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DGE
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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

De acordo com o INE, no 2.º trimestre de 2022, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 3,1%, em relação ao mesmo período de 2021, para 1 439 Euros.

Tanto a componente regular como a componente base daquela remuneração aumentaram 2,5%, situando-se em 1 139 Euros e 1 069 Euros, respetivamente. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total média diminuiu 4,6%. As componentes regular e base diminuíram ambas 5,1%. Estes resultados abrangem 4,4 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Em relação junho de 2021, os maiores aumentos da remuneração total foram observados nas atividades de Eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio (secção D; 21,2%), nas empresas de 1 a 4 trabalhadores (6,5%), no setor privado (4,4%) e nas empresas de Serviços de alta tecnologia com forte intensidade de conhecimento (6,1%). Não foram observadas variações negativas da remuneração total, tendo as menores variações homólogas sido observadas nas atividades de Administração Pública e Defesa; Segurança Social Obrigatória (secção O; 0,1%), nas empresas com 250 a 499 trabalhadores (0,1%), no setor das Administrações Públicas (1,4%) e nas empresas de Outros serviços com forte intensidade de conhecimento (1,3%).

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(Gráfico: INE)

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal  

O Índice de Vendas de Cimento registou, em julho de 2022, uma variação homóloga de -7,8%, o que se traduz numa diminuição de 12,1 p.p. face ao mês precedente (4,3%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 52,9 pontos, o que compara com 56,4 pontos no mês anterior e 57,4 pontos em julho de 2021.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em junho de 2022, variações homólogas de 7,7%, 8,2% e 7,3%, respetivamente, o que compara com 8,1%, 10,1% e 12,9% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em junho de 2022, valores de 110,7 pontos, 143,0 pontos e 102,4 pontos, respetivamente, o que compara com 109,2 pontos, 123,1 pontos e 107,4 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em junho de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 19,9%, inferior em 6,8 p.p. ao valor registado em maio de 2022 (26,7%).

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O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 136,3 pontos em junho de 2022, diminuindo 0,5 pontos em relação ao mês precedente (136,8 pontos em maio de 2022).

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Estatísticas do Emprego – INE

No 2.º trimestre de 2022, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 5,7%, inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 298,8 mil indivíduos, registando uma diminuição de 3,1% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4 901,8 mil indivíduos, mantendo-se praticamente inalterada em relação ao trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Região Autónoma da Madeira com 7,3%, seguindo-se a região de Lisboa com 6,8% e a Região Autónoma dos Açores com 5,9%.

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Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em julho de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 9,1%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,4 p.p. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 6,2% superior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal nula, o que compara com uma variação de 0,8% no mês anterior e de -0,3% em julho de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 4,7% (4,1% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 3,2% (2,8% no mês anterior).

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O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 9,4%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a julho de 2022, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,5 p.p. à da área do Euro, aumentando esta diferença em 0,1 p.p. comparativamente com o observado no mês anterior.

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(Gráfico: INE)

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Posição Portuguesa – Rankings Internacionais – Digital Economy and Society Index 2022

Na edição de 2022 do Digital Economy and Society Index (DESI), Portugal apresentou uma pontuação de 50,8, ocupando a 15.ª posição num conjunto de 27 Estados-Membros (EM) da União Europeia (UE-27). Portugal encontrava-se na 16.ª posição na edição anterior (entre 27 EM) e na 19ª posição na edição 2020 (entre 28 EM).

A presente ficha tem como objetivo resumir de forma sistematizada os principais resultados relativos à competitividade digital da economia portuguesa.

 

Posição Portuguesa – Rankings Internacionais – Digital Economy and Society Index 2022.pdf.pdf

Indicador Compósito Avançado –  OCDE

Em julho de 2022, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de -0,21% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de -0,38%. Este indicador registou, em julho de 2022, um valor de 100,14 pontos. Estes valores indicam uma fase de desaceleração da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

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(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,22% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de -0,26%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de -0,33% e os EUA apresentam uma variação de -0,20%.

Em termos homólogos, a variação foi de -1,89% para a OCDE, -2,46% para a Zona Euro, -2,78% para a Alemanha e -1,69% para os EUA.

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção –  INE

Em junho de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,0% e 6,2%, respetivamente. No mês de maio de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,1% e 6,5%. A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,1% no Índice de Emprego e de 7,2% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em junho de 2022, um valor de 106,1 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (105,9 pontos em maio de 2022). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 127,5 pontos em junho de 2022, aumentando 11,4 pontos em relação ao mês anterior (116,1 pontos em maio de 2022).

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