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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – estimativa rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 3º trimestre de 2024 aponta para acréscimos nas exportações e importações de, respetivamente, 9,9% e 6,6%, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

Importa, no entanto, assinalar que estas variações refletem, em grande medida, acréscimos significativos nas transações de bens com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, sem mudança de propriedade.

As transações de bens aumentam pelo segundo trimestre consecutivo, tendo as variações homólogas no trimestre anterior sido de 2,9% nas exportações e 0,8% nas importações.

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(Gráfico: INE)

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Procura Turística dos Residentes – INE

No 2º trimestre de 2024, as viagens realizadas pelos residentes em Portugal decresceram 13,4% em termos homólogos (após -7,8% no 1ºT 2024), totalizando 4,9 milhões. As viagens em território nacional recuaram 15,4% (variação homóloga, VH), atingindo 4,1 milhões (83,7% do total de deslocações), enquanto as viagens com destino ao estrangeiro registaram o primeiro decréscimo desde o 2º trimestre de 2021 (-1,5%, VH), totalizando 799,9 mil (16,3% do total).

Invertendo o padrão do trimestre anterior, a principal motivação para viajar, no 2º trimestre de 2024, foi o “lazer, recreio ou férias”, estando na origem de cerca de 2,4 milhões de viagens dos residentes (49,0%, +0,6 p.p. face ao 2ºT 2023). O segundo principal motivo foi a “visita a familiares ou amigos”, que originou 1,9 milhões de viagens (38,4% do total, +0,6 p.p. face ao 2ºT 2023).

Os “hotéis e similares” concentraram 26,4% das dormidas (4,6 milhões) resultantes das viagens turísticas dos residentes no 2º trimestre de 2024, sendo superados pelo “alojamento particular gratuito”, que se manteve como a principal opção de alojamento (58,3% das dormidas), ao acolher 10,1 milhões de dormidas nas viagens de residentes.

No processo de organização das deslocações, a internet foi utilizada em 30,0% das situações (+4,4 p.p. face ao 2ºT 2023), tendo este recurso sido opção em 67,6% das viagens para o estrangeiro (+2,8 p.p. face ao 2ºT 2023) e em 22,7% das realizadas em território nacional (+3,6 p.p. face ao 2ºT 2023).

Importa assinalar que os resultados apresentados neste destaque terão sido influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito do período de férias associado à Páscoa, que no ano anterior se concentrou em abril (2ºT), enquanto este ano se repartiu entre março (1ºT) e abril (2ºT).

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(Gráficos: INE)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em setembro de 2024, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 695 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,9% face ao mês anterior e a um aumento de 10,0% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 882 euros/m2, registando um aumento de 1,7% em relação ao mês anterior e um aumento 10,2% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 301 euros/m2, aumentando 0,3% face ao mês precedente e aumentando 8,6% em termos homólogos.

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Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,3%); Centro (0,4%); Oeste e Vale do Tejo (-0,2%); Grande Lisboa (1,3%); Península de Setúbal (1,2%); Alentejo (-0,5%); Algarve (2,6%); Região Autónoma dos Açores (0,4%) e Região Autónoma da Madeira (1,6%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (10,9%); Centro (8,2%); Oeste e Vale do Tejo (12,8%); Grande Lisboa (9,2%); Península de Setúbal (9,9%); Alentejo (0,4%); Algarve (6,2%); Região Autónoma dos Açores (5,2%) e Região Autónoma da Madeira (11,8%).   

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em setembro de 2024, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,3 mil milhões de euros, aumentando 83 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 0,4% (0,0% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 130,9 mil milhões de euros, registando uma TVA de 2,6% (2,2% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 1,7%, aumentando 0,5 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,7%, aumentando 0,7 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 2,7%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em setembro de 2024 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,28% (1,28% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,10% para 2,08%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,84% (0,83% no mês precedente).

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Em setembro de 2024, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,7%) e no Norte (30,3%).

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Em setembro de 2024, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,7% (3,6% no mês anterior).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 20 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 17 de outubro de 2024, o DEI (média móvel semanal) registou 8,9% (VH), que compara com 3,7% (VH) na semana anterior.

