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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em dezembro de 2023, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de -7,9%, diminuindo 3,0 p.p. em relação ao observado no mês de novembro de 2023 (-4,9% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,2% e -11,5%, após terem registado variações de 0,0% e -10,8% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -14,7% e -9,1%, após terem registado variações de -2,3% e -3,6% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2023, uma variação homóloga de -14,9%, diminuindo 3,9 p.p. em comparação com o mês anterior (-11,0%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 2,9 p.p. em termos homólogos (-3,1% em dezembro face aos -0,2% registados em novembro).

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Estatísticas do Emprego – INE

No 4º trimestre de 2023, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,6%, superior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 354,6 mil indivíduos, registando um aumento de 8,7 % face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4980,5 mil indivíduos, menos 0,7 % do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Península de Setúbal com 7,9%, seguindo-se a região do Norte com 7,3%.

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(Tabela: INE)

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Comércio a Retalho – Eurostat

Em dezembro de 2023, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 1,1% na Zona Euro (ZE20) e 1,0% na UE27, face ao mês anterior. Em novembro de 2023, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,3% na Zona Euro e 0,3% na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,7% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,6% em novembro de 2023.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2023, os maiores aumentos foram registados na Eslováquia (2,0%), na Croácia e na Hungria (ambos 1,4%) e Portugal (0,7%). As maiores diminuições ocorreram na Eslovénia (-3,6%), Dinamarca (-3,2%) e Luxemburgo (-3,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 0,8% na Zona Euro e 0,7% na UE27, em dezembro de 2023.

Portugal registou um aumento homóloga de 1,3%, após ter registado um aumento homólogo de 1,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2023, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Croácia (8,9%), Chipre (3,8%) e Espanha (3,4%). As maiores reduções foram observadas na Eslovénia (-15,0%), Estónia (-4,2%) e Eslováquia (-3,8%).

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(Gráfico: Eurostat)

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Interim Economic Outlook – OCDE  

Segundo o Interim Economic Outlook divulgado hoje sob o título “Strengthening the Foundations for Growth“, o crescimento global deverá abrandar para 2,9% em 2024 (previsão revista em alta em 0,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao Economic Outlook de novembro de 2023),  recuperando para 3,0% em 2025.

A OCDE estima um crescimento para a Zona Euro de 0,6% em 2024 e 1,3% em 2025 (revisão em baixa em 0,3 p.p. para 2024 e em 0,2 p.p. para 2025, relativamente ao Outlook de novembro de 2023), reflexo do impacto da restritividade das condições financeiras na atividade económica que deverá melhorar com o reforço dos rendimentos reais. Para o Reino Unido, a OCDE estima um crescimento de 0,7% em 2024 e de 1,2% em 2025.

Para os EUA, a OCDE estima um crescimento 2,1% em 2024 e de 1,7% in 2025, dando ênfase à evolução do consumo privado e às condições do mercado de trabalho.

A OCDE prevê ainda que a fraca procura dos consumidores, dívida elevada e o fraco mercado imobiliário da economia chinesa resultem num abrandamento do crescimento (4,7% em 2024 e 4,2% em 2025).

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(Tabela: OCDE)

A OCDE prevê que a inflação das economias G20 diminua de 6,6% em 2024 para 3,8% em 2025. Para a Zona Euro estima uma diminuição da inflação de 5,4% em 2023 para 2,6% em 2024 e 2,2% em 2025.

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(Tabela: OCDE)

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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de janeiro de 2024, foram matriculados 18.826 veículos, o que representa um aumento homólogo de 7,9%.

A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 15,2% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 7,5% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de 8,1%.

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Em janeiro de 2024, 52,9 por cento dos veículos ligeiros de passageiros matriculados novos eram movidos a outros tipos de energia, nomeadamente eléctricos e híbridos.

Em particular, verifica-se que 15,8 por cento dos veículos ligeiros de passageiros novos eram eléctricos.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na quarta semana de 2024, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 25 de janeiro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 2,7% (VH), que compara com 3,4% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Em Análise – Open Strategic Autonomy and the Green Transition

This document discusses how Open Strategic Autonomy (OSA) and the green transition are related. On the one hand, OSA refers to the balance between the capacity of acting autonomously and openness in strategically important policy areas, which enhances the resilience of countries. On the other hand, the green transition means a departure from fossil fuels and overconsumption to a low-carbon paradigm and a sustainable model of growth, addressing environmental challenges such as climate change and resource overexploitation. The green transition has the potential to mitigate strategic dependencies across various sectors, including energy, food and agriculture, but it can also pose novel challenges by requiring the acquisition of critical raw materials, exposing countries to new geopolitical risks and supply interruptions. New technologies and innovation play a crucial role in achieving OSA, with a focus on finding sustainable alternatives and the competitiveness of the industries. This goal also requires a collaborative and strategic approach, with a special attention to less developed countries and regions, in order to ensure that no one is left behind. Finaly, the document highlights the challenging balance and potential synergy between OSA and the green transition in the path towards a sustainable future.

 

GEE_Em Análise_Open Strategic Autonomy and the Green Transition.pdf

Em Análise – Open Strategic Autonomy and the Green Transition

This document discusses how Open Strategic Autonomy (OSA) and the green transition are related. On the one hand, OSA refers to the balance between the capacity of acting autonomously and openness in strategically important policy areas, which enhances the resilience of countries. On the other hand, the green transition means a departure from fossil fuels and overconsumption to a low-carbon paradigm and a sustainable model of growth, addressing environmental challenges such as climate change and resource overexploitation. The green transition has the potential to mitigate strategic dependencies across various sectors, including energy, food and agriculture, but it can also pose novel challenges by requiring the acquisition of critical raw materials, exposing countries to new geopolitical risks and supply interruptions. New technologies and innovation play a crucial role in achieving OSA, with a focus on finding sustainable alternatives and the competitiveness of the industries. This goal also requires a collaborative and strategic approach, with a special attention to less developed countries and regions, in order to ensure that no one is left behind. Finaly, the document highlights the challenging balance and potential synergy between OSA and the green transition in the path towards a sustainable future.

 

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Taxas de Câmbio – BCE  

No mês de janeiro de 2024, 1,0000 Euro (EUR) equivaleu, em média, a 1,0905 Dólares americanos (USD).

As taxas de câmbio de algumas moedas (valor da média mensal) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:

    janeiro de 2023 dezembro de 2023      janeiro de 2024
Dólar USD 1,0769 1,0903  1,0905
Libra GBP  0,8821  0,8617  0,8587
Franco Suíço CHF 0,9961 0,9441 0,9368
Iene JPY 140,54 157,21  159,46

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE  

No mês de dezembro de 2023, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 5,78%, diminuindo 0,15 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 5,11% e 5,26% em novembro de 2023 para 5,03% e 5,38% em dezembro de 2023, respetivamente.

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Em dezembro de 2023, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,17 p.p., de 5,94% para 5,77%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros diminuíram para 6,20% e 5,84%, respetivamente, após terem registado valores de 6,28% e 6,06% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 5,72%, o que compara com 5,79% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de dezembro de 2023, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 2,54%, aumentando 0,03 p.p. face ao mês anterior. Neste mês a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 3,24 p.p..

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 2,33% e 3,23% em dezembro de 2023, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 2,70 p.p. e 2,15 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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