Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:20.990

Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 3º trimestre de 2024, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -2,6% do PIB (-3,1% no 2º trimestre de 2024 e -3,6% no 3º trimestre de 2023). O saldo da UE fixou-se em -2,9% do PIB (-3,3% no 2º trimestre de 2024 e -3,6% no 3º trimestre de 2023).

No 3º trimestre de 2024, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 2,2% do PIB (2,5% no 2º trimestre de 2024 e 2,4% no 3º trimestre de 2023).

116

(Tabela: Eurostat)

Download PDF

Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em novembro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 811,5 mil milhões de euros, dos quais 358,0 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 453,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 295,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 158,4 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,0 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 0,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,6 mil milhões de euros.

Relativamente a novembro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 2,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,9 mil milhões de euros.

113

114

Em novembro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 0,6%, menos 0,5 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,8% para 3,2%.

115

Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

Download PDF

Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de dezembro de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 48 273 pessoas, o que representa uma variação mensal de -12,1% e uma variação homóloga de 9,5%. Durante este mês, foram efectuadas 4 484 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 17,5% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -24,4%.

No final do mês de dezembro de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 335 665 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 4,1% (13 117 pessoas) e a uma variação homóloga de 5,7% (18 006 pessoas).

111

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-10,1%) e os Açores (-3,0%).

Comparativamente ao mês anterior, não se registaram descidas no desemprego e os maiores aumentos registaram-se na região do Algarve (23,0%), Alentejo (7,3%) e de Lisboa e Vale do Tejo (3,8%).

112

Download PDF

Em análise – Comércio Internacional de Portugal com os signatários do Acordo UE-Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – (2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024)

Analisa-se neste trabalho, através de quadros e gráficos, a evolução do comércio internacional de mercadorias de Portugal com os quatro países fundadores do Mercosul que assinaram o recente Acordo de Parceria entre a União Europeia e o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), a partir de dados de base do “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE) para os períodos 2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024, e também por Grupos de Produtos (definição do conteúdo no ANEXO-1) neste último período, com dados em versão definitiva até 2023 e preliminar para 2024, com última atualização em 10-12-2024.
Neste trabalho quando nos referimos a “Mercosul” estão a ser considerados apenas os quatro países que assinaram este Acordo.
Analisa-se também a evolução das importações globais destes países por Grupos de Produtos desagregados a dois dígitos da Nomenclatura (NC-2/SH-2) e correspondentes quotas de Portugal, com base em dados de fonte ‘International Trade Centre’ (ITC) nos anos de 2022 e 2023, onde se incluem produtos em que poderão eventualmente incidir ou reforçar-se futuras exportações portuguesas.

Em análise – Comércio Internacional de Portugal com os signatários do Acordo UE-Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – (2019-2023 e Janeiro-Setembro 2023-2024)

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 134 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 499 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -50 milhões de euros (418 milhões de euros registados no mês anterior).

108

No final de dezembro de 2024, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 298 546 milhões de euros, diminuindo 2282 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,3%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 43 179 milhões de euros, diminuindo 98 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 9,7%.

109

110

Download PDF

Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em 2024, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 4,372% (3,612% no ano anterior). O capital médio em dívida aumentou 3 050 euros, para 66 508 euros. A prestação média mensal aumentou 11,5% (42 euros), para 404 euros.

Em dezembro de 2024, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 4,091%, registando uma diminuição de 0,095 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (4,186%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,349%, o que compara com 3,423% em novembro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 470 euros, registando um aumento de 341 euros face ao mês anterior (68 129 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 403 euros em dezembro de 2024, igual a novembro de 2024 e mais 3 euros que em dezembro de 2023. Deste valor, 230 euros (57%) correspondem a pagamento de juros e 173 euros (43%) a capital amortizado. Em dezembro de 2023, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em dezembro de 2024, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 633 euros, igual ao mês anterior (632 euros).

105

106

107

Download PDF

Síntese Económica de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico registou 2,9% em dezembro de 2024, que compara com 2,8% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em novembro de 2024, registou o valor de 1,4% (VH), inferior em 1,1 p.p. em relação ao mês anterior (2,5%, VH).

102

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,0 (sre/ve), que compara com o valor de -13,9 (sre/ve) registado no mês anterior.

103

Ainda em dezembro de 2024, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,9% (VH) e para os serviços foi de 4,6% (VH). Estes valores comparam com 1,2% (VH) e 4,3% (VH) registados no mês de novembro de 2024, respetivamente.

104

Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

Download PDF

Global Economic Prospects – Banco Mundial

O Banco Mundial reviu em alta o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial de 2024 para 2,7% (2,6% no relatório de junho de 2024), sendo as estimativas para 2025 e 2026 de 2,7% e 2,7%, respetivamente.

Para a Zona Euro, prevê que crescimento do PIB registe o valor de 0,7%, 1,0% e 1,2% em 2024, 2025 e 2026, respetivamente (o que compara com 0,7%, 1,4% e 1,3% para os mesmos períodos na estimativa de junho).

A taxa de crescimento dos Estados Unidos para 2024 foi revista em alta passando de 2,5% no relatório de junho para 2,8% e a do Japão foi revista em baixa, de 0,7% previsto em junho para 0,0%.

Foram revistas em alta as estimativas para os mercados em desenvolvimento, cuja projeção de crescimento para 2024 é de 4,1% (em junho passado previa uma expansão de 4,0%).

O Banco Mundial reviu em baixa a previsão para 2024 para a China, de 4,8% para 4,9%, reviu em baixa em 0,1 p.p. a estimativa para a Índia de 6,5%, e reviu em alta a previsão para o Brasil de 2,0% em junho para 3,2%.

Finalmente, o Banco Mundial prevê que o Comércio Mundial cresça 2,7% em 2024, 3,1% em 2025 e 3,2% em 2026.

101

(Tabela: Banco Mundial)

Download PDF

World Economic Outlook Update – FMI

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deverá aumentar 3,3% em 2025 e 3,3% em 2026. A previsão para 2025 foi revista em alta em 0,1 p.p. e a previsão para 2026 manteve-se, face ao Outlook de outubro.

Relativamente à Zona Euro, o FMI reviu em baixa a previsão para 2025 em 0,2 p.p. e a de 2026 em 0,1 p.p., sendo agora as previsões de 1,0% para 2025 e 1,4% para 2026.

Prevê-se ainda que, para os anos de 2025 e 2026, a Alemanha tenha variações do PIB de 0,3% e 1,1%, que a França tenha variações de 0,8% e 1,1%, que a Itália tenha variações de 0,7% e 0,9%, e que a Espanha tenha variações de 2,3% e 1,8%, respectivamente.

Para os Estados Unidos da América, o FMI prevê um aumento de 2,7% para 2025 e 2,1% para 2026 (previsões revistas em alta em 0,5 p.p. e em 0,1 p.p., respectivamente, face ao Outlook de outubro).

100

(Tabela: FMI)

Download PDF

Inflação – IHPC – Eurostat

Em dezembro de 2024, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 3,1%, superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,3% entre novembro e dezembro de 2024.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,4%, aumentando 0,2 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,7% (VH) em dezembro de 2024, aumentando em 0,2 p.p. face ao valor de novembro. A variação mensal do índice situou-se em 0,4% e 0,3% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,7% para Portugal, de 2,4% para a Zona Euro e 2,6% para a UE27.

99

Download PDF