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Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Too Many Changes? Post-Displacement Job Mobility and Wages: an Analysis of Displaced Workers in Portugal

Neste seminário foi analisado o impacto da mobilidade (ocupacional, industrial e geográfica) nas dinâmicas salariais de trabalhadores que perderam o emprego devido a fechos de empresas (“despejados”) utilizando os Quadros de Pessoal, uma base de microdados que permite a implementação de um modelo com efeitos fixos multidimensionais para comparar trajetórias salariais de trabalhadores despejados que sofrem (ou optam pela) mobilidade ocupacional, industrial ou geográfica com aqueles que se mantêm. Serão também abordadas possíveis diferenças de género que poderão ser encontradas nos efeitos salariais destes modelos de mobilidade.

Estudar o impacto da mobilidade laboral após despejo nas trajetórias salariais em Portugal é crucial para compreender como os trabalhadores se recuperam da perda de emprego e como as dinâmicas do mercado de trabalho afetam a estabilidade dos rendimentos. O deslocamento frequentemente resulta em cicatrizes salariais, onde os trabalhadores sofrem perdas de rendimento a longo prazo. Ao analisar os padrões de mobilidade laboral, podemos identificar fatores que influenciam a recuperação ou a diminuição dos salários, como mudanças de setor, desajustes de competências ou disparidades regionais. Esta investigação pode informar políticas destinadas a melhorar as perspetivas de reemprego dos trabalhadores e a minimizar as penalizações salariais, apoiando, assim, resultados mais equitativos no mercado de trabalho, especialmente em relação à igualdade de género, e a resiliência económica em Portugal.

Apresentação 98.º Seminário GEE/GPEARI – Too Many Changes? Post-Displacement Job Mobility and Wages: an Analysis of Displaced Workers in Portugal.pdf

Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em agosto de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 810,8 mil milhões de euros, dos quais 359,1 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 451,7 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 294,6 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 157,1 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,3 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 1,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um decréscimo de 0,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 0,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,7 mil milhões de euros.

Relativamente a agosto de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu 11,9 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 6,9 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um decréscimo de 5,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a redução do endividamento das Empresas em 8,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 3,5 mil milhões de euros.

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Em agosto de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de -0,7%, menos 0,5 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 1,4% para 2,0%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Transporte Internacional de Passageiros, em Portugal Continental: 2020 a 2022

No âmbito da sua missão de recolher e divulgar informação e de realizar estudos, o GEE divulga hoje o presente documento sobre o sector dos Transportes. Neste relatório, apresentam-se os fluxos de passageiros nas ligações internacionais de e para Portugal Continental, no período de 2020 a 2022. A análise dos fluxos de passageiros é feita por modo de transporte e permite constatar o seguinte:

  • Recuperação acentuada no pós-Covid-19 no tráfego aéreo: Os aeroportos do Continente sofreram um impacto acentuado devido à pandemia, no ano de 2020. Embora 2021 e 2022 tenham apresentado sinais de recuperação, os valores encontram-se abaixo do nível pré-pandemia. O número de passageiros embarcados e desembarcados apresentou as seguintes variações: uma descida de 70,1% em 2020, um crescimento de 33,5% em 2021 e em 2022, um crescimento de 131,2%;
  • Impacto profundo da Covid-19 no tráfego ferroviário internacional: O tráfego ferroviário internacional foi significativo apenas em janeiro e fevereiro de 2020, tendo a pandemia paralisado, quase por completo, este meio de transporte após o início das restrições à circulação. Em 2021, só em maio, voltou a ser atingido o milhar de passageiros. Em 2022, os meses de verão, voltam a ser efetivamente os melhores meses, em termos de passageiros internacionais em ferrovia, embora longe dos valores verificados nos anos anteriores à pandemia;
  • Recuperação diferenciada entre travessias fluviais: Enquanto o rio Guadiana, no ano de 2022, registou um aumento de 55,0 mil passageiros em relação a 2021, o rio Minho não registou nenhum movimento, o que acontece desde outubro de 2021 e que se deve a várias questões de ordem técnica na operação desta travessia entre Caminha e La Guardia;
  • Recuperação no pós-Covid-19 na indústria de cruzeiros: A indústria de cruzeiros foi uma das mais atingidas pela pandemia. No entanto a diferença de mais 65,7 mil passageiros verificada nos três últimos anos contrasta com a quebra 595,3 mil passageiros verificada no triénio anterior;
  • Recuperação no transporte rodoviário internacional: O impacto da Covid-19 nos transportes rodoviários internacionais foi tão profundo, que países como a Alemanha e o Luxemburgo, que tinham tráfego registado em 2019, não registaram qualquer movimento em 2020 e 2021. Em 2022, quase todos os destinos conseguiram ultrapassar ou ficar próximo do número de passageiros verificado em 2019.

