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Atividade turística – estimativa rápida – INE  

Segundo o INE, em dezembro de 2023, o setor do alojamento turístico registou 4,0 milhões de dormidas, correspondendo a um aumento homólogo de 8,2% (7,8% em novembro de 2023).

Em dezembro, os residentes contribuíram com 1,6 milhões de dormidas (9,3%, variação homóloga (VH)) e os não residentes totalizaram 2,5 milhões de dormidas (7,5%, VH).

O Alentejo e o Centro destacaram-se com os maiores acréscimos homólogos em dezembro (19,3% e 17,6%, respetivamente). As Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira foram as únicas regiões a apresentar diminuição homóloga do número de dormidas neste mês (-5,7% e -1,0%, respetivamente).

A ocupação nos estabelecimentos de alojamento turístico aumentou em termos homólogos em dezembro (+0,9 p.p., quer na taxa líquida de ocupação-cama quer na taxa líquida de ocupação-quarto, para 32,1% e 39,2%, respetivamente).

No conjunto do ano de 2023 (dados preliminares), os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 30,0 milhões de hóspedes e 77,2 milhões de dormidas, refletindo aumentos anuais de 13,3% e 10,7%, respetivamente. As dormidas dos mercados externos predominaram (69,7% do total de dormidas em 2023), totalizando 53,8 milhões, e registaram um crescimento anual mais expressivo (14,9%). O mercado interno contribuiu com 23,4 milhões de dormidas (2,1%, VH). Comparando com 2019, os hóspedes aumentaram 10,7% e as dormidas 10,0% (10,7% nos residentes e 9,6% nos não residentes).

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2023, representando 18,4% das dormidas de não residentes (9,4%, VH). Seguiram-se os mercados alemão (11,3% do total), espanhol (quota de 10,1%), francês e norte americano (8,6% em ambos). Os maiores crescimentos anuais registaram-se nos mercados canadiano e norte americano (56,9% e 32,9%, respetivamente).

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(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE  

O INE estima que, em janeiro de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 2,3% (o valor observado em dezembro de 2023 foi 1,4%). Esta aceleração é em parte explicada pelo aumento de preços da eletricidade e pelo fim da isenção de IVA num conjunto de bens alimentares essenciais.

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 2,5% (2,6% em dezembro de 2023).

Estima-se que a variação do índice relativo aos produtos energéticos ter-se-á fixado em 0,2% (-10,5% no mês precedente) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá aumentado para 3,2% (2,0% em dezembro).

A variação mensal do IPC terá sido nula (variação de -0,4% em dezembro de 2023 e de -0,9 em janeiro de 2023).

Estima-se uma variação média dos últimos doze meses de 3,8% (4,3% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 2,6% (1,9% no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE  

A população empregada, em dezembro de 2023, foi estimada em 4.950,3 mil pessoas, registando uma variação relativa quase nula face ao mês anterior (1,0 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,3%, mantendo-se face à registada no mês anterior (revista em baixa de 64,4% para 64,3%).

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A população desempregada, estimada em 347,4 mil pessoas, diminuiu 0,1% em relação ao valor registado para o mês anterior (-0,4 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,6%, mantendo-se face à registada no mês anterior.

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 23,1%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 23,5% para 23,0%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3%, mantendo-se face à registada no mês anterior.

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Em dezembro de 2023, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,2% (64,3% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,8% (6,7% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em janeiro de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 97,5 pontos, o que compara com o valor de 96,3 pontos verificado em dezembro de 2023.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -9,6 para -8,3 pontos) e dos Serviços (de 3,9 para 4,3), ao contrário da Construção (de -3,7 para -3,8) e do Comércio a Retalho (de 5,1 para 3,6). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -26,1 para -23,9.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 0,1 pontos na União Europeia (de 95,8 pontos em dezembro de 2023 para 95,9 pontos em janeiro de 2024), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,1 pontos (de 96,3 pontos em dezembro de 2023 para 96,2 pontos em janeiro de 2024).

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Estimativa Rápida PIB da Zona Euro e UE (preliminar) – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, durante o 4º trimestre de 2023, a Zona Euro registou uma variação trimestral do PIB de 0,0%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (-0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 0,1%, depois de ter registado 0,0% no 3º trimestre de 2023.

No que respeita à EU, a variação trimestral do PIB foi de 0,0%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (-0,1%). A variação homóloga do PIB foi de 0,2%, o que compara com 0,0% registado no trimestre anterior.

