2,07%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,82% (0,83% no mês precedente).

8

Em novembro de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,3%) e no Norte (30,4%).

9

10

Em novembro de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,8% (3,5% no mês anterior).

11

Download PDF

Atividade Turística – Estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 2,2 milhões de hóspedes e 5,0 milhões de dormidas em novembro de 2024, correspondendo a variações homólogas (VH) de 14,0% e 9,8%, respetivamente (3,7% e 2,5% em outubro de 2024, pela mesma ordem). As dormidas de residentes registaram um aumento expressivo (22,2%, VH, após 0,9% em outubro), correspondendo a 1,7 milhões, enquanto as dos não residentes registaram um crescimento mais modesto (4,6%, VH, após 3,1% em outubro), totalizando 3,4 milhões.

Nos mercados externos, o britânico manteve-se como principal mercado emissor (quota de 14,7%), tendo crescido 0,3% (VH) em novembro, seguido da Alemanha (peso de 12,5%), que aumentou 2,1% (VH). Entre os 10 principais mercados emissores em novembro, o mercado polaco destacou-se pelo maior aumento (15,9%, VH).

Todas as regiões registaram acréscimo homólogo de dormidas, tendo sido mais expressivo no Centro (24,6%), na Península de Setúbal (19,3%), no Norte (18,3%) e na RA Açores (16,4%).

Desde o início do ano, as dormidas aumentaram 4,1%, 2,5% nos residentes e 4,8% nos não residentes, em termos homólogos.

3

(Gráfico: INE)

Download PDF

Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em dezembro de 2024, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,8 para 2,9 (%, vcs).

1

Entre novembro e dezembro de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 18,9 para 20,9 e o do Comércio aumentou de 3,2 para 3,5. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -3,9 para -4,7 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 1,2 para 3,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -15,7 (sre, ve), em dezembro de 2024 ( -14,5 em novembro de 2024).

2

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

Download PDF

Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 8,8%, superior em 4,3 p.p. à observada em outubro de 2024 (4,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 9,1%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 11,1% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 5,8%, valores que comparam com 7,3%, 2,8% e 5,7% no mês anterior, respetivamente.

113

114

Download PDF

Índices de Produção Industrial  – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -2,2%, o que corresponde a uma diminuição 6,9 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (4,7%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -1,8% e -10,1%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -0,2%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,3%, mantendo-se inalterado em relação ao mês anterior.

111

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de 0,3% e -17,7%, respetivamente.

112

Download PDF

Índice de Preços no Consumidor – Estimativa Rápida  – INE

Em dezembro de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 3,0%, taxa superior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,8% (2,6% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 4,9% (2,1% no mês anterior) e a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados para 3,4% (1,9% em novembro). Estes dois agregados apresentaram os contributos mais relevantes para a aceleração do IPC total.

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,1% (-0,2% em novembro e -0,4% em dezembro de 2023).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (2,3% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,1% (2,7% no mês precedente).

110

(Gráfico: INE)

Download PDF

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 22 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 19 de dezembro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,8% (VH), que compara com 7,3% (VH) na semana anterior.

109

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Download PDF

Índice de Preços da Habitação – INE  

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 9,8% no 3º trimestre de 2024, mais 2,0 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 10,5% e o das habitações novas foi de 8,1%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 3,7% (3,9% no 2º trimestre de 2024), tendo os alojamentos existentes registado uma taxa de variação de 3,8% e os alojamentos novos apresentado um aumento de 3,3%.

107

No 3º trimestre de 2024, foram transacionadas 40 909 habitações, o que representa um aumento de 19,4% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 9,1 mil milhões de euros, mais 28,0% do que no 3º trimestre de 2023.

108

Download PDF

Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE  

No 3º trimestre de 2024, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 2,6% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 2,4% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu o aumento da capacidade de financiamento das Famílias para 4,1% (mais 0,6 p.p. do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,2 p.p. no ano acabado no 3º trimestre de 2024, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 1,0% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um desagravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 3º trimestre de 2024 de 0,2 p.p. do PIB para -4,5%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 0,3 p.p., passando de 2,3% do PIB no 2º trimestre de 2024 para 2,0% do PIB no 3º trimestre de 2024.

Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP fixou-se em 6,0% do PIB no 3º trimestre de 2024 (7,3% no trimestre homólogo).

103

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 273 007 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 1,6%. Esta variação deveu-se à diminuição da taxa de variação em cadeia para 3,1% dos rendimentos primários recebidos com o exterior, enquanto os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de 1,8%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,6%, superior à do PIB em 0,1 p.p., fixando-se em 278 127 milhões de euros.

104

No 3º trimestre de 2024, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,2 p.p. para 19,9% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,1 p.p. para 21,3% do PIB, o que levou ao aumento da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 2,6% do PIB.

105

No 3º trimestre de 2024, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram 7,9% e 3,2% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com 7,4% e 2,0% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

106

Download PDF