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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em maio de 2025, a Dívida Pública situou-se em 284,5 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 3,7 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 8,7 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta variação refletiu o aumento dos títulos de dívida (+3,5 mil milhões de euros), sobretudo de longo prazo, e dos certificados de aforro (+0,5 mil milhões de euros), que foi parcialmente compensado pela diminuição dos certificados do Tesouro (-0,2 mil milhões de euros) e dos empréstimos (-0,1 mil milhões de euros).

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Em março de 2025, a Dívida Pública foi de 96,4% do PIB, o que representa uma variação de 1,5 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior e de -2,7 pp face ao trimestre homólogo.

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Índice de Volume de Negócios no Comércio – INE

Em maio de 2025, o Índice de Volume de Negócios no Comércio, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 3,6%, superior em 3,6 pontos percentuais à observada em abril de 2025 (0,0%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios do Comércio, manutenção e reparação, de veículos automóveis e motociclos registou uma variação homóloga de 9,8%, o Índice de Volume de Negócios do Comércio por grosso registou uma variação homóloga de 0,8% e o Índice de Volume de Negócios do Comércio a Retalho registou 4,8%, valores que comparam com 1,6%, -2,8% e 3,0% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em maio de 2025, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 2,6%, o que corresponde a um aumento de 4,7 pontos percentuais (pp) relativamente à do mês anterior (-2,1%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -1,6% e 18,0%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 0,1%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de -0,9%, aumentando 0,1 pp em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -0,7% e 24,7%, respetivamente.

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em maio de 2025, foi estimada em 5.206,0 mil pessoas, diminuindo 0,2% face ao mês anterior (-12,6 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 64,9%, tendo diminuído 0,2 pontos percentuais (pp) face ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

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A população desempregada, estimada em 348,9 mil pessoas, diminuiu 0,3 % em relação ao valor registado para o mês anterior (-0,9 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,3%, tendo-se mantido em relação ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 19,5%, tendo-se mantido em relação ao mês anterior (revista em baixa de 19,7,3% para 19,5%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3% e manteve-se em relação ao mês anterior.

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Em maio de 2025, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 64,8% (64,9% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,1% (6,2% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em maio de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 73,1 mil milhões de euros, aumentando 617 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 2,7% (1,8% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 137,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 6,9% (6,3% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 11,3% (10,2% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de 1,6% (0,0% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -2,8% (-3,8% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 0,4% (0,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 6,8%, aumentando 0,8 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,1%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 7,1%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em maio de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,19% (1,18% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,93% para 1,96%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,78% (0,78% no mês precedente).

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Em maio de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,3%) e no Norte (30,3%).

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Em maio de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,3% (3,3% no mês anterior).

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Atividade Turística – INE

Em maio de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 1,3% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,8 milhões de dormidas (-0,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,0 milhões de dormidas (5,9%, VH).

De janeiro a maio de 2025, a hotelaria registou 28,3 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (2,3%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 8,3 milhões de dormidas (6,1%, VHA) e os não residentes representam 20,0 milhões de dormidas (0,7%, VHA).

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Em maio de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 717,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 8,7%.

Em termos regionais (NUTS II), em maio de 2025, destacam-se as regiões do RA Madeira (21,1%), do RA Açores (14,7%) e do Centro (12,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a maio de 2025, foram registados 2243,4 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 7,9%.

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Índice de Preços no Consumidor – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,4% em junho de 2025, taxa superior em 0,1 pontos percentuais (pp) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado também uma variação de 2,4% (2,2% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para -1,3% (0,1% em maio de 2025) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá voltado a acelerar para 4,7% (4,0% no mês anterior).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,1% (0,3% em maio e nula em junho de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,3% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,1% (1,7% no mês precedente).

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(Gráfico: INE)

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em junho de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 107,4 pontos, o que compara com o valor de 105,9 pontos verificado em maio de 2025.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -4,5 para -3,3 pontos), Comércio a Retalho (de 1,8 para 2,8) e Construção (de 4,0 para 4,9), ao contrário dos Serviços (de 12,2 para 14,4). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -15,8 para -16,0.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 1,0 pontos na União Europeia (de 95,0 pontos em maio para 94,0 pontos em junho), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 0,8 pontos (de 94,8 pontos em maio para 94 pontos em junho).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em junho de 2025, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,7 para 2,8 (%, vcs).

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Entre maio e junho de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 12,0 para 13,9 e o do Comércio diminuiu de 1,9 para 0,8. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -4,6 para -3,5 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 4,8 para 5,7. O Indicador de Confiança dos Consumidores permaneceu inalterado em -16,0 (sre, ve), em junho de 2025 (-16,0 em maio de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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