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Taxa de Desemprego – Eurostat

Em outubro de 2022, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,1%, mantendo-se constante em relação à percentagem registada no mês anterior (6,1%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 0,2 p.p. (6,3%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em outubro de 2022, situou-se em 12,5%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (12,7%) e apresentou uma variação de -1,2 p.p. face ao verificado no período homólogo (13,7%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em outubro de 2022, se tenha situado em 6,5%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (6,6%) e diminuindo 0,8 p.p. em termos homólogos (7,3%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,0%, diminuindo 0,1 p.p. relativamente ao mês anterior.

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Em outubro de 2022, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 17,6%, diminuindo 1,1 p.p. em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 4,5 p.p. (22,1%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, aumentando 0,1 p.p. relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 32,3%, em outubro de 2022, permanecendo inalterado face ao mês anterior e registando uma variação de 1,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (30,9%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 11,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês de setembro de 2022 (11,2%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em outubro de 2022, nos 15,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,7%, permanecendo inalterado em relação a setembro de 2022. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 15,1%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,1%, menos 0,1 p.p. que o mês anterior.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 27 de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 24 de novembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -3,1% (VH), que compara com -2,3% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 3 230 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de -1,6% (menos 12,1 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de -1,8% (menos 29,9 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os -1,5% (mais 0,3 p.p. face a setembro de 2022).

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Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 37 049 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 8,0%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 17 067 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de 4,3% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 19 982 milhões de euros, atingindo os 11,4% de variação homóloga acumulada.

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em outubro de 2022, a Dívida Pública situou-se em 273,8 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 6,1 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 2,5 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta diminuição refletiu as amortizações líquidas de títulos de dívida (-6,6 mil milhões de euros), nomeadamente de obrigações do Tesouro.

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Em setembro de 2022, a Dívida Pública foi de 120,5% do PIB, o que representa uma variação de -2,9 p.p. face ao trimestre anterior e de -8,6 p.p. face ao trimestre homólogo.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em outubro de 2022, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -2,0%, o que corresponde a uma diminuição 2,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (0,3%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -3,9% e 0,0%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -3,9%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,3%, aumentando 0,3 p.p.  em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -1,9% e -1,9%, respetivamente.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

Em outubro de 2022, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,62 p.p., de 3,36% em setembro de 2022 para 3,98%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,69 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 3,72%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro aumentaram 0,53 p.p., registando um valor de 4,19%. 

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Entre setembro de 2022 e outubro de 2022, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,74 p.p. e acima de 1 milhão de euros aumentaram 0,48 p.p., fixando-se em 4,04% e 3,21%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação aumentaram 0,63 p.p. entre setembro e outubro de 2022, fixando-se em 2,86%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,21 p.p., fixando-se em 8,06%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,68 p.p. entre setembro e outubro de 2022, fixando-se em 4,15%.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Atividade turística – estimativa rápida – INE

Segundo o INE, em outubro de 2022, o sector do alojamento turístico registou 6,8 milhões de dormidas, correspondendo a um aumento homólogo de 23,5% (37,2% em setembro de 2022). Face a outubro de 2019, registou-se um aumento de 6,2%.

Em outubro, os residentes contribuíram com 1,8 milhões de dormidas e os não residentes totalizaram 4,9 milhões de dormidas. Face a outubro de 2019, registaram-se aumentos nas dormidas de residentes (21,0%) e nas dormidas de não residentes (1,5%).

No conjunto dos primeiros dez meses de 2022, as dormidas aumentaram 97,3% (23,7% nos residentes e 177,9% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 1,6%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-6,0%), dado que as de residentes cresceram 9,0%.

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(Gráfico: INE)

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