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Artificial Intelligence in Agriculture: Revolutionizing Methods and Practices in Portugal

Artificial Intelligence (AI) has emerged as a focal point for researchers and industry experts, continuously redefined by technological advancements. AI encompasses the development of machines impersonating human cognitive processes, such as learning, reasoning, and self-correction. Its wide-ranging applications across industries have showcased its increasing precision and efficiency, and Agriculture has also embraced AI to increase income and efficiency. In this regard a literature review to comprehensively understand the concept, existing research, and projects related to AI in agriculture was performed. Moreover, this paper approaches the potential of AI in agriculture practically, addressing the emergence of new methods and practices, using a case study approach, and analyzing the perceptions of impacts of AI in agriculture, from experts, academics, and agriculture professionals regarding the application of AI. It contributes to real application development, offering insights that resonate within academic and practical dimensions.

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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em maio de 2024, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 4,1%, superior em 1,2 p.p. à observada em abril de 2024 (2,9%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 8,1%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 3,9% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 2,8%, valores que comparam com 0,6%, 4,5% e 1,8% no mês anterior, respetivamente.

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Atividade Turística – Estimativa rápida – INE

Em maio de 2024, o sector do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas, correspondendo a variações homólogas (VH) de 9,4% e 7,5%, respetivamente (-3,7% e -4,3% em abril de 2024, pela mesma ordem). As dormidas de residentes aumentaram 7,6% (VH), correspondendo a 1,9 milhões, enquanto as de não residentes cresceram 7,5% (VH), totalizando 5,8 milhões.

Nos mercados externos, o britânico foi o principal mercado emissor em maio (quota de 19,1%), tendo registado um crescimento de 2,1% (VH), seguido da Alemanha (peso de 11,8%), que cresceu 10,0% (VH). Seguiu-se o mercado norte americano, na terceira posição (quota de 10,1%), com um aumento 17,3% (VH), ultrapassando o mercado francês (peso de 9,2%), um dos poucos, entre os principais, a apresentar decréscimo (-1,8%, VH).

Todas as regiões registaram acréscimo homólogo de dormidas, com maior expressão no Alentejo (18,0%) e na RA Açores (17,6%), enquanto os crescimentos mais modestos se registaram no Algarve (5,2%), na RA Madeira (5,6%) e na Grande Lisboa (5,7%).

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(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em junho de 2024, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 2,8% (o valor observado em maio de 2024 foi 3,1%). A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 2,3% (2,7% em maio de 2024).

A variação mensal do IPC terá sido nula (variação de 0,2% em maio de 2024 e 0,3% em junho de 2023).

Estima-se uma variação média dos últimos doze meses de 2,5% (2,6% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 3,1% (3,8% no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

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Em Análise – O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Este estudo analisa o quadro normativo e as políticas recentes de teletrabalho em Portugal no contexto da União Europeia (UE). Com a pandemia de Covid-19, o teletrabalho tornou-se uma modalidade de trabalho amplamente adotada, levando a significativas alterações legislativas para assegurar condições adequadas aos teletrabalhadores. A análise aborda as principais mudanças legislativas antes, durante e após a pandemia, destacando a implementação do Acordo-Quadro Europeu sobre Teletrabalho e as medidas específicas adotadas por Portugal. O estudo também apresenta as diferentes abordagens de regulamentação do teletrabalho nos Estados-Membros da UE e a evolução das políticas de teletrabalho, enfatizando a importância de adaptar continuamente as regulamentações para proteger a saúde e bem-estar dos trabalhadores, promovendo a conciliação da vida profissional, familiar e pessoal, e assegurando que o teletrabalho contribua positivamente para a qualidade de vida dos trabalhadores e para a produtividade das organizações.

O Teletrabalho em Portugal: Quadro normativo e políticas recentes no contexto da União Europeia

Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em junho de 2024, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 101,0 pontos, o mesmo valor que em maio de 2024.

Verificaram-se subidas nos sectores da Indústria (de -6,1 para -5,3 pontos), Comércio a Retalho (de 1,2 para 3,0) e Construção (de -4,0 para -3,4), ao contrário do Serviços (de 3,6 para 1,3). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,5 para -16,7.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,2 pontos na União Europeia (de 96,6 pontos em maio de 2024 para 96,4 pontos em junho de 2024), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,2 pontos (de 96,1 pontos em maio de 2024 para 95,9 pontos em junho de 2024).

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em maio de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,3 mil milhões de euros, diminuindo 11 mil euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de -0,8% (-1,1% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 128,9 mil milhões de euros, registando uma TVA de 1,0% (0,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 0,0%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 6,2%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -0,3%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em maio de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,30% (1,24% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,97% para 2,13%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,83% (0,82% no mês precedente).

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Em maio de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,2%) e no Norte (30,4%).

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Em maio de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 4,0% (3,8% no mês anterior).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em junho de 2024, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 1,9 para 1,8 (%, vcs).

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Entre maio e junho de 2024, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 1,8 para -2,8 e o do Comércio diminuiu de 1,7 para -0,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,3 para -6,0 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -3,1 para -2,7. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -16,5 (sre, ve), em junho de 2024 (-17,6 em maio de 2024).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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