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Atividade turística – estimativa rápida – INE

O sector do alojamento turístico registou 4,2 milhões de dormidas em novembro de 2022, correspondendo a um aumento homólogo de 19,4% (23,8% em outubro). Face a novembro de 2019, registou-se uma variação de 4,3%.

Em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas e voltou a registar uma evolução positiva (+6,3%), após um decréscimo em outubro (-3,2%). Os mercados externos totalizaram 2,9 milhões (+26,4%). Face a novembro de 2019, registaram-se aumentos de 0,8% nas dormidas de residentes e 5,9% nas de não residentes, o que neste último caso corresponde ao maior crescimento face a 2019 desde o início da pandemia.

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, as dormidas aumentaram 89,4% (+22,4% nos residentes e +157,7% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 1,2% (-5,3% nos não residentes e +8,4% nos residentes).

Em novembro, 31,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (35,8% em novembro de 2021).

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(Tabela: INE)

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de -1,2%, inferior em 1,7 p.p. à observada em outubro (0,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -4,5% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 1,3%, valores que comparam com -3,3% e 3,5% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em novembro de 2022, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -0,3%, o que corresponde a um aumento de 1,6 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-1,9%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -1,2% e 8,2%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de -5,6%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 0,3%, diminuindo 0,1 p.p.  em relação ao mês anterior.

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As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -0,4% e -0,5%, respetivamente.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

O INE estima que, em dezembro de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 9,6% (o valor observado em novembro de 2022 foi 9,9%).

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 7,3% (7,2% em novembro de 2022), o valor mais elevado desde dezembro de 1993.

Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá diminuído para 20,9% (24,7% no mês anterior) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 17,6% (18,4% em novembro), contrastando com a aceleração estimada nos produtos alimentares transformados, que terão registado uma variação de 17,5% (16,8% no mês precedente).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,3% (0,3% em novembro e nula em dezembro de 2021).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 7,8% (7,3% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 9,8% (10,2% no mês precedente).

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(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE  

Em dezembro de 2022, o Indicador de Clima Económico permaneceu inalterado em 1,3 (%, vcs).

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Entre novembro e dezembro de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 7,4 para 3,9 e o do Comércio aumentou de 0,8 para 1,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,9 para -6,6 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -5,3 para -6,4. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -37,1 (sre, ve), em dezembro de 2022 (-38,7 em novembro).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 25 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 22 de dezembro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -0,9 (VH), que compara com -2,9 % (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

 

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em novembro de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 75,9 mil milhões de euros, diminuindo 232 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,8% (1,1% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 129,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,8% (4,1% no mês anterior).

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,0%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,8%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de -2,2%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

 

 

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De acordo com a mesma fonte, em novembro de 2022 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,49% (1,56% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,42% para 2,31%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,01% (1,06% no mês precedente).

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Índice de Preços da Habitação – INE

O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou, em termos homólogos, 13,1% no 3º trimestre de 2022, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. No trimestre de referência, o ritmo de crescimento dos preços das habitações existentes foi de 14,7% e o das habitações novas foi de 8,4%.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,9% (3,1% no 2º trimestre de 2022), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos novos, que registaram uma taxa de variação de 4,0%, tendo os alojamentos existentes apresentado um aumento de 2,6%.

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No 3º trimestre de 2022, foram transacionadas 42.223 habitações, o que representa uma diminuição de 2,8% face ao mesmo período do ano anterior. O valor das vendas foi aproximadamente de 8,1 mil milhões de euros, mais 9,6% do que no 3º trimestre de 2021.

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