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CALL FOR PAPERS SOBRE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: CONFERÊNCIA DE APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS PREMIADOS – GEE/GOOGLE/APDSI

O Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) do Ministério da Economia, em colaboração com a Google e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI), convidam a assistir presencialmente à conferência sobre “Inteligência Artificial em Portugal: Inovações, Desafios e Impactos na Economia”.

Neste evento, a 1 de julho, às 09:00, no Auditório do IAPMEI (Estrada do Paço do Lumiar, Campus do Lumiar, Edifício L, Lisboa), que conta com a intervenção do Senhor Ministro da Economia, são apresentados os três artigos científicos premiados num total de 15.000€ e promovido um debate sobre os desafios e impactos da IA na Economia.

 

Programa (com link para inscrição): Link
Comunicado de Imprensa: Link

Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em maio de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 610 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,9% face ao mês anterior e a um aumento de 6,6% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 780 euros/m2, registando um aumento de 0,6% em relação ao mês anterior e um aumento 5,4% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 263 euros/m2, aumentando 1,2% face ao mês precedente e aumentando 9,5% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,4%); Centro (0,9%); Oeste e Vale do Tejo (1,3%); Grande Lisboa (0,7%); Península de Setúbal (0,9%); Alentejo (-2,1%); Algarve (2,9%); Região Autónoma dos Açores (-4,6%) e Região Autónoma da Madeira (2,8%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (8,3%); Centro (10,6%); Oeste e Vale do Tejo (11,5%); Grande Lisboa (4,2%); Península de Setúbal (6,6%); Alentejo (10,9%); Algarve (1,6%); Região Autónoma dos Açores (11,7%) e Região Autónoma da Madeira (16,8%).   

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Caracterização do Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial da Construção em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do EIC, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

O contexto atual tem vindo a colocar desafios ao paradigma da globalização, pelas disrupções nas cadeias de valor. Assim, a continuação do investimento na colaboração entre os diferentes setores de atividade, aproveitando a capacidade de inovação e I&D para desenvolver novos produtos segundo novos modelos de negócio e novas formas de trabalho, contribuirá para a competitividade do ecossistema industrial da Construção em Portugal.

 

Ecossistema Industrial da Construção em Portugal

Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 1º trimestre de 2024, a economia portuguesa registou uma capacidade de financiamento de 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB), que representa um aumento de 0,5 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior.

O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Disponível Bruto (RDB) aumentaram ambos 1,6% (crescimentos de 1,6% e 1,5% no trimestre anterior, pela mesma ordem). O aumento do saldo externo da economia refletiu a melhoria do saldo das Famílias em 1,0 p.p. do PIB face ao trimestre anterior.

O Rendimento Disponível Bruto (RDB) das Famílias aumentou 2,6% face ao trimestre anterior, verificando-se crescimentos de 2,2% e 1,4% das remunerações e do Valor Acrescentado Bruto (VAB), respetivamente. A despesa de consumo final cresceu 1,1% (1,2% no trimestre anterior), determinando o aumento da taxa de poupança para 8,0% (6,6% no trimestre anterior), o que conduziu a uma capacidade de financiamento de 2,2% do PIB (1,2% do PIB no trimestre anterior). Em termos reais, o RDB ajustado per capita das Famílias cresceu 1,5% no 1º trimestre de 2024 (0,5% no trimestre anterior).

O saldo das Sociedades Não Financeiras (SNF) manteve-se inalterado em -2,2% do PIB. O VAB aumentou 1,5%, inferior ao crescimento das remunerações pagas (taxa de variação de 2,4%), enquanto a Formação Bruta de Capital aumentou 0,6%. Por sua vez, o saldo das Sociedades Financeiras fixou-se em 2,3% do PIB (menos 0,2 p.p. que no trimestre anterior).

O saldo do sector das AP diminuiu 0,3 p.p. no ano terminado no 1º trimestre de 2024, passando de uma capacidade líquida de financiamento de 1,2% para 0,9% do PIB. Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1º trimestre de 2024 atingiu -118,9 milhões de euros, correspondendo a -0,2% do PIB, o que compara com 1,1% no período homólogo. Face ao mesmo período do ano anterior, verificou-se um aumento de 7,3% da receita e de 11,0% da despesa.

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(Gráfico: INE)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em abril de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 802,4 mil milhões de euros, dos quais 359,9 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 442,5 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 291,2 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 151,3 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 0,7 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 0,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a aumento do endividamento das Empresas em 0,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,3 mil milhões de euros.

Relativamente a abril de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 5,7 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 2,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de uma redução de 3,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 3,4 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,2 mil milhões de euros.

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Em abril de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,2%, mais 0,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 0,1% para 0,4%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 7,0% no 1º trimestre de 2024, menos 0,8 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 7,6% e o das habitações novas foi de 5,5%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 0,6% (1,3% no 4º trimestre de 2023), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos existentes, que registaram uma taxa de variação de 1,1%, tendo os alojamentos novos apresentado um aumento de -0,8%.

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No 1º trimestre de 2024, foram transacionadas 33 077 habitações, o que representa uma diminuição de 4,1% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 6,7 mil milhões de euros, menos 1,8% do que no 1º trimestre de 2023.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de maio de 2024, inscreveram-se nos Centros de Emprego 42 128 pessoas, o que representa uma variação mensal de -8,2% e uma variação homóloga de -0,8%. Durante este mês, foram efectuadas 7 540 colocações, o que corresponde a uma diminuição de -6,2% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de -10,6%.

No final do mês de maio de 2024, estavam inscritos nos Centros de Emprego 310 263 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -2,5% (8 068 pessoas) e a uma variação homóloga de 8,5% (24 408 pessoas).

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(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-19,6%) e os Açores (-15,6%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores quedas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-19,1%) e no Alentejo (-6,9%).

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(Gráfico: IEFP)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 16 de junho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 13 de junho de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 1,6% (VH), que compara com 2,3% (VH) na semana anterior. 

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em maio de 2024, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 0,7%, mais 1,6 p.p. face ao registado no mês anterior (-0,9%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 4,4%, mais 4,0 p.p. face à variação verificada no mês de abril de 2024 (0,4%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 3,0% e -2,8%, respetivamente, o que compara com as variações de 2,8% e -5,1%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de -0,4% (-0,5 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 0,1% em termos homólogos (-1,0% no mês anterior) e de -0,1% em termos mensais (-1,2% em maio de 2023).

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O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 118,7 pontos em maio de 2024, mais 0,4 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 0,4 pontos para 118,3 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 1,2 pontos para 108,2 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento não se alterou face ao mês anterior, mantendo-se em 110,3 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 0,2 pontos, passando de 128,9 pontos em abril de 2024 para 129,1 em maio de 2024.

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