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Asymmetric Impacts: German, US, and UK Economic Performance on Portuguese Exports

The study examined the effects of the economic performance of Germany, the United States and the United Kingdom on Portuguese exports from the first quarter of 2003 to the second quarter of 2024. A series of econometric methodologies were utilized in the analysis, encompassing the Jarque-Bera test, panel unit root tests, Gregory-Hansen cointegration tests, error correction models, Granger causality tests, and impulse response functions. The objective of this comprehensive approach was to ascertain short-run and long-run relationships. The primary findings indicated a substantial long-term impact of German GDP on Portuguese exports, demonstrating the highest structural sensitivity. In contrast, the US exhibited the fastest dynamic adjustment speed (agility), while the effect of the UK’s economy was smaller in magnitude and slower to correct, reflecting its vulnerability to structural shocks such as Brexit. The analysis at the sector level further indicated that various adjustment speeds were evident across export categories. The results of the study provide policymakers with a valuable set of information regarding the necessity of monitoring the macroeconomic situations of their major trading partners, building trade resilience, and formulating improved strategic plans.

Asymmetric Impacts: German, US, and UK Economic Performance on Portuguese Exports.pdf

Apresentação 101.º Seminário GEE/GPEARI – Asymmetric Impacts: German, US, and UK Economic Performance on Portuguese Exports.pdf

Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em setembro de 2025, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,7% e 9,7%, respetivamente. No mês de agosto de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,3% e 7,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,6% no Índice de Emprego e de 10,0% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em setembro de 2025, um valor de 113,7 pontos, aumentando 0,7 pontos relativamente ao mês precedente (112,9 pontos em agosto). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 137,6 pontos em setembro de 2025, diminuindo 3,3 pontos em relação ao mês anterior (140,8 pontos em agosto).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em outubro de 2025, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, valor inferior em 0,1 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, aumentando 0,1 pp face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,0%, o que compara com uma variação de 0,9% no mês anterior e de 0,1% em outubro de 2024.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,4% (2,4% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,4%, (2,5% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,9%, diminuindo 0,6 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativa a outubro de 2025, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 pp à da área do Euro (em setembro, esta diferença tinha-se fixado em 0,3 pp).

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(Gráfico: INE)

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Índice de Produção na Construção – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 3,0%, superior em 0,3 pp (pontos percentuais) ao valor verificado no mês anterior (2,7%), em resultado da evolução no mesmo sentido em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 3,8%, taxa 0,2 pp superior à registada em agosto;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 1,4% no mês anterior, para 1,8% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) equivalente face ao mês anterior, fixando-se em 2,6% (2,5% em agosto de 2025).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 113,5 pontos em setembro, diminuindo 0,1 pontos em relação ao mês precedente (113,6 pontos em agosto). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 114,0 pontos em agosto para 113,6 em setembro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 113,0 pontos em agosto para 113,3 pontos em setembro.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços apresentaram, em setembro de 2025, variações homólogas de 2,2% e 8,5%, respectivamente, o que compara com 2,9% e 9,1% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego e Remunerações nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em setembro de 2025, valores de 131,5 pontos e 155,5 pontos, o que compara com 132,0 pontos e 160,5 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro de 2025.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, inferior em 0,2 pp (pontos percentuais) ao valor registado em agosto de 2025 (2,8%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 154,7 pontos em setembro de 2025, diminuindo 0,1 pontos em relação ao mês precedente (154,8 pontos em agosto de 2025).

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em setembro de 2025, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 0,6%, aumentando 0,2 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de agosto de 2025 (0,4% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 0,0% e 2,2%, após terem registado variações de 2,9% e -1,0% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -1,4% e 1,2%, após terem registado variações de 8,1% e -7,6% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em setembro de 2025, uma variação homóloga de -0,1%, aumentando 2,0 pp em comparação com o mês anterior (-2,1%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 0,8 pp em termos homólogos (1,1% em setembro face aos 1,9% registados em agosto).

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em setembro de 2025, variações homólogas de -0,2% e 4,5%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (-0,1% no mês de agosto), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (4,6% em agosto).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

No 3º trimestre de 2025, as exportações de bens registaram uma diminuição de 0,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 5,4% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1501,7 milhões de euros no período analisado.

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Em termos de variações homólogas mensais, no mês de setembro de 2025, as exportações de bens aumentaram 14,3% e as importações aumentaram 9,4%.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em setembro de 2025, as exportações aumentaram 15,4% e as importações cresceram 6,8%, face a setembro de 2024 (respetivamente 0,8% e 8,4% em agosto de 2025).

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No 3º trimestre de 2025, a taxa de cobertura total foi de 68,4%, correspondendo a um decréscimo de 3,9 pp face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 64,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 79,1% e na Zona Euro foi de 63,2%.

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Em setembro de 2025, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2588,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -615,6 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1266,4 milhões de euros.

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em setembro de 2025, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,1% na Zona Euro e manteve-se na UE27, face ao mês anterior. Em agosto de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,1% na Zona Euro e -0,1% na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,9% em agosto de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2025, os maiores aumentos foram registados no Luxemburgo e em Malta (ambos 1,7%), na Estónia (1,5%) e na Eslováquia (1,4%). As maiores diminuições foram observadas na Lituânia (-1,1%), na Letónia e na Eslovénia (ambas -0,7%), bem como na Itália (-0,6%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,0% na Zona Euro e 1,3% na UE27, em setembro de 2025.

Portugal registou um aumento homóloga de 4,8%, após ter registado um aumento homólogo de 3,9% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2025, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados em Chipre (8,5%), Malta (6,6%) e Bulgária (5,7%). As maiores diminuições foram observadas em Itália (-2,3%), Roménia (-2,1%), Bélgica (-0,8%) e Áustria (-0,1%).

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(Gráfico: Eurostat)

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