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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal  

Na semana terminada a 11 de agosto, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. Em 8 de agosto de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 4,3% (VH), que compara com 5,0% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Índice de Produção Industrial – Eurostat  

Em junho de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -0,1% na Zona Euro e nula na UE, face ao mês anterior. Em maio de 2024, a produção industrial tinha registado variações de -0,9% na Zona Euro e de -1,2% na UE. Portugal registou uma diminuição de 3,7% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 3,2% em maio de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Roménia (4,0%), Finlândia (3,6%) e Eslováquia (2,1%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-7,8%), Bélgica (-6,5%), Croácia e Portugal (ambos, -3,7%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -3,9% na Zona Euro e -3,2% na EU, em junho de 2024. Portugal registou uma diminuição de 3,0%, após ter registado um aumento de 0,8% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2024, as maiores subidas foram registadas na Grécia (9,5%), Chipre (8,8%) e Malta (6,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-17,4%), Croácia (-8,3%) e Letónia (-5,5%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação – Eurostat  

De acordo com o Eurostat, no 2º trimestre de 2024, Portugal registou uma variação do PIB de 1,5% em relação ao trimestre homólogo (1,5% no trimestre anterior) e uma variação de 0,1% em relação ao trimestre anterior (0,8% no 1º trimestre de 2024).

A variação homóloga registou 0,6% na Zona Euro (0,5% no 1º trimestre de 2024) e 0,8% na UE27 (0,6% no 1º trimestre de 2024). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% (0,3% no 1º trimestre de 2024) tanto na Zona Euro como na UE27.

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Polónia (1,5%), na Irlanda (1,2%) e nos Países Baixos (1,0%). As maiores quedas foram observadas na Letónia (-1,1%), Suécia (-0,8%) e Hungria (-0,2%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Polónia (4,0%), Chipre (3,7%) e Espanha (2,9%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições na Estónia (-1,7%), Irlanda (-1,4%) e Finlândia (-0,7%).

Nos EUA, no 2º trimestre de 2024, o PIB aumentou 3,1% em termos homólogos (2,9% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,7% em comparação com o trimestre anterior (0,4% no 1º trimestre de 2024).

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(Gráficos: Eurostat)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE  

Em junho de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,2% e 8,4%, respetivamente. No mês de maio de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,4% e 9,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 3,7% no Índice de Emprego e de 11,0% no Índice de Remunerações.

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em junho de 2024, um valor de 110,8 pontos, aumentando 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (110,5 pontos em maio de 2024). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 140,4 pontos em junho de 2024, aumentando 14,6 pontos em relação ao mês anterior (125,8 pontos em maio de 2024).

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Índice de Produção na Construção – INE  

Em junho de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,5%, superior em 0,5 p.p. ao valor verificado no mês anterior (2,0%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Construção de Edifícios (0,7 p.p.) que apresentou, em junho de 2024, uma variação homóloga de 3,0% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Engenharia Civil apresentou uma variação homóloga de 1,8% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 0,7 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,4 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 4,1% (4,5% em maio de 2024).

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O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,5 pontos em junho de 2024, aumentando 3,5 pontos em relação ao mês precedente (108,0 pontos em maio de 2024). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 107,3 pontos em maio de 2024 para 110,7 em junho de 2024 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 109 pontos em maio de 2024 para 112,8 pontos em junho de 2024.

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Atividade Turística – INE  

Em junho de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 7,8 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 4,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 5,6 milhões de dormidas (5,5%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 2,2 milhões de dormidas (3,2%, VH).

De janeiro a junho de 2024, a hotelaria registou 35,5 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,5%, variação homóloga acumulada – VHA). No período em análise, os residentes foram responsáveis por 10,1 milhões de dormidas (1,4%, VHA) e os não residentes representam 25,4 milhões de dormidas (5,8%, VHA).

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Em junho de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 698,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 12,7%.

Em termos regionais (NUTS II), em junho de 2024, destacam-se as regiões do Alentejo (22,0%), do RA Açores (19,4%) e do Península de Setúbal (18,1%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a junho de 2024, foram registados 2777,7 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 12,3%.     

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE  

De acordo com o INE, no 2º trimestre de 2024, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 6,4%, em relação ao mesmo período de 2023, para 1.640 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 6,6% e a remuneração base subiu 6,4%, atingindo, respetivamente, 1.295 e 1.214 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, os aumentos das remunerações médias por trabalhador foram 3,6%, 3,8% e 3,6%, respetivamente.

Estes resultados dizem respeito a cerca 4,7 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

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(Gráfico: INE)

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Índice de Custo do Trabalho – INE  

No 2º trimestre de 2024, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 7,2% (6,6% no 1º trimestre de 2024). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 7,2% e os outros custos aumentaram 7,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 8,7%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 4,7%.

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(Gráfico: INE)

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE  

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em junho de 2024, variações homólogas de 3,3%, 6,7% e -4,4%, respetivamente, o que compara com 4,5%, 11,1% e -1,8% registados no mês anterior.

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em junho de 2024, valores de 125,7 pontos, 167,9 pontos e 116,9 pontos, respetivamente, o que compara com 125,1 pontos, 143,8 pontos e 123,4 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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