Saltar para o conteúdo
DGE
Total de conteúdos:20.990

Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em novembro de 2024, a produção no sector industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,2% na Zona Euro e 0,1% na UE, face ao mês anterior. Em outubro de 2024, a produção industrial tinha registado variações de 0,2% na Zona Euro e de 0,4% na UE. Portugal registou uma diminuição de 3,4% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,4% em outubro de 2024.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, os maiores aumentos ocorreram na Bélgica (8,7%), Malta (7,1%) e Lituânia (4,3%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-5,8%), Luxemburgo (-3,9%) e Portugal (-3,4%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,9% na Zona Euro e -1,7% na UE, em novembro de 2024. Portugal registou uma diminuição de 2,2%, após ter registado um aumento de 3,9% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2024, as maiores subidas foram registadas em Malta (13,5%), Bélgica (8,7%) e Grécia (4,8%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Croácia (-6,6%), Irlanda (-5,6%) e Áustria (-5,0%).

79

80

(Gráficos: Eurostat)

Download PDF

Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em novembro de 2024, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,8% e 12,0%, respetivamente. No mês de outubro de 2024, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,2% e 11,2%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,8% no Índice de Emprego e de 10,2% no Índice de Remunerações.

77

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em novembro de 2024, um valor de 111,5 pontos, diminuindo 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (111,8 pontos em outubro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 155,6 pontos em novembro de 2024, aumentando 27,0 pontos em relação ao mês anterior (128,6 pontos em outubro).

78

Download PDF

Índice de Produção na Construção – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade, acelerou 0,2 p.p., para um crescimento homólogo de 4,1%, com evoluções distintas em ambos os segmentos:

▪ A Construção de Edifícios aumentou 5,5%, taxa 0,5 p.p. superior à registada em outubro;

▪ A Engenharia Civil passou de um crescimento de 2,3% no mês anterior, para 2,2% no mês em análise.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,2% (3,4% em outubro de 2024).

75

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 111,9 pontos em novembro de 2024, diminuindo 4,6 pontos em relação ao mês precedente (116,5 pontos em outubro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 116,6 pontos em outubro para 112,3 em novembro e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 116,4 pontos em outubro para 111,3 pontos em novembro.

76

Download PDF

Atividade Turística – INE  

Em novembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 5,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 9,8% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 3,4 milhões de dormidas (4,6%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,7 milhões de dormidas (22,2%, VH).

De janeiro a novembro de 2024, a hotelaria registou 76,1 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (4,1%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 22,3 milhões de dormidas (2,5%, VHA) e os não residentes representam 53,8 milhões de dormidas (4,8%, VHA).

71Em novembro de 2024, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 385,9 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 16,7%.Em termos regionais (NUTS II), em novembro de 2024, destacam-se as regiões do Centro (31,4%), do RA Madeira (26,3%) e do RA Açores (25,0%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.De janeiro a novembro de 2024, foram registados 6355,6 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 11,0%.

72

73

74

Download PDF

TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR: um Quadro Lógico para a transformação da economia portuguesa

Este Tema Económico analisa as Agendas Mobilizadoras e Verdes para a Inovação Empresarial, desenvolvidas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), como um instrumento estratégico de política pública com potencial para transformar estruturalmente a economia portuguesa.

Com enfoque na inovação, a análise apresenta a evolução de Portugal nos rankings da inovação, um painel de indicadores e explora um Quadro Lógico de Causalidade, sustentado por revisão de literatura relevante, para demonstrar os nexos de causa-efeito que fundamentam o racional e a implementação desta medida.

As Agendas Mobilizadoras reúnem o potencial de gerar impactos estruturais na economia portuguesa, com destaque para a criação de emprego qualificado, o desenvolvimento de novos produtos e serviços de alto valor acrescentado, aumento das exportações e o impacto que poderão refletir ao nível do crescimento económico e captação de investimento estrangeiro. A eficácia desta política pública está condicionada à sua capacidade de promover spillovers. O seu sucesso passa por uma monitorização robusta e eficaz para controlo de resultados, possibilitando um acompanhamento sustentado e de qualidade para  garantir o alinhamento com os objetivos estratégicos.