No 4º trimestre de 2023, Portugal registou uma variação do PIB de 0,8% em relação ao trimestre anterior (-0,2% no trimestre anterior) e uma variação de 2,2% em relação ao trimestre homólogo (1,9% no 3º trimestre de 2023).

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(Gráfico: Eurostat)

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(Tabela: Eurostat)

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World Economic Outlook Update – FMI

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deverá aumentar 3,1% em 2024 e 3,2% em 2025. A previsão para 2024 foi revista em alta em 0,2 p.p. e a previsão para 2025 manteve-se, face ao Outlook de outubro.

Relativamente à Zona Euro, o FMI reviu em baixa a previsão para 2024 em 0,3 p.p. e a de 2025 em 0,1 p.p., sendo agora as previsões de 0,9% para 2024 e 1,7% para 2025.

Prevê-se ainda que, para os anos de 2024 e 2025, a Alemanha tenha variações do PIB de 0,5% e 1,6%, que a França tenha variações de 1,0% e 1,7%, que a Itália tenha variações de 0,7% e 1,1%, e que a Espanha tenha variações de 1,5% e 2,1%, respectivamente.

Para os Estados Unidos da América, o FMI prevê um aumento de 2,1% para 2024 e 1,7% para 2025 (previsões revistas em alta em 0,6 p.p. e em baixa em 0,1 p.p., respectivamente, face ao Outlook de outubro).

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(Tabela: FMI)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em dezembro de 2023, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 536 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,4% face ao mês anterior e a um aumento de 5,3% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 703 euros/m2, registando um aumento de 0,4% em relação ao mês anterior e um aumento 4,3% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 210 euros/m2, aumentando 0,9% face ao mês precedente e 5,4% em termos homólogos.

Em 2023, o valor mediano de avaliação situou-se em 1 521 euros/m2, traduzindo um aumento de 8,6% relativamente ao ano anterior.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,7%); Centro (0,6%); Oeste e Vale do Tejo (2,1%); Grande Lisboa (0,1%); Península de Setúbal (0,5%); Alentejo (0,8%); Algarve (0,0%); Região Autónoma dos Açores (-0,2%) e Região Autónoma da Madeira (0,4%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (6,7%); Centro (3,4%); Oeste e Vale do Tejo (10,1%); Grande Lisboa (3,0%); Península de Setúbal (5,2%); Alentejo (12,1%); Algarve (0,9%); Região Autónoma dos Açores (9,5%) e Região Autónoma da Madeira (15,5%).

Nota: Este mês inicia-se a divulgação da informação de Avaliação Bancária de acordo com a nova geografia NUTS 2024. Os dados publicados desta série têm início em janeiro de 2011. A série anterior (NUTS 2013) deixou de ser produzida em novembro de 2023.

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 4º trimestre de 2023 aponta para diminuições nas exportações e importações de, respetivamente, 1,9% e 5,4%, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

O decréscimo nas transações de bens ocorre pelo terceiro trimestre consecutivo, mas sendo menos acentuado que no trimestre anterior, em que se registaram variações homólogas de -8,7% nas exportações e -12,4% nas importações.

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(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em janeiro de 2024, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,5 para 1,9 (%, vcs).

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Entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 6,1 para 7,8 e o do Comércio diminuiu de 2,8 para 1,9. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -9,7 para -7,9 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,7 para -4,0. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -23,9 (sre, ve), em janeiro de 2024 (-26,0 em dezembro de 2023).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Estimativa Rápida do PIB – INE

No 4º trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma variação homóloga de 2,2%, em termos reais, após ter aumentado 1,9% no trimestre precedente. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB manteve-se elevado no 4º trimestre, verificando-se uma aceleração do consumo privado e uma desaceleração do investimento. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB passou a positivo, tendo as exportações de bens e serviços em volume apresentado um crescimento mais intenso que as importações.

Comparando com o 3º trimestre de 2023, o PIB aumentou 0,8% em volume (diminuição em cadeia de 0,2% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação em cadeia do PIB aumentou no 4º trimestre, refletindo o comportamento do consumo privado, enquanto o contributo da procura externa líquida foi menos negativo.

No conjunto do ano 2023, o PIB registou um crescimento de 2,3% em volume, após o aumento de 6,8% em 2022, o mais elevado desde 1987. A procura interna apresentou um contributo positivo para a variação anual do PIB, embora inferior ao observado no ano anterior, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e do investimento. O contributo da procura externa líquida também foi positivo em 2023, mas menos intenso que em 2022, tendo as exportações e as importações de bens e serviços em volume desacelerado significativamente.

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