Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:21.370

Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em novembro de 2023, o Indicador de Clima Económico aumentou de 0,8 para 1,2 (%, vcs).

122

 

Entre outubro e novembro de 2023, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de -4,0 para 1,3 e o do Comércio aumentou de -1,6 para -0,8. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -10,8 para -7,2 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -2,9 para -3,3. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -30,8 (sre, ve), em novembro de 2023 (-27,7 em outubro de 2023).

123

 

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

Documento PDF

Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em outubro de 2023, foi estimada em 4 930,0 mil pessoas, diminuindo 0,2% face ao mês anterior (-9,1 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,1%, tendo diminuído 0,1 p.p. face ao mês anterior (revista em baixa de 64,3% para 64,2%).

120

A população desempregada, estimada em 353,4 mil pessoas, aumentou 1,3% em relação ao valor registado para o mês anterior (4,7 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,7%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 6,5% para 6,6%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 20,8%, tendo diminuído 0,4 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 19,7% para 21,2%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,6% e aumentou 0,2 p.p. em relação ao mês anterior.

121

Em outubro de 2023, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,2% (64,4% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,8% (6,6% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

Documento PDF

Economic Outlook – OCDE

A OCDE prevê para Portugal uma evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% em 2023 (valor revisto em baixa em 0,3 p.p. relativamente ao Outlook de junho) e de 1,2% em 2024 (valor revisto em baixa em 0,3 p.p.). Para a evolução do PIB em 2023 e 2024, a procura externa líquida registará um contributo de 1,5 p.p. e -0,4 p.p., respetivamente.

A OCDE prevê ainda um saldo da Balança Corrente de 1,6% do PIB em 2023 e de 1,3% em 2024 (2,9% e 3,4% na publicação de junho, respetivamente).

Em relação à taxa de desemprego, a OCDE prevê que esta diminua de 6,5% em 2023 para 6,3% em 2024 (valores que em junho estimava virem a ser 7,4% e 7,5% respetivamente). No que toca à inflação, a OCDE estima que esta seja 5,5% em 2023, diminuindo para 3,3% em 2024.

Relativamente às Finanças Públicas, a OCDE prevê um saldo orçamental de 0,8% do PIB em 2023 e uma redução para 0,2% em 2024.

118

(Tabela: OCDE)

 

Segundo a OCDE, prevê-se que a evolução do PIB, em 2023, da Zona Euro seja de 0,6% e dos países da OCDE seja de 1,7%. Para 2024, prevê-se um crescimento de 0,9% e de 1,4% para a Zona Euro e OCDE, respetivamente.

119(Tabela: OCDE)

 

Documento PDF

Comércio Internacional – Índices de Valor, Volume e Preço – Janeiro-Setembro 2023/2022

Apresentam-se neste trabalho indicadores de evolução em Valor, Volume e Preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias por grupos e subgrupos de produtos, calculados para o período acumulado de Janeiro a Setembro de 2023, a preços do período homólogo de 2022.

Comércio Internacional – Índices de Valor, Volume e Preço – Janeiro-Setembro 2023/2022

Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em outubro de 2023, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 536 euros/m2, o que corresponde a uma diminuição de 0,3% face ao mês anterior e a um aumento de 8,2% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 701 euros/m2, registando uma diminuição de 0,4% em relação ao mês anterior e um aumento 7,6% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 200 euros/m2, aumentando 0,2% face ao mês precedente e aumentando 5,1% em termos homólogos.

116

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (-0,5%); Centro (0,7%); Lisboa (-0,9%); Alentejo (0,1%); Algarve (-2,0%); Região Autónoma dos Açores (-0,2%) e Região Autónoma da Madeira (-2,3%). Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (8,3%); Centro (6,8%); Lisboa (7,0%); Alentejo (11,2%); Algarve (6,1%); Região Autónoma dos Açores (11,2%) e Região Autónoma da Madeira (19,6%).   

117

Documento PDF

Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em outubro de 2023, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,5 mil milhões de euros, diminuindo 824 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -3,3% (-2,8% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 127,9 mil milhões de euros, registando uma TVA de -0,4% (-0,3% no mês anterior).

112

 

113

A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de -1,0%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 3,5%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -3,3%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

 

114

De acordo com a mesma fonte, em outubro de 2023 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,31% (1,29% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,13% para 2,18%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,82% (0,81% no mês precedente).

115

Documento PDF

Rendimento e Condições de Vida – INE

Os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2023 sobre rendimentos do ano anterior, indicam que 17,0% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2022, mais 0,6 pontos percentuais (p.p.) do que em 2021. A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2022, à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 7 095 euros (591 euros por mês).