TE 127 – Adicionalidade e Impactos das Agendas Mobilizadoras do PRR.pdf

Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação média anual de 2,4%, taxa inferior à registada no conjunto do ano 2023 (4,3%). Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média situou-se em 2,5% (5,0% no ano anterior). A taxa de variação homóloga do IPC total evidenciou uma relativa estabilidade ao longo do ano, registando o valor mínimo de 1,9% em agosto e um máximo de 3,0% em dezembro, o que contrasta com a desaceleração significativa verificada em 2023.

68

(Gráfico: INE)

Em dezembro de 2024, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,0%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,5 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,8%, superior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,1%, o que compara com uma variação de -0,2% no mês anterior e de -0,4% em dezembro de 2023.

69

Em 2024, o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação média de 2,7% em 2024 (5,3% no ano anterior).

Em dezembro de 2024, o IHPC português registou uma taxa de variação homóloga de 3,1%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Refira-se que o IHPC, que é utilizado na comparação entre os diversos países da União Europeia, se diferencia do IPC devido à inclusão, na estrutura de ponderação do IHPC, da despesa realizada pelos não residentes, parcela esta excluída do âmbito do IPC.

De acordo com a informação disponível relativamente a dezembro de 2024, e tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi superior em 0,7 p.p. à da área do Euro (em novembro, esta diferença foi de 0,5 p.p.).

70

(Gráfico: INE)

Download PDF

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em novembro de 2024, variações homólogas de -0,4% e 7,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,5 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,1% no mês de outubro), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,6 p.p. em relação ao mês anterior (7,7% em outubro de 2024). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de -4,5% em novembro, diminuindo 10,7 p.p. face à registada em outubro.

66

67

Download PDF

Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em novembro de 2024, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados ajustados dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 0,8%, diminuindo 1,2 p.p.  em relação ao observado no mês de outubro de 2024 (2,0% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 1,9% e 3,4%, após terem registado variações de -0,3% e -0,2% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -4,1% e -0,5%, após terem registado variações de 15,8% e -2,6% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em novembro de 2024, uma variação homóloga de 6,4%, aumentando 0,9 p.p. em comparação com o mês anterior (5,5%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 2,2 p.p. em termos homólogos (-2,3% em novembro face aos -0,1% registados em outubro).

65

Download PDF

Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

Em setembro de 2024, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -175 266 milhões de euros (-62,8% do PIB), o que compara com -180 470 milhões em junho de 2024 (-65,6% do PIB).

61

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 616.331 milhões de euros (224,2% do PIB) em junho de 2024 para 621 771 milhões de euros (222,7% do PIB) em setembro de 2024.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 409 643 milhões de euros (146,7% do PIB) em setembro de 2024, o que compara com 409 170 milhões em junho de 2024 (148,8% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 207.285 milhões de euros (75,4% do PIB) em junho de 2024 para 203 237 milhões de euros (72,8% do PIB) em setembro de 2024.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 125 931 milhões de euros (45,1% do PIB) em setembro de 2024, o que compara com 133 464 milhões em junho de 2024 (48,5% do PIB). 

62

Em setembro de 2024, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 103,7% do PIB (289 370 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 1,2 p.p. face a junho de 2024 (104,8%).

63

Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 95,6% em setembro de 2024, o que compara com 97,0% em junho de 2024. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em setembro de 2024 aos 88,9%, o que compara com 90,7% em junho de 2024.

64

 

Download PDF

Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 3º trimestre de 2024, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa manteve-se em 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), mais 0,2 pontos percentuais (p.p.) do que no trimestre anterior (2,9%).

57

Os particulares, o sector financeiro e as administrações públicas registaram um saldo positivo de 4,1%, 1,7% e 1,0% do PIB, respetivamente. As empresas não financeiras foram o único sector residente a apresentar necessidade de financiamento (3,7% do PIB).

58

No 3º trimestre de 2024, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 4,0% do PIB.

59

No 3º trimestre de 2024, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 3,7 % do PIB.

60

Download PDF