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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em setembro de 2023, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de -1,1% e de -9,7%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 1,2% para as exportações e de -11,6% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 107,4%. Ainda em setembro de 2023, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -9,7% e de -10,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 11,7% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -6,2%.

De janeiro a setembro de 2023, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 6,0% e de -1,4%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,4%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -1,0% e de -2,5%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 17,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 3,3%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em setembro de 2023, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 1 214 milhões de euros, diminuindo 637 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um excedente de 985 milhões de euros, diminuindo 641 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 4 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 229 milhões de euros.

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Entre janeiro e setembro de 2023, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 6 220 milhões de euros, que compara com -1 607 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em setembro de 2023, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -270 milhões de euros, o que compara com -468 milhões de euros no mês precedente.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 12 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada nas semanas anteriores. Em 9 de novembro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 7,2% (VH), que compara com 2,1% (VH) na semana anterior. 

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em setembro de 2023, a produção no Setor Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,1% na Zona Euro e de -0,9% na UE27, face ao mês anterior. Em agosto de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 0,6% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 3,0% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,4% em agosto de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Croácia (4,3%), na Eslovénia (4,1%) e na Hungria (1,3%). As maiores diminuições foram registadas na Bélgica (-3,2%), Portugal (-3,0%), Estónia e Irlanda (ambos -2,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -6,9% na Zona Euro e -6,1% na UE27, em setembro de 2023. Portugal registou uma diminuição de 5,6%, após ter registado uma diminuição de 4,6% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2023, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (2,8%), Grécia (2,1%), Croácia (1,6%) e Malta (0,4%). As maiores descidas da produção no setor industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-27,2%), Bélgica (-14,0%) e Estónia (-12,5%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e setembro de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 20,0 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 22,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) diminuíram 1% neste período, tendo-se verificado uma diminuição das exportações intra-UE (-1%) e uma variação nula nas exportações extra-UE (0%). As importações de bens diminuíram 4% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (149,5 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (59,7 mil milhões de euros e da Irlanda (44,8 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (100,9 mil milhões de euros), seguido de Espanha (32,4 mil milhões de euros) e Grécia (22,8 mil milhões de euros).

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(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e setembro de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 16,3 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 278,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro variaram 0,0% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro diminuiu 3,8% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 3,7 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 358,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 0,7% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 2,2% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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European Economic Forecast Autumn – Comissão Europeia

Segundo as Previsões Económicas de Outono (Autumn European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% em 2023, de 1,3% em 2024 (revisão em baixa, face às previsões de Primavera, em 0,2 p.p. para 2023 e em baixa em 0,5 p.p. para 2024) e de 1,8% em 2025.

Quanto à inflação, a Comissão prevê que esta se situe nos 5,5% em 2023, 3,2% em 2024 e 2,4% em 2025 (5,1% e 2,7% para 2023 e 2024, respetivamente, nas previsões de Primavera).

A taxa de desemprego em Portugal deverá registar 6,5% em 2023, 6,5% em 2024 (as previsões de Primavera tinham sido de 6,5% e 6,3% para 2023 e 2024, respetivamente) e 6,4% em 2025.

A Comissão Europeia reviu em alta o saldo da Balança Corrente para 1,6% em 2023 e 1,1% em 2024 (de 1,0% em 2023 e 0,8% em 2024 nas previsões de Primavera), prevendo 0,8% para 2024.

Relativamente à situação orçamental, a Comissão Europeia prevê que o saldo orçamental seja de 0,8% do PIB em 2023, 0,1% em 2024 e 0,0% em 2025 (previsão de -0,1% para 2023 e -0,1% para 2024 nas previsões de Primavera). 

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(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro de 0,2% para 2023, de 1,2% para 2024 (revisão em baixa, face às previsões de Verão, em 0,6 p.p. para 2023 e em 0,1 p.p. para 2024) e de 1,6% para 2024. Para a União Europeia, a Comissão prevê uma variação do PIB de 0,6% para 2023, de 1,3% para 2023 e de 1,7% para 2024 (0,8% e 1,4% para 2023 e para 2024, respetivamente, nas previsões de Verão).

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 3º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 1,9% em relação ao trimestre homólogo (2,6% no trimestre anterior) e uma variação de -0,2% em relação ao trimestre anterior (0,1% no 2º trimestre de 2023).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 0,1% na Zona Euro (0,5% no 2º trimestre de 2023) e aumentou 0,1% na UE27 (0,4% no 2º trimestre de 2023). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de -0,1% na Zona Euro (0,2% no 2º trimestre de 2023) e foi nula na UE27 (0,0% no 2º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB no Chipre (2,2%), Roménia (2,1%) e Portugal (1,9%). As maiores diminuições homólogas do PIB registaram-se na Irlanda (-4,7%), Estónia (-2,5%) e Áustria (-1,2%).

Em relação ao trimestre anterior registaram-se as maiores diminuições do PIB na Polónia (-3,7%), Suécia (-1,5%) e Letónia (-0,6%). Os maiores aumentos verificaram-se na Irlanda (3,3%), Lituânia (2,8%) e Roménia (0,9%).

Nos EUA, no 3º trimestre de 2023, o PIB aumentou 2,9% em termos homólogos (2,4% no 2º trimestre de 2023) e aumentou 1,2% relativamente ao trimestre anterior (0,5% no trimestre anterior).

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(Tabela: Eurostat)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em outubro de 2023, uma variação homóloga de 7,4%, o que se traduz num aumento de 2,4 p.p. face ao mês precedente (5,0%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 56,6 pontos, o que compara com 56,4 pontos no mês anterior e 52,7 pontos em outubro de 2022.

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 3º trimestre de 2023, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 4,9% (3,7% no 2º trimestre de 2023). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 4,6% e os outros custos aumentaram 6,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 5,0%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as actividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 4,8%.

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(Gráfico: INE)

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