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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 1º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,4% em relação ao trimestre homólogo (2,1% no trimestre anterior) e uma variação de 0,7% em relação ao trimestre anterior (0,7% no 4º trimestre de 2023).

A variação homóloga registou 0,4% na Zona Euro (0,1% no 3º trimestre de 2023) e 0,4% na UE27 (0,2% no 4º trimestre de 2023). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% na Zona Euro (-0,1% no 4º trimestre de 2023) e uma variação de 0,3% na UE27 (0,0% no 4º trimestre de 2023).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior no Chipre (1,2%) e na Irlanda (1,1%). As maiores quedas foram observadas na Estónia (-0,4%), Países Baixos e Suécia (ambas -0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB no Chipre (3,3%), Lituânia (2,9%) e Eslováquia (2,7%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Irlanda (-4,9%) e Estónia (-2,1%).

Nos EUA, no 1º trimestre de 2024, o PIB aumentou 3,0% em termos homólogos (3,1% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,4% em comparação com o trimestre anterior (0,8% no 4º trimestre de 2023).

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(Gráfico: Eurostat)

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A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica

A UE assume-se como líder mundial na luta contra as alterações climáticas e está comprometida em alcançar a neutralidade carbónica até 2050. Para isto, serão necessárias tecnologias verdes e limpas que precisam de minerais e outras matérias-primas para a sua implementação. A UE encontra-se particularmente numa situação vulnerável, já que depende largamente de países terceiros para o fornecimento destes recursos, cruciais para a concretização da sua transição verde e energética.
À luz do conceito de autonomia estratégica, este seminário averigua a situação de dependência excessiva da UE face ao lítio, um dos minerais mais importantes para a produção de baterias utilizadas no setor da e-mobilidade. É analisado o caminho que a União deverá percorrer para aumentar a sua autossuficiência, não só no fornecimento de lítio, como também na produção da tecnologia de baterias. Dada as suas condições geológicas favoráveis, é ainda examinado o papel de liderança que Portugal poderá assumir dentro da UE na exploração de lítio e na produção de baterias, assim como as diversas barreiras estruturais que têm impedido o país de explorar a sua vantagem comparativa.

A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica.pdf

Apresentação 94.º Seminário GEE/GPEARI – A dependência da União Europeia no lítio e nas baterias de ião-de-lítio: análise à luz da autonomia estratégica.pdf

Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em março de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,6% e 9,2%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,0% e 10,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,4% no Índice de Emprego e de 11,7% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2024, um valor de 110,0 pontos, aumentando 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (109,7 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 125,5 pontos em março, aumentando 6 pontos em relação ao mês anterior (119,5 pontos em fevereiro).

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Índice de Produção na Construção – INE

Em março, o Índice de Produção na Construção abrandou 1,6 p.p., para um crescimento homólogo de 3,0%, com abrandamentos em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 2,3%, taxa 1,5 p.p. inferior à observada em fevereiro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 6,0% no mês anterior, para 4,2% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 5,0% (5,4% em fevereiro de 2024).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,6 pontos em março de 2024, diminuindo 2,3 pontos em relação ao mês precedente (110,9 pontos em fevereiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 109,5 pontos em fevereiro para 107,0 em março e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 113,1 pontos em fevereiro para 111,1 pontos em março.

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Atividade Turística – INE

Em março de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 5,7 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 12,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 4,1 milhões de dormidas (13,8%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,6 milhões de dormidas (10,3%, VH).

De janeiro a março de 2024, a hotelaria registou 13,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (7,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 4,2 milhões de dormidas (3,9%, VHA) e os não residentes representam 9,3 milhões de dormidas (8,7%, VHA).

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Em março de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 405,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 20,1%.   

Em termos regionais (NUTS II), em março de 2024, destacam-se as regiões do Centro (37,4%), do Alentejo (33,0%) e do Oeste e Vale do Tejo (28,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a março de 2024, foram registados 912,7 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 15,0%.     

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em março de 2024, variações homólogas de 4,4%, 12,0% e -5,9%, respectivamente, o que compara com 5,4%, 12,6% e 3,1% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2024, valores de 120,8 pontos, 138,0 pontos e 118,0 pontos, respectivamente, o que compara com 119,4 pontos, 133,2 pontos e 116,8 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

Em março de 2024, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, inferior em 5,6 p.p. ao valor registado em fevereiro de 2024 (7,4%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 136,9 pontos em março de 2024, aumentando 12,2 pontos em relação ao mês precedente (124,7 pontos em fevereiro de 2024).

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Índice de Custo do Trabalho – INE

No 1º trimestre de 2024, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 6,2% (6,3% no 4º trimestre de 2023). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 6,3% e os outros custos aumentaram 6,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 4,6%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 9,3%.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em abril de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 2,2%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,1 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,1%, inferior em 0,5 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,5%, o que compara com uma variação de 2,0% no mês anterior e de 0,6% em abril de 2023.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,6% (2,9% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 3,5%, (3,9% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a abril de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro (em março, a taxa de Portugal tinha sido superior à da área do Euro em 0,2 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 5 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 2 de maio de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 8,2% (VH), que compara com 5,2% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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