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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 8 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 5 de março de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou -0,3% (VH), que compara com 0,4% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em janeiro de 2026, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,0% e 9,2%, respetivamente. No mês de dezembro de 2025, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,4% e 8,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,7% no Índice de Emprego e de 8,8% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em janeiro de 2026, um valor de 113,9 pontos, aumentando 0,9 pontos relativamente ao mês precedente (113,0 pontos em dezembro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 138,4 pontos em janeiro, diminuindo 31,3 pontos em relação ao mês anterior (169,7 pontos em dezembro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em janeiro de 2026, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga de 1,3%, equivalente ao valor verificado no mês anterior (1,4%):

▪ A Construção de Edifícios diminuiu 0,4%, taxa 0,5 pontos percentuais (pp) inferior à registada em dezembro 2025;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,2% no mês anterior, para 2,8% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,3 pp face ao mês anterior, fixando-se em 2,4% (2,1% em dezembro de 2025).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 112,6 pontos em janeiro de 2026, diminuindo 0,5 pontos em relação ao mês precedente (113,1 pontos em dezembro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 111,5 pontos em dezembro para 110,9 em janeiro e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 115,6 pontos em dezembro para 115,1 pontos em janeiro.

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Em janeiro de 2026, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, -14,1% e -2,5% (-0,2% e -2,4%, pela mesma ordem, em dezembro de 2025). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, o decréscimo foi menos acentuado em ambos os fluxos (-5,1% nas exportações e -0,7% nas importações; -0,3% e -3,8%, respetivamente, em dezembro de 2025). O défice da balança comercial de bens atingiu 2 510 milhões de euros, refletindo um agravamento de 778 milhões de euros face a janeiro do ano anterior. Excluindo as TTE, o défice comercial aumentou 257 milhões de euros, totalizando 2 372 milhões de euros.

Em janeiro de 2026, os índices de valor unitário (preços) mantiveram variações negativas tanto nas exportações (-3,0%) como nas importações (-4,1%). Estas variações comparam com -2,6% em ambos os fluxos em dezembro de 2025 e com -0,4% nas exportações e -0,8% nas importações em janeiro de 2025.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em fevereiro de 2026, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, que compara com 1,9% no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 1,9%, aumentando 0,1 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de -0,7% no mês anterior e de -0,1% em fevereiro de 2025.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,3% (2,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 2,1% (2,2% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,1%, aumentando 0,2 pp em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a fevereiro de 2026, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,2 pp à da área do Euro (em janeiro, esta diferença tinha sido idêntica).

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em janeiro de 2026, variações homólogas de -0,3% e 3,9%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,3 pp face à variação homóloga registada no mês precedente (0,0% no mês de dezembro de 2025), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,8 pp em relação ao mês anterior (4,7% em dezembro de 2025).

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Nota: A produção dos índices de horas trabalhadas encontra-se suspensa a partir de janeiro 2025.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em janeiro de 2026, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -1,5%, diminuindo 3,8 pp (pontos percentuais) em relação ao observado no mês de dezembro de 2025 (2,3% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,3% e -2,5%, após terem registado variações de 4,8% e 2,8% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 2,2% e -6,6%, após terem registado variações de 2,7% e -1,9% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em janeiro de 2026, uma variação homóloga de -3,0%, diminuindo 5,1 pp em comparação com o mês anterior (2,1%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 3,1 pp em termos homólogos (-0,6% em janeiro de 2026 face aos 2,5% registados em dezembro de 2025).

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Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4º trimestre de 2025, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (2,2% no trimestre anterior) e uma variação de 0,9% em relação ao trimestre anterior (0,6% no 3º trimestre de 2025).

A variação homóloga registou 1,2% na Zona Euro (1,4% no 3º trimestre de 2025) e 1,4% na UE27 (1,7% no 3º trimestre de 2025). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,2% na Zona Euro (0,3% no 3º trimestre de 2025) e uma variação de 0,2% na UE27 (0,4% no 3º trimestre de 2024).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período homólogo em Malta (2,1%), Lituânia (1,7%), Croácia e Chipre (ambos 1,4%). Foram observadas diminuições na Irlanda (-3,8%), Roménia (-1,9%), Estónia e Luxemburgo (ambos -0,1%).

Nos EUA, no 4º trimestre de 2025, o PIB aumentou 2,2% em termos homólogos (2,3% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,4% em comparação com o trimestre anterior (1,1% no 3º trimestre de 2025).

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(Gráficos: Eurostat)

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em janeiro de 2026, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,1% na Zona Euro (21) e aumentou 0,1% na UE27, face ao mês anterior. Em dezembro de 2025, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,0% na Zona Euro e 0,2% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,0% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 3,1% em dezembro de 2025.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2026, os maiores aumentos foram registados Estónia (4,4%), Letónia (2,8%) e Portugal (2,0%). As maiores diminuições foram observadas na Eslováquia (-3,5%), Eslovénia (-1,9%) e Croácia (-1,3%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 2,0% na Zona Euro e 2,3% na UE27, em janeiro de 2026.

Portugal registou um aumento homóloga de 4,7%, após ter registado um aumento homólogo de 3,0% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2026, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (24,7%), na Lituânia (9,3%) e na Estónia (8,7%). Foram observadas diminuições na Eslováquia (-3,1%) e na Eslovénia (-1,5%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada em 1 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade abaixo da observada na semana anterior. Em 26 de fevereiro de 2026, o DEI (média móvel semanal) registou 0,4% (VH), que compara com 1,9% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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