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Comércio Internacional –  Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e julho de 2023, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 15,5 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 16,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 1% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (1%) e um aumento nas exportações extra-UE (1%). As importações de bens diminuíram 1% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (116,4 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (41,9 mil milhões de euros e da Irlanda (36,7 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (80,0 mil milhões de euros), seguido de Espanha (23,0 mil milhões de euros) e Grécia (17,3 mil milhões de euros).

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(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e julho de 2023, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 2,7 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 188,1 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 2,3% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 0,0% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 10,2 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 244,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 2,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 1,1% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índice de Custo do Trabalho –  Eurostat  

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2.º trimestre de 2023, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 3,5% em relação ao período homólogo.

Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (3,3%) e pelo aumento dos outros custos salariais (4,6%). Em termos de sectores, o sector público registou um aumento de 5,5% e o sector privado registou um aumento de 2,4%, sendo que a Indústria registou um aumento de 2,0% (VH), a Construção registou um aumento de 2,9% (VH) e os Serviços um aumento de 2,4% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,5% (VH) na Zona Euro e aumentou 5,0% (VH) na UE.

Os Estados-membros que registaram o maior crescimento foram a Hungria (17,3%), a Croácia e a Eslovénia (ambos 14,5%), a Roménia (14,4%) e a Bulgária (14,2%). Não se registaram descidas.

Os custos laborais aumentaram, assim, em todos os países da União Europeia no 2.º trimestre de 2023.

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(Gráfico: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção –   INE

Em julho de 2023, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 5,9% e 13,2%, respetivamente. No mês de junho de 2023, as variações homólogas respetivas tinham sido de 5,8% e 15,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 4,2% no Índice de Emprego e de 10,3% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em julho de 2023, um valor de 108,7 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (108,5 pontos em junho). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 133,1 pontos em julho de 2023, aumentando 3,4 pontos em relação ao mês anterior (129,7 pontos em junho).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas –  INE

Em julho de 2023, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 6,2%, superior em 0,4 p.p. ao valor verificado no mês anterior (5,8%), traduzindo acelerações em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios acelerou 0,7 p.p., para um crescimento de 4,5%;

▪ A Engenharia Civil aumentou 9,1% (8,9% em junho).

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 4,6% (4,3% em junho de 2023).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 108,2 pontos em julho de 2023, diminuindo 1,1 pontos em relação ao mês precedente (109,3 pontos em junho). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 108,0 pontos em junho para 107,3 em julho e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 111,3 pontos em junho para 109,7 pontos em julho.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em agosto de 2023, uma variação homóloga de 5,8%, o que se traduz numa diminuição de 5,9 p.p. face ao mês precedente (11,7%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 52,7 pontos, o que compara com 59,1 pontos no mês anterior e 49,8 pontos em agosto de 2022.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 10 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada nas últimas semanas.

Em 7 de setembro de 2023, o DEI (média móvel semanal) registou 4,7% (VH), que compara com 1,9% (VH) na semana anterior.
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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Atividade Turística – INE

Em julho de 2023, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 8,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 1,5% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 6,0 milhões de dormidas (3,6%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,8 milhões de dormidas (-2,8%, VH).
De janeiro a julho de 2023, a hotelaria registou 42,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (14,8%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 12,8 milhões de dormidas (5,2%, VHA) e os não residentes representam 30,0 milhões de dormidas (19,4%, VHA).

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Em julho de 2023, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 754,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 10,6%.
De janeiro a julho de 2023, foram registados 3234,8 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 26,1%.
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European Attractiveness Survey, Portugal – EY

A EY registou, em 2022, um total de 248 novos projetos de investimento direto estrangeiro em Portugal, o que representou uma subida face aos 200 projetos do ano anterior. Portugal foi o sexto país da Europa com maior número de projetos de IDE, subindo duas posições neste ranking.

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(Gráficos: E&Y)

A indústria digital lidera a captação de investimento estrangeiro em Portugal com 40% dos projetos.

Os principais fatores de atratividade do país são: a qualidade de vida, estabilidade do clima social e as infraestruturas de telecomunicações.

58(Gráficos: E&Y)

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Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em julho de 2023, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,1% na Zona Euro e na UE27, face ao mês anterior. Em junho de 2023, a produção industrial tinha registado variações de 0,4% na Zona Euro e na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,4% em junho de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2023, os maiores aumentos ocorreram na Suécia (5,1%), Malta (3,4%) e Hungria (2,9%). As maiores diminuições foram registadas na Dinamarca (-9,1%), Irlanda (-6,6%) e Lituânia (-4,4%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,2% na Zona Euro e de -2,4% na UE27, em julho de 2023. Portugal registou uma diminuição de 4,5%, após ter registado uma diminuição de 3,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2023, as maiores subidas foram registadas na Dinamarca (5,7%), França (2,8%) e Malta (2,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Bulgária (-11,5%), Estónia (-9,5%) e Letónia (-8,6%).

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(Gráficos: Eurostat)

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