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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE  

No período de março a maio de 2022, as exportações de bens registaram um aumento de 23,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 35,3% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 3380,7 milhões de euros no período analisado.

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Em termos de variações homólogas mensais, no mês de maio de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 40,6% e 46,4%, respetivamente (16,8% e 29,1%, pela mesma ordem, em abril de 2022). Cerca de metade destas variações estarão associadas a variações de preços: os índices de valor unitário (preços) registaram variações homólogas de 17,2% nas exportações e 24,3% nas importações.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em maio de 2022, as exportações aumentaram 35,3% e as importações cresceram 34,4% face a maio de 2021 (respetivamente 12,6% e 18,5% em abril de 2022).

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No período de março a maio de 2022, a taxa de cobertura total foi de 73,4%, correspondendo a um decréscimo de 7,2 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 73,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 72,4% e na Zona Euro foi de 72,1%.

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Em maio de 2022, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2 422,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -1 121,4 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 913,6 milhões de euros.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira –  Banco de Portugal

No 1.º trimestre de 2022, a Necessidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), que compara com uma Capacidade Líquida de Financiamento de 0,7% no trimestre anterior.

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Este resultado reflete as necessidades de financiamento das sociedades não financeiras e das administrações públicas (de 2,6% e 1,5% do PIB, respetivamente) que, em conjunto, excederam as capacidades de financiamento dos particulares e das sociedades financeiras (de 2,5% e 1,5% do PIB).

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No 1.º trimestre de 2022, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,8% do PIB, para a qual contribuíram as variações negativas de Numerário e Depósitos, Títulos exceto Ações em -0,4% e -4,3% do PIB, respetivamente. Inversamente, para o mesmo período, os Empréstimos registaram uma variação positiva de 2,5% do PIB.

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No 1.º trimestre de 2022, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 7,6% do PIB.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro –  Banco de Portugal

Em março de 2022, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -201 702 milhões de euros (-92,8% do PIB), o que compara com -202 587 milhões em dezembro de 2021 (-95,9% do PIB).

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O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 577 881 milhões de euros (273,5% do PIB) em dezembro de 2021 para 581 318 milhões de euros (267,4% do PIB) em março de 2022.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 408 025 milhões de euros (187,7% do PIB) em março de 2022, o que compara com 408 547 milhões em dezembro de 2021 (193,4% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 222 383 milhões de euros (105,3% do PIB) em dezembro de 2021 para 223 091 milhões de euros (102,6% do PIB) em março de 2022.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 170 437 milhões de euros (78,4% do PIB) em março de 2022, o que compara com 172 278 milhões em dezembro de 2021 (81,5% do PIB). 

38Em março de 2022, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 140,0% do PIB (304 358 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 5,6 p.p. face a dezembro de 2021 (145,6%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 112,9% em março de 2022, o que compara com 111,9% em dezembro de 2021. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em março de 2022 aos 114,4%, o que compara com 115,7% em dezembro de 2021.

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Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022

No âmbito da colaboração do GEE com a IdD Portugal Defence e o Instituto da Defesa Nacional (IDN), e na sequência do estudo Economia da Defesa em Portugal: A Caminhar em Direção ao Futuro, de dezembro de 2021, divulga-se a Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022, nas versões português e inglês. A publicação reforça a importância do setor da Economia de Defesa na Economia nacional através de indicadores nas áreas Atividade Empresarial e Conhecimento, Recursos Humanos, I&DT e Internacionalização.

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 PT.pdf

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 EN.pdf

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022

No âmbito da colaboração do GEE com a IdD Portugal Defence e o Instituto da Defesa Nacional (IDN), e na sequência do estudo Economia da Defesa em Portugal: A Caminhar em Direção ao Futuro, de dezembro de 2021, divulga-se a Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022, nas versões português e inglês. A publicação reforça a importância do setor da Economia de Defesa na Economia nacional através de indicadores nas áreas Atividade Empresarial e Conhecimento, Recursos Humanos, I&DT e Internacionalização.

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 PT.pdf

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 EN.pdf

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022

No âmbito da colaboração do GEE com a IdD Portugal Defence e o Instituto da Defesa Nacional (IDN), e na sequência do estudo Economia da Defesa em Portugal: A Caminhar em Direção ao Futuro, de dezembro de 2021, divulga-se a Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022, nas versões português e inglês. A publicação reforça a importância do setor da Economia de Defesa na Economia nacional através de indicadores nas áreas Atividade Empresarial e Conhecimento, Recursos Humanos, I&DT e Internacionalização.

 

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 PT.pdf

Factsheet Economia de Defesa em Portugal 2022 EN.pdf

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em maio de 2022, variações homólogas de 3,2% e 7,4%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,2 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (3,0% no mês de abril de 2022), também o Índice de Remunerações aumentou 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (7,2% em abril de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 6,0% em maio de 2022, aumentando 8,8 p.p. face à registada em abril de 2022.

 

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em maio de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 29,0%, aumentando 10,3 p.p. em relação ao observado no mês de abril de 2022 (18,7% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 20,7% e 30,7%, após terem registado variações de 11,7% e 20,3% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 14,5% e 49,0%, após terem registado variações de -6,1% e 46,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em maio de 2022 uma variação homóloga de 32,9%, aumentando 18,6 p.p. em comparação com o mês anterior (14,3%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 4,1 p.p. em termos homólogos (26,1% em maio de 2022 face aos 22,0% registados em abril de 2022).

 

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em maio de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -699 milhões de euros, o que compara com um valor de 2.911 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 23 milhões de euros (-629 milhões de euros registados no mês anterior).

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No final de maio de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 299.202 milhões de euros, diminuindo 2669 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -3,8%. O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 35.961 milhões de euros, diminuindo 172 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 10,1%.

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

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