105

(Gráfico: INE)

O aumento da pobreza abrangeu todos os grupos etários, embora de forma mais significativa os menores de 18 anos (mais 2,2 p.p. relativamente ao ano anterior). A taxa de risco de pobreza dos adultos em idade ativa aumentou 0,4 p.p. e a da população idosa aumentou 0,1 p.p. O crescimento da taxa de risco de pobreza afetou mais significativamente as mulheres (mais 0,9 p.p., de 16,8% em 2021 para 17,7% em 2022) do que os homens (mais 0,3 p.p., de 15,9% em 2021 para 16,2% em 2022).

Em 2022, 22,7% da população que apenas tinha concluído o ensino básico era pobre, um valor significativamente superior às proporções de 13,5% para a população que tinha terminado o ensino secundário ou pós-secundário e de 5,8% para a população que tinha concluído o ensino superior.

A taxa de risco de pobreza para a população empregada diminuiu de 10,3% em 2021 para 10,0% em 2022, mas aumentou para a população desempregada, de 43,4% para 46,4%.

Em 2022, considerando o limiar de pobreza nacional, o risco de pobreza aumentou na Área Metropolitana de Lisboa (mais 4,3 p.p.) e na Região Autónoma dos Açores (mais 1,0 p.p.). A taxa de risco de pobreza manteve-se em 15,6% na região Centro e diminuiu nas restantes regiões. Não obstante a redução verificada na Região Autónoma da Madeira, as duas Regiões Autónomas mantêm os valores de risco de pobreza mais elevados do país.

106

(Gráfico: INE)

As transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social, contribuíram para a redução do risco de pobreza em 4,2 p.p. (de 21,2% para 17,0%), um contributo inferior ao do ano anterior (5,1 p.p.).

107

(Gráfico: INE)

A desigualdade na distribuição dos rendimentos aumentou em 2022, principalmente comparando os 10% da população com maiores recursos e os 10% da população com menores recursos, para o que se obtém um rácio S90/S10 de 9,7, superior ao registado no ano anterior (8,5). Também o Coeficiente de Gini registou um aumento significativo, tendo-se situado em 33,7% e aumentado 1,7 p.p. em relação a 2021 (32,0%). O rácio S80/S20, que compara a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com maiores recursos com a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com menores recursos, aumentou de 5,1 em 2021 para 5,6 em 2022.

108

(Gráfico: INE)

109

(Gráfico: INE)

A estratégia económica de crescimento da União Europeia para a próxima década, designada estratégia Europa 2030, define, entre outros objetivos, a redução do número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social na União Europeia em, pelo menos, 15 milhões de pessoas até 2030, incluindo pelo menos 5 milhões de crianças e define um novo indicador de monitorização da população em risco de pobreza ou exclusão social, que conjuga as condições de pobreza relativa, de privação material e social severa e de intensidade laboral per capita muito reduzida.

Em Portugal, em 2023 (rendimentos de 2022), 2 104 milhares de pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social (pessoas em risco de pobreza ou a viver em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa) situando-se a taxa de pobreza ou exclusão social em 20,1% (o mesmo valor do ano anterior).

110

(Gráfico: INE)

111

(Gráfico: INE)

Documento PDF

Investimento Direto Estrangeiro – Banco de Portugal

 

Segundo o Banco de Portugal, no terceiro trimestre de 2023, as transações de IDE totalizaram 2,6 mil milhões de euros, dos quais, 1,1 mil milhões estavam associados a investimento imobiliário. Foram sobretudo os outros países europeus que mais investiram em Portugal neste trimestre.

100

(Gráfico: Banco de Portugal)

No final do terceiro trimestre de 2023, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 176 mil milhões de euros (68% do PIB). Entre o final de 2008 e o final do terceiro trimestre de 2023, o IDE mais do que duplicou. Em percentagem do PIB, e para o mesmo período, Portugal apresentava um aumento de 22 pontos percentuais (p.p.) a nível do IDE.

101

(Gráfico: Banco de Portugal)

No final do terceiro trimestre de 2023, observou-se que os agregados da “Educação, saúde, outras atividades de serviços sociais e pessoais e outras atividades” (36,9 mil milhões de euros) e das “Atividades de consultoria e administrativas” (21,3 mil milhões de euros), eram os que concentravam um maior valor de investimento direto do exterior em Portugal.

102

(Gráfico: Banco de Portugal)

No terceiro trimestre de 2023, os rendimentos de IDE foram de 2,2 mil milhões de euros, mantendo-se praticamente estáveis face ao período homólogo.

103

(Gráfico: Banco de Portugal)

Download PDF

 

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 19 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na primeira metade de novembro. Em 16 de novembro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 4,8% (VH), que compara com 7,2% (VH) na semana anterior.

99

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

Documento PDF

Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 812,4 mil milhões de euros, dos quais 366,4 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 446,0 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 296,2 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 149,8 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,2 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a setembro de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 7,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 9,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 1,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 1,0 mil milhões de euros e a diminuição do endividamento dos Particulares em 0,7 mil milhões de euros.

96

97

Em setembro de 2023, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi praticamente nula, à semelhança do mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares diminuiu de -0,1% para -0,2%.

98

Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

Documento PDF