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Comércio a Retalho – Eurostat

Em julho de 2024, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,1% na Zona Euro (ZE20) e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em junho de 2024, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,4% na Zona Euro e -0,4% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 0,8% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,8% em junho de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos foram registados na Croácia (2,9%), na Áustria e na Eslováquia (ambos 1,8%) e na Eslovénia (1,6%). As maiores diminuições ocorreram no Luxemburgo (-2,1%), Roménia (-1,8%) e Chipre (-1,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 0,1% na Zona Euro e aumentou 0,4% na UE27, em julho de 2024.

Portugal registou um aumento homóloga de 2,0%, após ter registado um aumento homólogo de 3,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2024, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados no Luxemburgo (10,3%), na Croácia (7,9%) e na Bulgária (6,8%). As maiores diminuições foram observadas na Bélgica (-4,4%), Estónia (-3,1%) e Finlândia (-2,1%). Foram registadas diminuições na Letónia (-3,6%), Alemanha (-2,8%) e Finlândia (-1,9%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 1 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior. Em 29 de agosto de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou -0,1% (VH), que compara com 1,8% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Caracterização do Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal

Este trabalho insere-se na série “GEE – Estratégia Industrial Europeia e os Ecossistemas Industriais Estratégicos” – centrando-se no Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal, tendo por base a nova Estratégia Industrial da União Europeia (UE), que identificou 14 Ecossistemas Industriais Estratégicos com base na relevância económica, tecnológica e potencial contributo para a dupla transição (verde e digital) e reforço da resiliência da economia da UE.

A análise inclui um foco particular em áreas já acompanhadas pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), destacando pilares essenciais para a análise da competitividade nacional, tendo por base o conceito europeu do ecossistema. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar a competitividade do EIA, considerando os fatores da competitividade. Para isso, são analisados três pilares centrais: (i) Recursos Humanos e Mercado de Trabalho, (ii) Inovação, Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Empreendedorismo e (iii) Ambiente de Negócios.

No contexto atual existe um conjunto de dependências da UE que num futuro próximo importa discutir. O estudo enfatiza a importância do investimento contínuo na resposta às novas exigências dos consumidores, à sustentabilidade de recursos e ambiental, à adoção de tecnologias digitais, bem como na aposta nas novas competências dos RH, possibilitando a criação de valor e de novos modelos de negócio, havendo uma integração do ciclo de vida do ecossistema, com vista à competitividade no mercado global.

Ecossistema Industrial Agroalimentar em Portugal

Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

No mês de julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 5,31%, diminuindo 0,17 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 4,90% e 5,14% em junho de 2024 para 4,76% e 5,12% em julho de 2024, respetivamente.

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Em julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,11 p.p., de 5,37% para 5,26%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 5,70% e 5,35%, respetivamente, após terem registado valores de 6,01% e 5,69% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 5,16%, o que compara com 5,11% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de julho de 2024, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 2,02%, diminuindo 0,17 p.p. face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,53 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,67% e 2,91% em julho de 2024, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,23 p.p. e 2,23 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de agosto de 2024, foram matriculados 14 338 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de 8,7%. A categoria de Veículos Pesados apresentou uma diminuição de 43,6% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de -9,4% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 9,8%.

Entre janeiro e agosto de 2024 foram matriculados 168 941 veículos, o que representa um aumento homólogo de 4,4%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 3,5% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 2,5% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um aumento de 19,5% (VHA).

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De janeiro a agosto de 2024, as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram 142 788 unidades, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em julho de 2024, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,01 p.p., de 5,13% em junho para 5,14%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,11 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 5,26%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro aumentaram 0,11 p.p., registando um valor de 5,02%. 

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Entre junho e julho de 2024, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,34 p.p. e acima de 1 milhão de euros aumentaram 0,05 p.p., fixando-se em 5,35% e 5,16%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,05 p.p. entre junho e julho de 2024, fixando-se em 3,70%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,05 p.p., fixando-se em 9,57%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,05 p.p. entre junho e julho de 2024, fixando-se em 4,92%.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em julho de 2024, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 5 036 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 15,0% (mais 9,1 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 20,4% (mais 9,3 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 10,3% (mais 9,1 p.p. face a junho de 2024).

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Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 31 845 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 11,8%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 13 811 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 11,3% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 18 034 milhões de euros, atingindo os 12,1% de variação homóloga acumulada.

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Taxas de Câmbio – BCE

No mês de agosto de 2024, 1,0000 Euro (EUR) equivaleu, em média, a 1,1012 Dólares americanos (USD).

As taxas de câmbio de algumas moedas (valor da média mensal) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:

   

agosto de 2023

julho de 2024

agosto de 2024

Dólar dos EUA

USD

1,0909

1,0844

1,1012

Libra Esterlina

GBP

0,8589

0,8433

0,8515

Franco Suíço

CHF

0,9588

0,9676

0,9450

Iene

JPY

157,96

171,17

161,06

 

 

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em julho de 2024, a Dívida Pública situou-se em 275,9 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 2,1 mil milhões de euros face ao mês anterior e uma diminuição de 5,0 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta descida refletiu sobretudo a redução dos títulos de dívida (-2,0 mil milhões de euros), principalmente de curto prazo.

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Em junho de 2024, a Dívida Pública foi de 101,6% do PIB, o que representa uma variação de 1,2 p.p. face ao trimestre anterior e de -8,5 p.p. face ao trimestre homólogo.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em julho de 2024, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -4,0%, o que corresponde a uma diminuição 1,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-2,7%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -2,5% e -7,3%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -3,8%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de -1,4%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -3,1% e -8,3%, respetivamente.

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