O Transporte Internacional de Passageiros em Portugal Continental 2020 a 2022

 

 

 

Dívida Pública Zona Euro e União Europeia – Eurostat

Segundo o Eurostat, no 2º trimestre de 2024, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro situou-se em 88,1% (87,8% no 1º trimestre de 2024) e na UE27 situou-se em 81,5% (81,3% no 1º trimestre de 2024). Em relação ao período homólogo (2º trimestre de 2023) registou-se uma diminuição de 0,7 p.p. (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e uma diminuição de 0,4 p.p. na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 100,6% (108,8% no 2º trimestre de 2023 e 99,4% no 1º trimestre de 2024).

Os rácios mais elevados da dívida pública em relação ao PIB no final do 2º trimestre de 2024 foram registados na Grécia (163,6%), Itália (137,0%), França (112,2%), Bélgica (108,0%), Espanha (105,3%), e Portugal (100,6%), e os mais baixos foram registados na Bulgária (22,1%), Estónia (23,8%) e Luxemburgo (26,8%).

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(Gráfico: Eurostat)

Em comparação com o 1º trimestre de 2024, nove Estados-Membros registaram um aumento no seu rácio dívida/PIB no final do 2º trimestre de 2024, dezassete uma diminuição, e o rácio permaneceu estável na Dinamarca. Os maiores aumentos do rácio foram observados na Finlândia (+2,0 pontos percentuais – pp), Áustria e Itália (ambas +1,8 pp), França (+1,6 pp), Portugal (+1,2 pp), Polónia (+0,9 pp) e Suécia (+0,6 pp). As maiores diminuições foram registadas em Chipre (-2,1 pp), Croácia (-2,0 pp), Grécia (-1,8 pp), Lituânia (-1,7 pp), Espanha (-0,9 pp), Chéquia (-0,8 pp), Países Baixos e Alemanha (-0,7 pp) e Roménia (-0,6 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

Em comparação com o 2º trimestre de 2023, treze Estados-Membros registaram um aumento do seu rácio dívida/PIB no final do 2º trimestre de 2024, treze Estados-Membros registaram uma diminuição e o rácio permaneceu estável na Chéquia. Os maiores aumentos no rácio foram registados na Finlândia (+5,2 pp), Estónia (+4,7 pp), Letónia e Polónia (ambas +4,1 pp), Áustria (+3,1 pp), Bélgica (+2,3 pp), Roménia (+ 2,2 pp) e Eslováquia (+1,0 pp). As maiores diminuições foram observadas em Chipre (-10,0 pp), Grécia (-8,9 pp), Portugal (-8,1 pp), Croácia (-5,7 pp), Espanha (-3,5 pp), Países Baixos (-2,2 pp), Alemanha (-1,7 pp) e Luxemburgo (-1,3 pp).

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(Gráfico: Eurostat)

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Défice Zona Euro e União Europeia – Eurostat

No 2º trimestre de 2024, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -3,0% do PIB (-3,0% no 2º trimestre de 2023 e -3,3% no 1º trimestre de 2024). O saldo da UE27 fixou-se em -3,1% do PIB (-2.9% no 2º trimestre de 2023 e -3,3% no 4º trimestre de 2024).

No 2º trimestre de 2024, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos 2,6% do PIB (1,5% no 2º trimestre de 2023 e 1,1% no 1º trimestre de 2024).

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(Gráfico: Eurostat)

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