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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de maio de 2025, foram matriculados 27.043 veículos, o que representa um aumento homólogo de 16,5%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 2,3% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 18,6% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 4,2%.

Entre janeiro e maio de 2025 foram matriculados 116.656 veículos, o que representa um aumento homólogo de 3,6%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um decréscimo de 8,5% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 4,8% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 2,5% (VHA).

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De janeiro a maio de 2025, registaram-se 100 835 matrículas de veículos ligeiros de passageiros, sendo a distribuição dos veículos ligeiros de passageiros por fonte de energia a seguinte:

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Economic Outlook – OCDE

A OCDE prevê para Portugal uma evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,9% em 2025 (valor revisto em baixa em 0,1 pontos percentuais (pp) face às previsões de dezembro de 2024) e 1,9% em 2026 (valor também revisto em baixa em 0,1 pp face às previsões de dezembro de 2024). Para a evolução do PIB em 2025 e 2026, a procura externa líquida registará um contributo de -0,4 pp e 0,0 pp, respectivamente.

A OCDE prevê ainda um saldo da Balança Corrente de 1,1% do PIB em 2025 e em 2026 (a previsão foi revista em alta em 0,2 pp para 2026, relativamente à publicação de dezembro).

Em relação à taxa de desemprego, a OCDE prevê que esta seja de 6,4% em 2025 e em 2026 (valores que em dezembro estimava virem a ser 6,3% e 6,2% respetivamente). No que toca à inflação, a OCDE estima que esta seja 2,1% em 2025, mantendo-se em 2026.

Relativamente às Finanças Públicas, a OCDE prevê um saldo orçamental de 0,2% do PIB em 2025 (valor revisto em baixa em 0,1 pp face às previsões de dezembro de 2024) e de -0,3% em 2026 (valor revisto em baixa em 0,5 pp face às previsões de dezembro de 2024).

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(Tabela: OCDE)

Segundo a OCDE, prevê-se que a evolução do PIB da Zona Euro e do Mundo seja de 1,0% e 2,9% em 2025, respectivamente (1,0% e 3,1%, respectivamente, no Interim Outlook de março). Para 2026, prevê-se um crescimento de 1,2% e de 2,9% para a Zona Euro e para o Mundo, respetivamente (1,2% e 3,0%, respectivamente, no Interim Outlook de março).

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(Tabela: OCDE)

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em abril de 2025, a Dívida Pública situou-se em 280,9 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 2,6 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 8,6 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta variação refletiu o aumento dos títulos de dívida (+2,3 mil milhões de euros) e dos certificados de aforro (+0,5 mil milhões de euros), que foi parcialmente compensado pela diminuição dos empréstimos (-0,1 mil milhões de euros) e dos certificados do Tesouro (-0,1 mil milhões de euros).

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Em março de 2025, a Dívida Pública foi de 96,4% do PIB, o que representa uma variação de 1,5 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior e de -2,7 pp face ao trimestre homólogo.

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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em abril de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 0,1%, inferior em 1,4 p.p. à observada em março de 2025 (1,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 1,4%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de -1,7% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 2,1%, valores que comparam com 2,5%, -0,7% e 4,0% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em abril de 2025, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -2,2%, o que corresponde a um aumento de 3,2 pontos percentuais (pp) relativamente à do mês anterior (-5,4%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -3,6% e 1,4%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -1,1%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de -1,0%, diminuindo 0,7 pp em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -3,1% e 1,7%, respetivamente.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em abril de 2025, foi estimada em 5216,3 mil pessoas, aumentando 0,6% face ao mês anterior (33,4 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 65,1%, tendo aumentado 0,4 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (revista em alta de 64,6% para 64,7%).

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A população desempregada, estimada em 349,1 mil pessoas, diminuiu 1,2% em relação ao valor registado para o mês anterior (-4,1 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,3%, tendo diminuído 0,1 pp em relação ao mês anterior (revista em alta de 6,5% para 6,4%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 19,7%, tendo diminuído 0,7 pp em relação ao mês anterior (revista em baixa de 20,7% para 20,4%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3% e manteve-se em relação ao mês anterior.

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Em abril de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,9% (64,5% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,2% (6,5% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em abril de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,5 mil milhões de euros, diminuindo 121 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 1,8% (1,4% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 136,1 mil milhões de euros, registando uma TVA de 6,3% (5,8% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 10,2% (9,8% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de 0,0% (-0,6% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -3,8% (-4,4% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 0,7% (1,0% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 6,0%, aumentando 0,6 pp em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,0%, diminuindo 0,3 pp em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 7,1%, aumentando 0,5 pp em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em abril de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,21% (1,17% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,91% para 2,02%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,78% (0,77% no mês precedente).

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Em abril de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,4%) e no Norte (30,3%).

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Em abril de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,5% (3,3% no mês anterior).

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Atividade Turística – INE

Em abril de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 9,2% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,1 milhões de dormidas (7,7%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,0 milhões de dormidas (13,1%, VH).

De janeiro a abril de 2025, a hotelaria registou 20,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,7%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 6,3 milhões de dormidas (6,3%, VHA) e os não residentes representam 14,2 milhões de dormidas (1,2%, VHA).

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Em abril de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 571,1 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 12,6%.

Em termos regionais (NUTS II), em abril de 2025, destacam-se as regiões do Centro (29,4%), do RA Madeira (22,2%) e do RA Açores (18,0%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a abril de 2025, foram registados 1526,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,5%.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,3% em maio de 2025, taxa superior em 0,2 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado também uma variação de 2,3% (2,1% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 0,1% (-0,1% em abril de 2025) e a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados para 4,1% (3,3% no mês anterior).

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(Gráfico: INE)

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,4% (0,7% em abril e 0,2% em maio de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,7% (2,1% no mês precedente).

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